Imóvel com duas vagas de garagem no Edifício Jatiúca, São Paulo. Descrição: Duas vagas de garagem, cobertas, localizadas no subsolo do Edifício Jatiúca, na Vila Madalena, São Paulo/SP. As vagas são numeradas 36 e 37 e possuem topografia plana na construção. O valor de avaliação é de R$ 170.871,28, com valor de 2º leilão de R$ 85.435,64. O pagamento pode ser feito à vista ou parcelado, com sinal mínimo de 25% do valor do lance à vista e o saldo remanescente em até 30 vezes.
Imóveis em leilão na Vila Madalena, São Paulo
Apartamentos, sobrados e pontos comerciais em leilão judicial e extrajudicial na Vila Madalena, o reduto boêmio e artístico da Zona Oeste — das galerias e do Beco do Batman à vida noturna das ruas Aspicuelta e Mourato Coelho. Cada oportunidade é precedida de leitura documental e orientação em direito imobiliário, com atenção ao regime dos direitos de vizinhança.

Imóveis em leilão na Vila Madalena em números
Catálogo em números
Em 31 de outubro de 2026, o catálogo reúne 7 imóveis em leilão na Vila Madalena: 86% judiciais e 14% extrajudiciais; o tipo mais comum são casas (57%).
7 imóveis encontrados

Casa em Vila Madalena, São Paulo, com 324 m² de área construída e terreno de 493 m². Descrição: Imóvel localizado na Rua Andrade Fernandes, 120, Vila Madalena, São Paulo. A casa possui 324,73 m² de área construída e um terreno de 493,20 m². O terreno mede 11,60 m de frente, 8,82 m na curva de concordância dos alinhamentos das ruas Andrade Fernandes e Eliza de Morais Mendes, e 16 m de frente para a Rua Eliza de Morais Mendes. O lado esquerdo mede 27,97 m e o lado direito mede 25,50 m, confrontando com os lotes vizinhos.

Apartamento de 487m² com 6 vagas em Vila Madalena, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado na Rua Senador César Lacerda Vergueiro, 418, Vila Madalena, São Paulo, SP. O apartamento possui uma área privativa de 487,62m² e está situado entre o 10.º e 11.º andares do Edifício Giordana. Conta com 6 vagas de garagem. O imóvel é desocupado e a venda será formalizada através de Escritura Pública de Venda e Compra. O lance mínimo para arrematação é de R$ 2.299.888,89. O comprador deve estar ciente de que o imóvel é vendido no estado em que se encontra e que a vendedora não se responsabiliza por evicção de direito.

Casa com 493,20m² na Vila Madalena, São Paulo. Descrição: O imóvel está localizado na Rua Andrade Fernandes, 120, na Vila Madalena, São Paulo - SP. Trata-se de um terreno medindo 493,20 m², com uma construção de uma casa de 324,73 m² de área construída. O terreno possui 11,60 m de frente, 8,82 m na curva de concordância dos alinhamentos das ruas Andrade Fernandes e Eliza de Morais Mendes, e 16 m de frente para a Rua Eliza de Morais Mendes. O lado esquerdo mede 27,97 m, confrontando com o lote 2, e o lado direito mede 25,50 m, confrontando com os lotes 13 e 14.

Apartamento em Vila Madalena, São Paulo, com 83 m² e 3 dormitórios. Descrição: Imóvel localizado na Rua Girassol, Vila Madalena, São Paulo - SP, com área útil de 83 m² e área total de 175 m². O apartamento possui 3 dormitórios, sendo 1 suíte, e conta com 2 vagas de garagem. Está situado no 3º andar do Edifício Residencial Porta do Sol, com direito ao uso de duas vagas indeterminadas na garagem. A fração ideal no terreno é de 1,78571%.

Imóvel em São Paulo. Descrição: Terreno localizado na Rua Andrade Fernandes, 120, Vila Madalena, com área total de 493,20m² e área construída de 324,73m². O terreno mede 11,60m de frente, 8,82m na curva de concordância, e 16m de frente para a Rua Eliza de Morais Mendes. O lado esquerdo mede 27,97m e o lado direito 25,50m. Há uma construção de uma casa no local.

