
Imóvel localizado na Barra Funda, São Paulo. Descrição: Loja situada na Rua Joaquim Manuel de Macedo, 101 - CJ 52, Barra Funda, São Paulo/SP. O imóvel é classificado como comercial.
Apartamentos e salas em leilão judicial e extrajudicial na Barra Funda, bairro de intensa renovação urbana, junto ao Terminal Intermodal e ao Memorial da América Latina, na Zona Oeste. Cada oportunidade é precedida de leitura documental e orientação em direito imobiliário, com atenção à natureza do direito que se adquire.

Catálogo em números
Em 31 de outubro de 2026, o catálogo reúne 20 imóveis em leilão na Barra Funda: 25% judiciais e 75% extrajudiciais; o tipo mais comum são imóveis comerciais (75%).

Imóvel localizado na Barra Funda, São Paulo. Descrição: Loja situada na Rua Joaquim Manuel de Macedo, 101 - CJ 52, Barra Funda, São Paulo/SP. O imóvel é classificado como comercial.
Prédio comercial com 2.171m² de área construída em Barra Funda, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado na Rua do Bosque, nº 838, Barra Funda, São Paulo/SP, com uma área total de terreno de 4.092m² e 2.171m² de área construída. O prédio possui dependências diversas e é de utilização múltipla. O arrematante terá a posse do bem livre de quaisquer ônus tributários existentes antes da data da alienação. Em caso de imóveis ocupados, o arrematante será imitido na posse assim que autorizado pelo juiz.

Apartamento em Barra Funda, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado na Rua do Bosque, nº 980, no 6º pavimento da Torre D - Topázio, integrante do Subcondomínio Residencial do condomínio SIDE BARRA FUNDA. O apartamento nº 62 possui direito a uma vaga de moto e está ocupado, com a desocupação sendo responsabilidade do arrematante.

Apartamento em São Paulo, SP. Descrição: Imóvel localizado no condomínio Residencial Plano e Reserva Barra Funda, com área total de 37,58 m² e área privativa de 26,99 m². O apartamento possui 1 quarto e 1 banheiro.

Imóvel localizado na Barra Funda, São Paulo. Descrição: Loja situada na Rua Joaquim Manuel de Macedo, 101 - CJ 52, Barra Funda, São Paulo/SP. O imóvel é classificado como comercial.

Imóvel comercial desocupado na Barra Funda, São Paulo. Descrição: Imóvel comercial desocupado localizado na Rua Lopes Chaves, 261, Barra Funda, São Paulo/SP. A área construída é de 489m² e a área do terreno é de 872m². A venda será formalizada através de Escritura Pública de Venda e Compra. O proprietário é a Fundação Itaú Unibanco - Previdência Complementar. O comprador deve estar ciente da necessidade de regularização de titularidade e de eventuais divergências de áreas, além de restrições relacionadas a reformas devido à localização em área tombada pelo CONDEPHAAT. O pagamento deve ser feito à vista com 10% de desconto, e os débitos de condomínio e IPTU serão quitados pelo Banco Itaú até a data do leilão. O lance mínimo é de R$ 5.504.074,00.

Apartamento em São Paulo, SP. Descrição: Apartamento localizado na Avenida Rudge, nº 351, apto. 912, Torre A HMP, no condomínio Residencial Portal Barra Funda, na Barra Funda. O imóvel possui 47,84 m² de área total e 35,07 m² de área privativa, com 2 quartos, banheiro, sala e cozinha.

Imóvel com área de 4.092,00m² localizado na Barra Funda, São Paulo. Descrição: O imóvel é composto por um prédio e um terreno situados à Rua do Bosque, no 35º Subdistrito Barra Funda. O terreno principal possui 3.366,00m², com 30,90 metros de frente para a Rua do Bosque, 108,30 metros de lado direito, 105,90 metros de lado esquerdo e 31,70 metros nos fundos. Além disso, há um terreno adicional de 460,00m², com 7,20 metros de frente e 100,00 metros de profundidade, que confina com outros prédios na mesma rua. A avaliação total do bem é de R$ 19.300.000,00.

