Apartamento em Moema, São Paulo. Descrição: Apartamento nº 71, localizado no 7° andar do Condomínio Edifício Santa Maria Di Castellabate, situado na Avenida Ibijaú, nº 199, com área privativa de 121,470 m² e área total de 194,698 m². O imóvel possui três quartos, sendo uma suíte, cozinha, dois banheiros, sala, duas varandas, dependência de empregada e duas vagas de garagem.
Imóveis em leilão em Moema, São Paulo
Apartamentos de alto padrão em leilão judicial e extrajudicial em Moema, bairro residencial planejado e arborizado da Zona Sul — vizinho ao Parque Ibirapuera e servido pela Linha 5-Lilás do Metrô. Cada oportunidade é precedida de leitura documental e orientação em direito imobiliário, para que a decisão de lance seja tomada com segurança técnica.

Imóveis em leilão em Moema em números
Catálogo em números
Em 31 de outubro de 2026, o catálogo reúne 5 imóveis em leilão em Moema: 80% judiciais e 20% extrajudiciais; o tipo mais comum são apartamentos (100%).
5 imóveis encontrados
Apartamento em Moema, São Paulo. Descrição: Apartamento nº 31, localizado no 3° andar do Condomínio Edifício Santa Maria Di Castellabate, situado na Avenida Ibijaú, nº 199, com área privativa de 121,470 m² e área total de 194,698 m². O imóvel possui três quartos, sendo uma suíte, cozinha, dois banheiros, sala, duas varandas e duas vagas de garagem.
Apartamento em Moema, São Paulo. Descrição: Localizado no Bairro Moema, em São Paulo, o imóvel é um apartamento no Condomínio ID Home & Lifestyle Jauaperi, situado na Alameda Jauaperi, 299. O apartamento nº 908 está no 9º pavimento da Torre 2 e possui uma área privativa de 20,610m². O imóvel está ocupado e a regularização de débitos vinculados à dívida em área maior é necessária para a emissão da CND de IPTU. O leilão ocorrerá em duas datas: o primeiro em 03/11/2026, com lance mínimo de R$ 668.613,70, e o segundo em 05/11/2026, com lance mínimo de R$ 469.825,11, caso não seja arrematado no primeiro leilão. O pagamento deve ser feito à vista, acrescido de uma comissão de 5% ao leiloeiro.

Apartamento em Moema, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado no 5º andar do Edifício Garcia D’Avila, situado na Rua Inhambu, 942, em Indianópolis, São Paulo. O apartamento é parte de um imóvel residencial e está atualmente ocupado, com a desocupação sendo responsabilidade do arrematante. A hipoteca com a Caixa Econômica Federal foi quitada.