Imóvel de 493m² localizado na Vila Madalena, São Paulo. Descrição: Imóvel situado na Vila Madalena, São Paulo, com uma área total de 493m². O terreno possui medidas específicas, incluindo 11,60m de frente e 27,97m de lateral. Há uma construção de uma casa com 324,73m² de área construída. O imóvel está avaliado em R$ 3.500.000,00, com uma oferta atual de R$ 1.750.000,00, representando um desconto de 50%. Existe a possibilidade de pagamento parcelado, com 25% de sinal e o saldo em até 30 meses.
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Conte o que você busca: nossa equipe acompanha os editais abertos na Vila Madalena, na Zona Oeste e em toda a cidade de São Paulo e pode orientar a próxima oportunidade de leilão de imóveis.
Guia da Vila Madalena para quem compra imóvel em leilão
A Vila Madalena integra a malha de leilão de imóveis na Zona Oeste de São Paulo e é o reduto boêmio e artístico da capital, célebre por suas galerias, pela arte de rua do Beco do Batman, pela vida noturna e pelo comércio independente, com forte identidade cultural — perfil que mantém o leilão de imóveis aquecido, sustentado por procura constante de moradores e investidores.
Para o investidor, a identidade cultural única e a demanda firme são os traços definidores: sustentam a recolocação na revenda e a locação, ainda que a situação jurídica do imóvel seja decisiva para a liquidez. Um imóvel adquirido por valor inferior ao da avaliação só se converte em vantagem efetiva quando reúne situação jurídica passível de regularização — análise conduzida sob a ótica do direito imobiliário antes de qualquer lance.
É comum que imóveis da Vila Madalena cheguem a leilão por execução de dívidas, por garantia em alienação fiduciária (Lei 9.514/1997) ou em processos de inventário e partilha. Num bairro de intensa convivência entre residência e atividade, ganha relevo o regime dos direitos de vizinhança: o art. 1.277 do Código Civil assegura ao morador o direito de fazer cessar as interferências prejudiciais ao sossego, à segurança e à saúde provocadas pela utilização de prédio vizinho, observados, porém, a natureza do uso, a localização do imóvel, as normas de zoneamento e os limites ordinários de tolerância da vizinhança (parágrafo único); ainda quando toleradas, as interferências podem ter redução ou eliminação exigidas se isso se tornar possível (art. 1.279). Conhecer esse regime e o perfil de uso da quadra é elemento relevante para quem arremata, ao lado da leitura do edital e da cadeia dominial — trabalho técnico que separa a aparência de oportunidade da oportunidade real.
Comprar na Vila Madalena
A Vila Madalena, na Zona Oeste da capital, é o reduto boêmio e artístico de São Paulo, célebre por suas galerias, pela arte de rua do Beco do Batman, pela vida noturna e pelo comércio independente, com forte identidade cultural e procura constante de moradores e investidores. Essa vitalidade sustenta demanda firme e liquidez consistente — atributos que tornam o leilão de imóveis atrativo. O deságio entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça pode resultar em aquisição vantajosa. O retorno, contudo, não decorre do desconto isolado, mas da conjugação entre localização e situação jurídica passível de regularização — aferida no Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance, com atenção, num bairro de intensa convivência entre residência e atividade, ao regime dos direitos de vizinhança. Com mais de 1.300 arrematações em 20 anos, o Cataldo Siston Advogados assessora arrematantes em leilão de imóveis e direito imobiliário em todas as etapas.
A leitura precede o lance. Examinam-se o edital e a origem da expropriação — execução, cumprimento de sentença ou alienação fiduciária regida pela Lei 9.514/1997 —, a matrícula atualizada e a cadeia dominial, os ônus reais e averbações, a existência de ocupação e os débitos tributários e condominiais. Na Vila Madalena, bairro de intensa vida noturna e de convivência entre o residencial e o comercial, ganha relevo o regime dos direitos de vizinhança: o art. 1.277 do Código Civil assegura ao morador o direito de fazer cessar as interferências prejudiciais ao sossego, à segurança e à saúde provocadas pela utilização de prédio vizinho, observados, porém, a natureza do uso, a localização do imóvel, as normas de zoneamento e os limites ordinários de tolerância da vizinhança (parágrafo único); ainda quando toleradas, as interferências podem ter redução ou eliminação exigidas se isso se tornar possível (art. 1.279). Conhecer esse regime, e o perfil de uso da quadra, é elemento relevante para quem arremata imóvel residencial no bairro. Todo esse diagnóstico integra o Estudo de Viabilidade Jurídica, conduzido sob a ótica do direito imobiliário.
