
Apartamento em São Paulo, SP. Descrição: Apartamento localizado na Rua Sampson, nº 333, Apto. 704, no Edifício Yvone, com área privativa de 20,91 m².
Leilões judiciais e extrajudiciais em todo o Estado de São Paulo. Antes de qualquer lance, o Cataldo Siston Advogados realiza o Estudo de Viabilidade Jurídica completo, protegendo seu capital e maximizando seu retorno.

Catálogo em números
Em 31 de outubro de 2026, o catálogo reúne 7.359 imóveis em leilão no estado de São Paulo: 51% judiciais e 49% extrajudiciais; o tipo mais comum são apartamentos (36%).

Apartamento em São Paulo, SP. Descrição: Apartamento localizado na Rua Sampson, nº 333, Apto. 704, no Edifício Yvone, com área privativa de 20,91 m².
Sala comercial em Brás, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado na Avenida Alcântara Machado, 94, Brás, São Paulo/SP. Trata-se de uma sala comercial disponível para leilão.
Sala comercial em Brás, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado na Avenida Alcântara Machado, 94, Brás, São Paulo/SP. Trata-se de uma sala comercial disponível para leilão.

Apartamento em Brás, São Paulo. Descrição: Imóvel ocupado com 72,99 m² de área construída e privativa. Composto por 2 dormitórios, 1 banheiro, 1 sala e 1 varanda. O condomínio possui uma taxa de R$ 740,14. O imóvel está localizado no Edifício Carnauba, na Avenida Celso Garcia, 2101, Brás, São Paulo. O vendedor se responsabiliza pelos débitos de IPTU e condomínio até a data do leilão. O arrematante deverá arcar com todas as providências necessárias à desocupação.

Apartamento no condomínio Dom Bianca, Brás, São Paulo. Descrição: Apartamento situado na Rua Campos Sales, nº 147, no Condomínio Dom Bianca, no bairro do Brás, em São Paulo/SP. O imóvel possui 48m² de área privativa, oferecendo um espaço bem distribuído e funcional para moradia ou investimento. Conta com o direito de uso exclusivo de uma vaga de garagem, proporcionando mais comodidade e segurança. O condomínio está em uma região estratégica, com fácil acesso a comércios, serviços e transporte público, tornando este imóvel uma excelente oportunidade tanto para quem busca morar quanto para quem deseja investir.

Sala comercial em Brás, São Paulo. Descrição: Imóvel do tipo sala comercial, com área privativa de 42,910m², localizado no "CONDOMÍNIO PROJETO VIVER CELSO GARCIA", na Avenida Celso Garcia, nº 1.907, no 10º Subdistrito Belenzinho. A área total do imóvel é de 138,936m², incluindo uma área comum de 96,026m².

Apartamento de 19m² localizado em Brás, São Paulo. Descrição: Imóvel com área privativa de 19m² e área comum de 11m², situado no empreendimento Moov Estação Brás, na Rua Coronel Mursa, nº 56, apto. 67, Torre 01, Bloco B, Bairro Brás, em São Paulo/SP. O imóvel está ocupado, e a desocupação será de responsabilidade do adquirente. O leilão ocorrerá em duas praças, com a primeira praça marcada para o dia 30 de outubro de 2026, a partir das 09h40, com valor mínimo de venda de R$ 206.724,80. A segunda praça terá abertura no mesmo dia, às 09h41, e fechamento em 4 de novembro de 2026, às 13h40, com valor mínimo de R$ 106.000,00. Os débitos de IPTU e condomínio serão quitados pelo vendedor até a data do leilão.

Apartamento em São Paulo, SP. Descrição: Apartamento localizado na Rua Rubino de Oliveira, nº 35, Apto. 41, no Edifício Valente, no bairro Bras, em São Paulo. O imóvel possui 71,18 m² de área privativa.
Imóvel comercial localizado no Brás, São Paulo. Descrição: Sala comercial situada na Avenida Alcântara Machado, 94, Brás, São Paulo/SP.