Imóvel localizado na Barra Funda, São Paulo. Descrição: Loja situada na Rua Joaquim Manuel de Macedo, 101 - CJ 52, Barra Funda, São Paulo/SP. O imóvel é classificado como comercial.

Imóvel localizado na Barra Funda, São Paulo. Descrição: Loja situada na Rua Joaquim Manuel de Macedo, 101 - CJ 52, Barra Funda, São Paulo/SP.

Imóvel comercial de 1.068 m² com 30 vagas, localizado no Edifício Forvm Tower, Barra Funda, São Paulo. Descrição: O imóvel é um conjunto comercial situado no 22° andar do Edifício Forvm Tower, na Avenida Marquês de São Vicente, 182, no bairro Barra Funda, em São Paulo. A área privativa coberta é de 211,300 m², com uma área coberta comum de 156,984 m², totalizando uma área total edificada de 368,284 m². Além disso, há uma área comum descoberta de 39,053 m², resultando em uma área construída total de 407,337 m². O imóvel inclui o direito de uso de 30 vagas indeterminadas com auxílio de manobrista. O valor de avaliação do lote é de R$ 4.203.000,00, com atualização prevista até a data da alienação. O laudo de avaliação indica que as quatro unidades estão unificadas e que há mezanino, acabamentos e aparelhos de ar-condicionado instalados.

Imóvel localizado na Barra Funda, São Paulo. Descrição: Loja situada na Rua Joaquim Manuel de Macedo, 101 - CJ 52, Barra Funda, São Paulo/SP.

Imóvel em Barra Funda, São Paulo. Descrição: Prédio com 469m² localizado na Barra Funda, São Paulo. O imóvel é composto por um prédio e seu respectivo terreno, situado na Rua Barra Funda nºs 697 e 701, medindo 7,60 metros de frente para a referida rua, por 50,00 metros da frente aos fundos de ambos os lados, com a mesma metragem nos fundos. Confronta de um lado com Ricardo Serafim, do outro lado com Amim Chacur e nos fundos com José Gerrasi.

Imóvel comercial com 36,65 m² na Barra Funda, São Paulo. Descrição: Trata-se de uma sala comercial situada na Zona Urbana, no município de São Paulo/SP, na Rua Conselheiro Brotero, 528, no Barra Funda, com área total privativa de 36,65 m². O imóvel está localizado no Edifício Torre Urban Office, no 19º andar, e é composto por dois ambientes destinados a escritórios, um banheiro, uma copa de pequenas dimensões e um hall de entrada. A unidade possui uma vaga de garagem coberta, em local indeterminado, com serviço de manobrista.

Sala comercial na Barra Funda, São Paulo. Descrição: Trata-se de uma sala comercial situada na Zona Urbana, no município de São Paulo/SP, com área total privativa de 36,65 m². Localizada na Torre Urban Office, no 19º andar, correspondente à sala nº 1904. O imóvel possui uma vaga de garagem coberta, com serviço de manobrista. A unidade é composta por dois ambientes destinados a escritórios, sendo um deles com varanda, um banheiro, uma copa de pequenas dimensões e hall de entrada.

Terreno de 156m² em Barra Funda, São Paulo. Descrição: Terreno com área de 156 m² localizado na Barra Funda, São Paulo, medindo 6,00 metros de frente por 26,00 metros da frente aos fundos. O imóvel está situado na Rua Vitorino Carmilo, nº 1.030, e é parte de um prédio e seu respectivo terreno. O terreno possui débitos inscritos na Dívida Ativa e débitos de IPTU para o exercício atual.