Apartamento de 75m² em Moema, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado no 7º andar do Edifício Argel, com área útil de 75,00m² e área total construída de 109,715m². O apartamento possui uma vaga na garagem coletiva, localizada no subsolo e térreo. O imóvel está situado na Avenida Bem-te-vi, 339, em Moema, São Paulo, SP.
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Conte o que você busca: nossa equipe acompanha os editais abertos em Moema, na Zona Sul e em toda São Paulo e pode orientar a próxima oportunidade de leilão de imóveis.
Guia de Moema para quem compra imóvel em leilão
Moema é um dos bairros residenciais de altíssimo padrão mais cobiçados da Zona Sul de São Paulo, planejado, arborizado e com qualidade de vida reconhecida — condição que mantém o leilão de imóveis aquecido. Diferentemente do perfil corporativo do vizinho Itaim Bibi, Moema concentra apartamentos residenciais amplos e de alto padrão, comércio de bairro sofisticado e a vizinhança do Parque Ibirapuera, nos setores Índios e Pássaros.
Para o investidor, a magnitude dos valores e a forte demanda por moradia de padrão são os traços definidores: a competição por ativos tende a comprimir o deságio percentual, mas, dada a escala dos preços, mesmo descontos menores podem ser expressivos em termos absolutos, e a liquidez favorece a recolocação na revenda e na locação. Um imóvel adquirido por valor inferior ao da avaliação só se converte em vantagem efetiva quando reúne situação jurídica passível de regularização — análise conduzida sob a ótica do direito imobiliário antes de qualquer lance.
É comum que imóveis de Moema cheguem a leilão por execução de dívidas, por garantia em alienação fiduciária (Lei 9.514/1997) ou em processos de inventário e partilha. Dada a proximidade do Aeroporto de Congonhas, parte do bairro situa-se em área sujeita a restrições de gabarito e a zoneamento de ruído aeroportuário, que merecem verificação, ao lado dos débitos de condomínio, da regularidade da convenção e da leitura do edital, da matrícula e da cadeia dominial — trabalho técnico que separa a aparência de oportunidade da oportunidade real.
Comprar em Moema
Moema é um dos bairros residenciais de altíssimo padrão mais cobiçados de São Paulo, planejado, arborizado e com qualidade de vida reconhecida, o que o torna um campo de elevada liquidez para o leilão de imóveis. Diferentemente do perfil corporativo do vizinho Itaim Bibi, Moema concentra apartamentos residenciais amplos e de alto padrão, comércio de bairro sofisticado e a vizinhança do Parque Ibirapuera. Essa combinação sustenta forte demanda por moradia e boa recolocação na revenda e na locação. O deságio entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça, somado a essa liquidez, pode resultar em aquisição vantajosa. O retorno, contudo, não decorre do desconto isolado, mas da conjugação entre localização premium e situação jurídica passível de regularização — aferida no Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance. Com mais de 1.300 arrematações em 20 anos, o Cataldo Siston Advogados assessora arrematantes em leilão de imóveis e direito imobiliário em todas as etapas.
A leitura precede o lance. Examinam-se o edital e a origem da expropriação — execução, cumprimento de sentença ou alienação fiduciária regida pela Lei 9.514/1997 —, a matrícula atualizada e a cadeia dominial, os ônus reais e averbações, a existência de ocupação e a sua natureza, além dos débitos de IPTU e de condomínio. Em Moema, dada a proximidade do Aeroporto de Congonhas, parte do bairro situa-se em área sujeita a restrições de gabarito e a zoneamento de ruído aeroportuário, hipóteses que podem limitar uso e edificação e que merecem verificação. Soma-se a atenção à regularidade da convenção de condomínio e, em imóveis mais antigos, ao habite-se. Todo esse diagnóstico integra o Estudo de Viabilidade Jurídica, conduzido sob a ótica do direito imobiliário.
O deságio varia conforme a praça, a modalidade e o estado de ocupação do imóvel, não havendo percentual fixo. Como regra geral do procedimento, a primeira praça tende a partir do valor de avaliação e a segunda admite lance inferior, vedado o preço vil (art. 891 do CPC). Em Moema, a alta demanda por moradia de padrão e a competição por ativos tendem a comprimir o deságio percentual em relação a bairros menos valorizados; em contrapartida, dada a magnitude dos valores, mesmo um deságio menor pode representar diferença expressiva em termos absolutos. A faixa concreta de cada lote, todavia, só se afere com a leitura do edital específico — análise que antecede qualquer decisão de lance.
O ponto de partida é a contratação formal da assessoria jurídica especializada, anterior ao lance. A partir dela, o escritório conduz o Estudo de Viabilidade Jurídica do lote de interesse — exame do processo ou procedimento de origem, da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio e dos riscos de vícios, com atenção a eventuais restrições de gabarito e ruído decorrentes da proximidade de Congonhas — e orienta a calibragem do lance com base em informação verificada. Após a arrematação, acompanha as etapas subsequentes, da carta de arrematação à imissão na posse, quando cabível. É esse encadeamento técnico que distingue a aquisição segura da aposta especulativa.
Como funciona o leilão de imóveis
O leilão judicial ocorre no curso de um processo — em regra execução ou cumprimento de sentença — como ato de expropriação disciplinado pelo Código de Processo Civil (arts. 879 a 903), com avaliação, edital, praças e formalização por auto e carta de arrematação. O leilão extrajudicial, conduzido fora do Judiciário, tem como hipótese mais difundida a execução da garantia em alienação fiduciária (Lei 9.514/1997), após a consolidação da propriedade em nome do credor. A natureza do certame define prazos, encargos e o caminho de desocupação — por isso é o primeiro ponto a verificar no edital.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
O ITBI é tributo de competência municipal, de modo que, em Moema, incide a legislação do município de São Paulo, com alíquota a confirmar junto à Prefeitura de São Paulo — distinta, em base e em percentual, da de outros municípios. Quanto à base de cálculo, na arrematação em hasta pública ela tende a corresponder ao próprio valor da arrematação, e não ao valor venal de referência, em linha com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. Dada a magnitude dos valores em Moema, o impacto do tributo é proporcionalmente relevante e deve ser projetado no planejamento da aquisição. O recolhimento antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a base e a alíquota aplicáveis a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver em Moema
Moema é sinônimo de qualidade de vida na Zona Sul. Faz divisa com o Parque Ibirapuera, o mais célebre parque urbano da cidade, e reúne ampla oferta de gastronomia, comércio sofisticado e vida noturna, especialmente nas avenidas Ibirapuera e nas ruas dos setores Moema Índios e Moema Pássaros. O bairro abriga ainda o Shopping Ibirapuera, um dos mais tradicionais de São Paulo, e está próximo do Aeroporto de Congonhas. É servido pela Linha 5-Lilás do Metrô (estações Moema e Eucaliptos). Essa combinação de áreas verdes, gastronomia, comércio e mobilidade sustenta a liquidez dos imóveis ao longo dos ciclos de mercado, fator relevante para quem arremata pensando em moradia, revenda ou locação.
Moema é um bairro planejado, arborizado e de infraestrutura completa, com forte comércio de bairro sofisticado, gastronomia consolidada e o tradicional Shopping Ibirapuera. A mobilidade apoia-se na Linha 5-Lilás do Metrô (estações Moema e Eucaliptos), na proximidade do Aeroporto de Congonhas e nos corredores das avenidas Ibirapuera, dos Bandeirantes e Juscelino Kubitschek. Essa infraestrutura premium, somada à vizinhança do Parque Ibirapuera, sustenta a valorização e a liquidez dos imóveis arrematados no bairro.
Conteúdo informativo. Não substitui consulta jurídica, que pressupõe contratação formal. - Fale com o Cataldo Siston
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