Apartamento em São Paulo, SP. Descrição: Leilão de apartamento nº 32, localizado no 3º andar, com área privativa coberta de 25,20m² e área real total de 33,62m². O imóvel está situado no bairro Brás, na Rua Caetano Pinto, 211. O apartamento é desocupado e está sendo vendido no estado em que se encontra, sem evicção de direito. O pagamento pode ser feito à vista ou parcelado, sujeito à aprovação de crédito. É possível utilizar FGTS e carta de consórcio, com prazo de até 90 dias para a escrituração.

Apartamento em São Paulo, no bairro Brás, com 41,94m². Descrição: Leilão de apartamento nº 22, localizado no 2º andar, com área privativa coberta de 41,94m² e área real total de 55,95m². O imóvel está em estado ad corpus e é vendido no estado em que se encontra, sem evicção de direito. O imóvel está ocupado e a proposta de pagamento parcelado ou financiado está sujeita à aprovação de crédito. É possível utilizar FGTS e carta de consórcio, com prazo de até 90 dias para a escrituração.

Imóvel comercial de 500m² localizado no Brás, São Paulo. Descrição: Imóvel comercial com área construída de 500m², situado na Rua Oriente, 447, no bairro Brás, em São Paulo. O imóvel é uma propriedade que inclui 100% da nua-propriedade sobre um prédio e seu respectivo terreno, medindo 6,00 metros de frente por 30,00 metros da frente aos fundos, totalizando uma área de 180,00 metros quadrados. Confronta de um lado com o prédio nº 433/441 e do lado direito com o prédio nº 451.

Apartamento no Brás, São Paulo, com 44,17m². Descrição: Leilão de apartamento nº 114, localizado no 11º andar, com área privativa coberta de 44,71m² e área real total de 59,64m². O imóvel está desocupado e é vendido no estado em que se encontra, sem evicção de direito. O pagamento pode ser feito à vista ou parcelado, sujeito à aprovação de crédito. É possível utilizar FGTS e carta de consórcio, com prazo de até 90 dias para a escrituração.
Sala comercial em Brás, São Paulo. Descrição: Sala comercial localizada na Avenida Alcântara Machado, 94, Brás, São Paulo/SP.

Imóvel com 273m² localizado em São Paulo. Descrição: Imóvel situado à Avenida Celso Garcia, nº 2.065, no 10º Subdistrito Belenzinho, medindo 10,40m de frente por 26,80m da frente aos fundos, do lado direito, e 26,85m do lado esquerdo, encerrando uma área total de 273,00m². O imóvel é um terreno que anteriormente abrigava uma igreja, a qual foi demolida. Atualmente, o terreno está locado para uma escola de futebol, que construiu uma quadra de futebol society com grama sintética, além de 03 banheiros e uma pequena sala. O imóvel está avaliado em R$ 1.500.000,00, com lance mínimo do leilão de 50%.
Sala comercial em Brás, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado na Avenida Alcântara Machado, 94, Brás, São Paulo/SP. Trata-se de uma sala comercial disponível para leilão.

Imóvel comercial em São Paulo, SP. Descrição: Prédio comercial/industrial com 3 pavimentos, contendo uma loja e 4 apartamentos, localizado no bairro Brás, São Paulo. O imóvel possui uma área de terreno de 222,00m² e uma área construída de 729,00m².

Apartamento em Brás, São Paulo. Descrição: O apartamento nº 33 do 3º andar do Edifício Iratim, localizado na Rua Rodrigues dos Santos, 707, possui uma área útil de 69,50m² e uma área comum de 8,90m², totalizando 78,40m². O imóvel está ocupado e há restrições relacionadas à sua venda. O valor total da avaliação do imóvel é de R$ 450.000,00, com lance mínimo de 90%.

Imóvel localizado em São Paulo. Descrição: O imóvel está situado na Rua Cel. Emídio Piedade, 213 - Brás, São Paulo/SP. A propriedade é classificada como "Diversos" e inclui 15 manequins dourados, avaliados em R$ 9.000,00.