Sala comercial na Barra Funda, São Paulo. Descrição: Trata-se de uma sala comercial situada na Zona Urbana, no município de São Paulo/SP, com área total privativa de 36,65 m². O imóvel está localizado no Edifício Torre Urban Office, sala nº 1905, no 19º andar. A unidade é composta por ambiente de trabalho, banheiro, pequena copa e varanda. Possui uma vaga de garagem coberta, em local indeterminado, com serviço de manobrista.

Apartamento na Barra Funda, São Paulo. Descrição: O imóvel é um apartamento nº 62, localizado no 6º andar do Edifício Condomínio Santa Clara, com uma área de 80,57 metros quadrados. A unidade possui sala, varanda, 2 dormitórios, banheiro, área de serviço e cozinha, mas não conta com vaga de garagem. O imóvel está desocupado e a localização é na Rua Conselheiro Brotero, 283 - Barra Funda, São Paulo/SP. A estação de metrô mais próxima é a Marechal Deodoro, a cerca de 6 minutos a pé, e o Terminal Intermodal Barra Funda também está nas proximidades, oferecendo acesso por metrô, trem e ônibus intermunicipais.

Imóvel comercial em São Paulo, SP. Descrição: Imóvel comercial localizado na Rua do Bosque, nº 838 e 862, em uma das regiões mais estratégicas da capital. A área total é de 4.092 m², com uma área construída de 2.171 m². O valor de venda direta é de R$ 8.500.000,00, com avaliação de R$ 19.300.000,00. O pagamento pode ser feito à vista ou parcelado em até 59 meses, com entrada de 25% e saldo garantido por hipoteca. O lance mínimo é de R$ 9.650.000,00.
Prédio com 2.171m² de área construída em Barra Funda, São Paulo. Descrição: Prédio com dependências diversas e de utilização múltipla, situado à Rua do Bosque, nº 838, Barra Funda, São Paulo/SP. O imóvel possui um terreno com área total de 4.092m² e 2.171m² de área construída, incluindo alojamentos, escritório, pátio de garagem e manobra, oficina e posto de serviços.
Conte o que você busca: nossa equipe acompanha os editais abertos na Barra Funda, na Zona Oeste e em toda a cidade de São Paulo e pode orientar a próxima oportunidade de leilão de imóveis.
A Barra Funda integra a malha de leilão de imóveis na Zona Oeste de São Paulo e é um dos bairros de transformação urbana mais acelerada da cidade: antigas glebas industriais e ferroviárias deram lugar a torres residenciais, num polo articulado pelo Terminal Intermodal Palmeiras-Barra Funda e por equipamentos como o Memorial da América Latina e o Allianz Parque. Essa renovação mantém o leilão de imóveis aquecido, com forte oferta de unidades novas.
Para o investidor, a mobilidade excepcional e a renovação do estoque são os traços definidores: sustentam a recolocação na revenda e a locação, ainda que a situação jurídica do imóvel seja decisiva para a liquidez. Um imóvel adquirido por valor inferior ao da avaliação só se converte em vantagem efetiva quando reúne situação jurídica passível de regularização — análise conduzida sob a ótica do direito imobiliário antes de qualquer lance.
As oportunidades de leilão de imóveis na Barra Funda vêm de dois fluxos distintos: as consolidações fiduciárias (Lei 9.514/1997), que acompanham a mancha de financiamento bancário dos últimos ciclos de lançamento, e as hastas judiciais — execuções de cotas condominiais, execuções fiscais de IPTU, execuções cíveis e alienações em inventário —, que acompanham a densidade e a idade do estoque vertical; num bairro de intensa verticalização recente sobre antigas glebas industriais, predominam as consolidações fiduciárias, ligadas ao financiamento das numerosas torres novas, ao lado das execuções de cotas condominiais no estoque vertical novo. E a transformação de grandes glebas faz emergir, aqui, o direito de superfície: por ele, o proprietário concede a outrem — o superficiário — o direito de construir em seu terreno, por tempo determinado, mediante escritura pública registrada (art. 1.369 do CC), abrangendo, na modalidade urbana do Estatuto da Cidade, o solo, o subsolo ou o espaço aéreo (art. 21 da Lei 10.257/2001). Sendo autônomo e transferível, esse direito é penhorável e arrematável; daí a cautela de distinguir, na matrícula, se o lote é a própria superfície — temporária, com reversão da construção ao proprietário ao término (art. 1.375 do CC) — ou a propriedade do solo gravada. Esse exame, ao lado da leitura do edital, separa a aparência de oportunidade da oportunidade real.