O deságio varia conforme a praça, a modalidade e o estado de ocupação do imóvel, não havendo percentual fixo. Como regra geral do procedimento, a primeira praça tende a partir do valor de avaliação e a segunda admite lance inferior, vedado o preço vil (art. 891 do CPC). Na Vila Madalena, a forte identidade cultural e a procura constante por imóveis no bairro tendem a sustentar os valores, ao passo que a existência de pendências de regularização pode ampliar o deságio. O perfil da quadra — mais residencial ou mais voltado ao comércio e à vida noturna — também influencia o interesse por cada lote. A faixa concreta de cada lote só se afere com a leitura do edital específico — análise que antecede qualquer decisão de lance.
O ponto de partida é a contratação formal da assessoria jurídica especializada, anterior ao lance. A partir dela, o escritório conduz o Estudo de Viabilidade Jurídica do lote de interesse — exame do processo ou procedimento de origem, da matrícula, do edital, dos débitos e dos riscos de vícios, com atenção particular, num bairro de uso intenso, ao perfil da quadra e ao regime dos direitos de vizinhança — e orienta a calibragem do lance com base em informação verificada. Após a arrematação, acompanha as etapas subsequentes, da carta de arrematação à imissão na posse, quando cabível. É esse encadeamento técnico que distingue a aquisição segura da aposta especulativa.
Como funciona o leilão de imóveis
O leilão judicial ocorre no curso de um processo — em regra execução ou cumprimento de sentença — como ato de expropriação disciplinado pelo Código de Processo Civil (arts. 879 a 903), com avaliação, edital, praças e formalização por auto e carta de arrematação. O leilão extrajudicial, conduzido fora do Judiciário, tem como hipótese mais difundida a execução da garantia em alienação fiduciária (Lei 9.514/1997), após a consolidação da propriedade em nome do credor. A natureza do certame define prazos, encargos e o caminho de desocupação — por isso é o primeiro ponto a verificar no edital.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
O ITBI é tributo municipal que incide sobre a transmissão onerosa do imóvel. Por estar a Vila Madalena na capital, aplica-se o regime do município de São Paulo, com alíquota a confirmar junto à Prefeitura, segundo a legislação municipal vigente. Quanto à base de cálculo, na arrematação em hasta pública ela tende a corresponder ao próprio valor da arrematação, e não ao valor venal de referência, em linha com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. O recolhimento do imposto antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Em imóveis de uso comercial ou misto, convém confirmar previamente o enquadramento e a base aplicável. Convém confirmar a base e a alíquota de cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver na Vila Madalena
A Vila Madalena é um dos bairros mais vibrantes de São Paulo. O Beco do Batman, com seu corredor de grafites, é parada obrigatória para os amantes da arte urbana. As ruas Aspicuelta, Mourato Coelho e Fradique Coutinho concentram bares, restaurantes e a célebre vida noturna paulistana. O bairro reúne ainda galerias de arte, ateliês, brechós e lojas de design independente, além da tradicional Festa de São Vicente. A proximidade com Pinheiros e a estação Vila Madalena do Metrô amplia a conveniência. Essa identidade cultural única sustenta a liquidez dos imóveis ao longo dos ciclos de mercado, fator relevante para quem arremata pensando em moradia ou investimento.
A Vila Madalena dispõe de comércio diversificado e de forte apelo, com bares, restaurantes, galerias, ateliês e lojas de design espalhados pelas ruas Aspicuelta, Harmonia, Fradique Coutinho e Mourato Coelho. A infraestrutura é completa, com escolas, serviços e a estação Vila Madalena da Linha 2-Verde do Metrô, que conecta o bairro à Paulista. A vizinhança com Pinheiros e Sumaré e o acesso às marginais reforçam a mobilidade. Essa combinação de cultura, comércio e transporte sustenta a valorização e a liquidez dos imóveis arrematados na Vila Madalena, num bairro em que residência e atividade econômica convivem de perto.
Conteúdo informativo. Não substitui consulta jurídica, que pressupõe contratação formal. - Fale com o Cataldo Siston
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