Apartamento com 48,13 m² e 1 vaga, localizado em São Paulo. Descrição: O imóvel é um apartamento situado no 2º andar do Bloco “02” do “Condomínio Porto de Nava”, na Rua Piratininga, nº 270, no Brás, São Paulo. Possui uma área privativa de 48,13 m² e uma área comum de 12,677 m², totalizando 60,88 m². O apartamento conta com o direito de utilizar uma vaga indeterminada no estacionamento descoberto localizado no pavimento térreo do condomínio.

Sala comercial localizada no Brás, São Paulo. Descrição: Imóvel desocupado situado no Edifício Honório Líbero, na Avenida Alcântara Machado, 94. A sala comercial está a aproximadamente 800 metros da Feirinha da Madrugada e a apenas 500 metros da Estação Brás (Metrô e CPTM). A localização é estratégica, com forte presença comercial e fluxo de pessoas, além de estar a 350 metros do Hospital Santa Maggiore – Unidade Brás. O entorno conta com infraestrutura completa.

Apartamento no Brás, São Paulo, com 25,20m². Descrição: Leilão de apartamento nº 102, localizado no 10º andar, com área privativa coberta de 25,20m² e área real total de 33,62m². O imóvel está situado na Rua Caetano Pinto, 211, no bairro Brás, em São Paulo. O apartamento é vendido no estado em que se encontra, e está ocupado. O pagamento pode ser feito à vista ou parcelado, sujeito à aprovação de crédito. É possível utilizar FGTS e carta de consórcio, com prazo de até 90 dias para a escrituração.
Conteúdo educativo conduzido por Raphael Cataldo Siston, sócio do Cataldo Siston Advogados — escritório especializado em leilão de imóveis em São Paulo e no Rio de Janeiro, com mais de 1.300 arrematações em duas décadas. Da estruturação do método à arrematação que rendeu mais de R$ 4 milhões.
ONBOARDING — INVESTIDOR
O caminho racional para quem nunca arrematou: como identificar oportunidades reais, evitar os erros que custam caro e entrar no leilão de imóveis de São Paulo com critério técnico desde o primeiro lance.
Leia o artigo relacionadoPRÉ-LEILÃO — ESTUDO PRÉVIO
Leilões oferecem imóveis até 50% abaixo do valor de mercado — mas a margem desaparece sem uma análise técnica prévia do processo judicial. Por que o estudo de viabilidade jurídica é a etapa mais decisiva da arrematação.
Ver mais em PublicaçõesRISCO CRÍTICO — ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA
Quando o imóvel tem alienação fiduciária ativa, o que vai a leilão judicial é o direito do devedor — não a propriedade. Caso real: arrematação de R$ 385.000 que exigiu mais R$ 1.196.000 para consolidar a propriedade plena.
Ver mais em PublicaçõesCÁLCULO DO INVESTIMENTO
O custo real da arrematação em leilão de imóveis vai muito além do lance: comissão do leiloeiro, ITBI, custas judiciais, registro, eventuais dívidas condominiais e custos de imissão na posse. Os números que transformam ou inviabilizam o investimento.
Leia o artigo relacionadoMITO PERIGOSO — PREÇO VIL
Cursos populares prometem arrematações por 30% do valor de avaliação — mas o ordenamento brasileiro proíbe lances vis. O limite legal de 50% e por que respeitá-lo é o que separa uma arrematação consolidada de uma anulação inevitável.
Ver mais em PublicaçõesPÓS-LEILÃO — IMISSÃO NA POSSE
Uma das situações mais temidas do investidor: o ocupante que resiste à desocupação. O instrumento processual da imissão na posse, prazos realistas e por que tentar negociar diretamente sem mandado judicial é sempre o pior caminho.
Leia o artigo relacionadoRISCO AVANÇADO — CONCURSO DE CREDORES
A armadilha jurídica que pode transformar uma arrematação aparentemente barata em prejuízo de centenas de milhares de reais. Quando o arrematante responde por dívidas adicionais — e o que verificar nos autos para identificar o risco antes do lance.
Ver mais em PublicaçõesRESULTADO — CASO REAL
Arrematação de R$ 800 mil revendida por mais de R$ 4 milhões — lucro superior a 400%. O caso completo, do estudo prévio à revenda, contado ao leiloeiro Jonas Rymer. Demonstração concreta do potencial do leilão de imóveis quando o método é respeitado.