Comprar na Barra Funda
A Barra Funda, na Zona Oeste da capital, é um dos bairros de transformação urbana mais acelerada de São Paulo: antigas glebas industriais e ferroviárias deram lugar a torres residenciais, num polo articulado pelo Terminal Intermodal Palmeiras-Barra Funda e por equipamentos como o Memorial da América Latina e o Allianz Parque. Essa renovação, somada à mobilidade excepcional, sustenta demanda firme e torna o leilão de imóveis atrativo. O deságio entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça pode resultar em aquisição vantajosa. O retorno, contudo, não decorre do desconto isolado, mas da conjugação entre localização e situação jurídica passível de regularização — aferida no Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance, com atenção especial, num bairro de glebas redesenvolvidas, à natureza do direito que se está adquirindo. Com mais de 1.300 arrematações em 20 anos, o Cataldo Siston Advogados assessora arrematantes em leilão de imóveis e direito imobiliário em todas as etapas.
A leitura precede o lance. Convém lembrar que as oportunidades de leilão de imóveis vêm de dois fluxos distintos: as consolidações fiduciárias (Lei 9.514/1997), que acompanham a mancha de financiamento bancário dos últimos ciclos de lançamento, e as hastas judiciais — execuções de cotas condominiais, execuções fiscais de IPTU, execuções cíveis e alienações em inventário —, que acompanham a densidade e a idade do estoque vertical; na Barra Funda, bairro de intensa verticalização recente sobre antigas glebas industriais e ferroviárias, predominam as consolidações fiduciárias, ligadas ao financiamento das numerosas torres novas, ao lado das hastas judiciais, com destaque para as execuções de cotas condominiais no estoque vertical novo. Quanto à pergunta: a transformação de grandes glebas faz emergir, nesse bairro, o direito de superfície, e a sua presença altera o objeto da arrematação. Por ele, o proprietário concede a outrem — o superficiário — o direito de construir ou plantar em seu terreno, por tempo determinado, mediante escritura pública registrada na matrícula (art. 1.369 do Código Civil); na modalidade urbana do Estatuto da Cidade, a concessão pode abranger o solo, o subsolo ou o espaço aéreo e dar-se por prazo determinado ou indeterminado (art. 21 da Lei 10.257/2001). Esse direito é autônomo: pode ser transferido a terceiros e, como tal, é penhorável e arrematável (art. 1.372 do Código Civil). Daí a cautela: o lote pode corresponder ao próprio direito de superfície — temporário — ou à propriedade do solo gravada pela superfície. No primeiro caso, importa conhecer o prazo e a reversão, pois, ao término da concessão, o proprietário readquire a propriedade plena da construção, em regra sem indenização, salvo estipulação em contrário (art. 1.375 do Código Civil). Verificar na matrícula a existência e os termos do direito de superfície é, por isso, decisivo. Esse exame, conduzido sob a ótica do direito imobiliário, integra o Estudo de Viabilidade Jurídica.
O deságio varia conforme a praça, a modalidade e o estado de ocupação do imóvel, não havendo percentual fixo. Como regra geral do procedimento, a primeira praça tende a partir do valor de avaliação e a segunda admite lance inferior, vedado o preço vil (art. 891 do CPC). Na Barra Funda, a forte oferta de unidades novas e a mobilidade tendem a sustentar a liquidez. Quando o imóvel envolve direito de superfície, a natureza e o prazo do direito adquirido são fatores que o interessado deve sopesar na formação do lance, pois repercutem sobre o valor. A faixa concreta de cada lote só se afere com a leitura do edital específico — análise que antecede qualquer decisão de lance.