Leia o artigo relacionadoDefinitivamente sim. Vale muito a pena para investidores que almejem alta rentabilidade na revenda ou locação, bem como para quem deseja adquirir sua moradia por preço significativamente abaixo do mercado — frequentemente até 50% inferior à avaliação. Contudo, investir em imóveis através de leilão não é para leigos. O sucesso do investimento depende de uma assessoria jurídica de excelência, que conduza o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance e a atuação processual após a arrematação. Com mais de 1.300 arrematações em 20 anos, o Cataldo Siston Advogados acompanha investidores e compradores em todas as etapas dessa modalidade de aquisição.
São as duas únicas modalidades de leilão de imóveis no Brasil. O leilão judicial decorre de um processo de execução determinado por um juiz — venda pública destinada à satisfação de dívida judicialmente reconhecida, regida pelos arts. 879 a 903 do CPC. O leilão extrajudicial é regido pela Lei 9.514/97 e envolve alienação fiduciária — promovido pela instituição financeira credora (Caixa, Santander, Itaú e outros bancos) fora da esfera judicial. As diferenças centrais estão no procedimento, na forma de pagamento (depósito judicial versus pagamento direto ao leiloeiro ou ao banco), no documento de transferência (carta de arrematação versus escritura pública) e na imissão na posse (mandado no mesmo processo versus ação petitória autônoma).
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
O processo organiza-se em cinco atos. Primeiro, seleção da oportunidade conforme perfil do cliente — localização, tipologia, faixa de valor e modalidade. Segundo, contratação formal do escritório e realização do Estudo de Viabilidade Jurídica. Terceiro, representação técnica no lance com teto sustentável definido. Quarto, atuação judicial pós-arrematação para expedição da carta, desvinculação de débitos, cancelamento de gravames e imissão na posse. Quinto, entrega do imóvel registrado em nome do cliente. O Cataldo Siston Advogados acompanha cada etapa após a formalização do contrato de honorários.
Os honorários variam conforme a complexidade do caso, o valor do imóvel e o escopo dos serviços contratados — Estudo de Viabilidade Jurídica, representação no lance e atuação judicial pós-arrematação. A consulta inicial com o Cataldo Siston Advogados serve para avaliação do caso e apresentação de proposta personalizada, definida individualmente para cada cliente. O investimento em assessoria jurídica especializada é largamente compensado pela segurança jurídica e pela economia obtida em relação à avaliação do imóvel.
A comissão do leiloeiro corresponde a 5% sobre o valor da arrematação, paga diretamente ao leiloeiro junto ou logo após o lance vencedor. Aplica-se igualmente a leilões judiciais e extrajudiciais. Esse valor não é opcional e deve estar incluído no planejamento financeiro do investidor antes do lance. Conforme orientamos no canal Cataldo Siston Advogados, todos os custos da operação são previsíveis e calculáveis previamente — não existe surpresa financeira após a arrematação.
O ITBI em leilão de imóveis é calculado sobre o valor da arrematação, não sobre o valor venal arbitrado pela Prefeitura. Esse é o entendimento pacífico do Superior Tribunal de Justiça, consolidado nos Recursos Especiais 1.670.521 e 1.542.296. A alíquota varia por município — em São Paulo é de 3%, em Jundiaí é de 2,5%. Como os imóveis em leilão costumam ser arrematados por valor bem abaixo do mercado, essa base de cálculo representa economia tributária expressiva para o arrematante. O imposto é recolhido junto à prefeitura do município onde o imóvel está localizado, antes do registro da carta de arrematação ou da escritura pública.
A regra geral é pagamento à vista em até 24 horas após a arrematação. Em alguns casos, o edital pode estabelecer 30% à vista e o restante em até 15 dias. Em leilão judicial, há ainda a possibilidade de parcelamento legal: caso ninguém faça oferta à vista, é admitido pagamento de 25% como entrada e o saldo em até 30 prestações mensais corrigidas. No leilão judicial, o pagamento é feito por depósito judicial à disposição do juízo. No leilão extrajudicial, é direcionado ao leiloeiro ou diretamente à instituição financeira credora, conforme estipulado no edital.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Não como regra. Em vinte anos atuando no mercado de leilão de imóveis, observamos que a maior parte dos imóveis arrematados está em estado compatível com uso imediato ou demanda apenas reformas pontuais. Casos de imóveis severamente danificados são exceção, não regra. O perfil real do imóvel é levantado em diligência prévia, antes de qualquer recomendação de lance. Como medida de segurança, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para reformas eventuais. Esse mito é tratado em vídeo dedicado no canal Cataldo Siston Advogados no YouTube.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A impugnação à arrematação ocorre em hipóteses específicas previstas em lei — preço vil, vício de intimação, defeitos procedimentais ou existência de ônus relevante sobre o imóvel não declarado no edital. Em leilão judicial, regula-se pelo art. 903 do CPC. Em leilão extrajudicial, eventuais nulidades dependem de demonstração de descumprimento dos prazos e ritos da Lei 9.514/97. Quando o estudo prévio é técnico e completo, identificamos previamente eventuais fragilidades que poderiam fundamentar impugnação, permitindo decisão informada antes do lance. Nossa taxa de êxito em arrematações concluídas é de 98,8%.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
O prazo depende de variáveis que vão muito além do edital — situação de ocupação do imóvel, vara judicial responsável, andamento processual e estratégia jurídica adotada. Para imóveis desocupados, a imissão é mais célere; para imóveis ocupados, o prazo pode se estender conforme o caso concreto. A promessa de prazos fixos é frequentemente irrealista. Trabalhamos com expectativas técnicas calibradas para cada operação, definindo a via processual mais adequada — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória autônoma com tutela de urgência em leilão extrajudicial nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97.
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
Você pode combinar os filtros de cidade, bairro ou região, tipo de imóvel, faixa de preço, tipo de leilão (judicial ou extrajudicial) e data limite do 1º leilão para restringir os mais de 7 mil imóveis do estado de São Paulo aos que interessam ao seu perfil de investimento. Os filtros podem ser usados em conjunto — por exemplo, apartamentos na Zona Sul da capital entre R$ 300 mil e R$ 600 mil em leilão extrajudicial.
O catálogo é atualizado diariamente, incorporando novos imóveis, alterações de data e cancelamentos assim que publicados pelos leiloeiros e instituições financeiras. Os dados exibidos refletem a base mais recente disponível no momento do seu acesso.
No leilão judicial, a primeira praça (1º leilão) ocorre pelo valor da avaliação do imóvel; se não há lance, segue-se a segunda praça (2º leilão), com lance mínimo menor — nunca abaixo do preço vil, vedado pelo art. 891 do CPC. No leilão extrajudicial, regido pela Lei 9.514/97, a lógica é semelhante: o 1º leilão tem lance mínimo igual ao valor de avaliação e, sem arrematação, ocorre o 2º leilão, cujo lance mínimo deve cobrir ao menos a dívida, encargos e despesas. As datas e os valores de cada leilão aparecem nos dados de cada imóvel neste catálogo.
Ao encontrar um imóvel de interesse, use o botão "Saiba mais" no cartão para abrir a página completa do imóvel, com os dados do processo, ou o botão "Fale conosco" para iniciar contato direto pelo WhatsApp. A partir daí, o Cataldo Siston Advogados realiza o Estudo de Viabilidade Jurídica antes de qualquer lance — a mesma análise técnica aplicada em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
O estado de São Paulo concentra leilões em mais de 100 municípios, do interior (Campinas, Ribeirão Preto, Sorocaba, São José dos Campos) ao litoral (Santos, Guarujá, Praia Grande). O catálogo reúne o inventário do estado inteiro para que você compare oportunidades entre regiões — use o filtro de cidade ou bairro para restringir a busca só à capital ou a uma região específica, se preferir.
Oportunidades de negócio, decisões, artigos, cases, etc.
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