O ponto de partida é a contratação formal da assessoria jurídica especializada, anterior ao lance. A partir dela, o escritório conduz o Estudo de Viabilidade Jurídica do lote de interesse — exame do processo ou procedimento de origem, da matrícula, do edital, dos débitos e dos riscos de vícios, com atenção particular, num bairro de glebas redesenvolvidas, à eventual existência de direito de superfície e à natureza do direito que se adquire — e orienta a calibragem do lance com base em informação verificada. Após a arrematação, acompanha as etapas subsequentes, do registro da carta de arrematação à imissão na posse, quando cabível. É esse encadeamento técnico que distingue a aquisição segura da aposta especulativa.
Como funciona o leilão de imóveis
O leilão judicial ocorre no curso de um processo — em regra execução ou cumprimento de sentença — como ato de expropriação disciplinado pelo Código de Processo Civil (arts. 879 a 903), com avaliação, edital, praças e formalização por auto e carta de arrematação. O leilão extrajudicial, conduzido fora do Judiciário, tem como hipótese mais difundida a execução da garantia em alienação fiduciária (Lei 9.514/1997), após a consolidação da propriedade em nome do credor. A natureza do certame define prazos, encargos e o caminho de desocupação — por isso é o primeiro ponto a verificar no edital.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
O ITBI é tributo municipal que incide sobre a transmissão onerosa do imóvel. Por estar a Barra Funda na capital, aplica-se o regime do município de São Paulo, com alíquota a confirmar junto à Prefeitura, segundo a legislação municipal vigente. Quanto à base de cálculo, na arrematação em hasta pública ela tende a corresponder ao próprio valor da arrematação, e não ao valor venal de referência, em linha com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. Quando o que se transmite é o direito de superfície, e não a propriedade plena, a definição da base e da incidência exige atenção redobrada à natureza do direito. O recolhimento do imposto antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a base e a alíquota aplicáveis a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver na Barra Funda
A Barra Funda concentra cultura, esporte e lazer num raio curto. O Memorial da América Latina, projeto de Oscar Niemeyer, reúne o Auditório Simón Bolívar, a Biblioteca Latino-Americana e amplo conjunto arquitetônico para exposições e eventos. O Allianz Parque, na divisa com Água Branca, recebe jogos do Palmeiras e grandes shows. Nas proximidades, o Parque da Água Branca oferece áreas verdes e feiras, e a região guarda casas de espetáculo e polos gastronômicos. A mobilidade é o grande diferencial: o Terminal Intermodal Palmeiras-Barra Funda integra Metrô, CPTM e ônibus intermunicipais e de longa distância. Essa combinação de cultura, lazer e conectividade sustenta a liquidez dos imóveis ao longo dos ciclos de mercado, fator relevante para quem arremata pensando em moradia ou investimento.
A Barra Funda dispõe de infraestrutura robusta e em franca renovação, com novos empreendimentos de uso misto, comércio, supermercados, escolas e serviços de saúde. A Avenida Marquês de São Vicente é um de seus principais eixos, concentrando comércio e serviços. A mobilidade é excepcional: o Terminal Intermodal Palmeiras-Barra Funda reúne a Linha 3-Vermelha do Metrô, as Linhas 7-Rubi e 8-Diamante da CPTM e terminais de ônibus, e o acesso à Marginal Tietê facilita o deslocamento por toda a cidade. Essa infraestrutura, somada à intensa verticalização sobre antigas glebas industriais, sustenta a valorização e a liquidez dos imóveis arrematados na Barra Funda.
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