Terreno para incorporação em Cotia, São Paulo. Descrição: Terreno urbano localizado na Rua Sudão, Bairro Recanto Vista Alegre, em Cotia/SP, com área total de 20.005,00 metros quadrados. O imóvel possui uma área de preservação permanente e está inscrito no Cadastro Ambiental Rural – CAR.
Apartamento de 45m² em Leilão — Rua Nelson Raineri, nº 2073 Apto. 342- A, Recanto Vista Alegre, Cotia
Rua Nelson Raineri, nº 2073 Apto. 342- A, Recanto Vista Alegre, Cotia, SP
Recanto Vista Alegre, Cotia, SP

Valores e datas principais
Informações do imóvel
O apartamento de 45m² com 2 quartos e 1 vaga de garagem, na Rua Nelson Raineri, nº 2073 Apto. 342- A, Recanto Vista Alegre, Cotia/SP, está em leilão extrajudicial conduzido por Deonizia Leilões. Avaliado em R$ 215.000. 1º leilão em 09/12/2026, por R$ 290.841. 2º leilão em 15/12/2026, por R$ 248.219. Em leilões extrajudiciais, a propriedade é transferida por escritura pública após a consolidação, com possibilidade de purgação da mora até esse momento. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Leilão extrajudicial de imóveis em São Paulo: como funciona →
Rua Nelson Raineri, nº 2073 Apto. 342- A, Recanto Vista Alegre, Cotia, SP Apartamento em Cotia, São Paulo. Descrição: Apartamento com 45,19m² de área privativa e 82,29m² de área total. Possui 2 quartos, banheiro, sala, cozinha e 1 vaga de garagem. Localizado no bairro Recanto Vista Alegre, no condomínio Jardim das Rosas.
- Prazo de purgação da mora até a consolidação da propriedade
- Regularidade da notificação do devedor
- Condições para obtenção da escritura pública
Dados principais
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Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
Antes de dar lance neste imóvel, conheça o estudo de viabilidade jurídica deste imóvel e a assessoria jurídica para arrematar este imóvel.
Assessoria jurídica completa para arrematação de imóveis em leilões judiciais e extrajudiciais.
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Apartamento em Cotia, São Paulo, com 42,69m² de área privativa. Descrição: Este apartamento possui 42,69m² de área privativa e conta com 2 quartos, banheiro, sala, cozinha e uma vaga de garagem. Localizado na Estrada Velha de Itapevi II, no Recanto Vista Alegre, o imóvel oferece diversas comodidades, incluindo piscina, quadra esportiva, playgrounds e salão de festas, além de portaria 24 horas. Nas proximidades, há opções de compras e serviços, como o Shopping Granja Vianna e o Parque Teresa Maia, além de fácil acesso pela Rodovia Raposo Tavares. O pagamento é aceito à vista, com possibilidade de financiamento na modalidade SBPE.

Apartamento em Cotia, São Paulo. Descrição: Lote 403 localizado na Rua Nelson Raineri, nº 702, Apto. 21, Bloco 04, 2º Pavimento, no bairro Recanto Vista Alegre, em Cotia/SP. O apartamento possui 79,44 m² de área total e 42,69 m² de área privativa, com 2 quartos, sala, cozinha, área de serviço, banheiro e 1 vaga de garagem. O valor de avaliação é de R$ 200.000,00 e o valor de venda é de R$ 120.882,70.

Apartamento em Cotia, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado no Jardim das Rosas, Cotia, SP. O apartamento possui área total de 88,51 m² e área privativa de 50,74 m². Conta com 2 quartos e 1 banheiro.
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Cotia, na Grande São Paulo, é um município de fortes contrastes no vetor oeste da região. De um lado, a Granja Viana, com condomínios e chácaras de alto padrão, comércio sofisticado e um modo de vida que combina a metrópole com o verde; de outro, áreas urbanas e populares consolidadas e um amplo cinturão de glebas de feição rural, herança da sua histórica vocação agrícola. Essa diversidade alimenta um mercado de leilão de imóveis variado: convivem casas em condomínio, apartamentos urbanos, chácaras e até glebas maiores. O deságio entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça pode resultar em aquisição vantajosa, mas o retorno não vem do desconto isolado, e sim da conjugação entre a localização, a vocação do imóvel e a situação jurídica passível de regularização — aferida no Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance, com atenção, em Cotia, à própria natureza do imóvel, rural ou urbana. Com mais de 1.300 arrematações em 20 anos, o Cataldo Siston Advogados assessora arrematantes em leilão de imóveis e direito imobiliário em toda a região.
A leitura precede o lance. Convém lembrar que as oportunidades de leilão de imóveis vêm de dois fluxos distintos: as consolidações fiduciárias (Lei 9.514/1997), que acompanham a mancha de financiamento bancário dos últimos ciclos de lançamento, e as hastas judiciais — execuções de cotas condominiais, execuções fiscais de IPTU, execuções cíveis e alienações em inventário —, que acompanham a densidade e a idade do estoque vertical; em Cotia, os dois fluxos convivem, com as consolidações fiduciárias mais presentes no estoque financiado da Granja Viana e dos bairros urbanos, e as hastas judiciais alcançando também as chácaras e as glebas de feição rural. E é justamente aí que se impõe uma questão que antecede as demais: a do enquadramento do imóvel como rural ou urbano. O critério primário é o da localização — o Código Tributário Nacional considera urbano o imóvel situado em zona urbana definida em lei municipal e dotada dos melhoramentos que enumera (art. 32). Esse critério, porém, é temperado pelo da destinação: o Decreto-Lei 57/1966 (art. 15) afasta a incidência do IPTU, sujeitando o imóvel ao ITR, quando ele, ainda que situado em zona urbana, seja comprovadamente utilizado em exploração extrativa vegetal, agrícola, pecuária ou agroindustrial. O Superior Tribunal de Justiça consolidou esse entendimento em recurso repetitivo (Tema 174, REsp 1.112.646), de sorte que a destinação rural pode prevalecer sobre a localização urbana. A definição não é mera etiqueta tributária: dela dependem o tributo aplicável, o regime de parcelamento — a Lei 6.766/1979 para o solo urbano, as regras do INCRA e do módulo rural para o imóvel rural —, as exigências registrais e até eventuais condicionantes ambientais, frequentes numa cidade com áreas de proteção como Cotia. Para o arrematante, portanto, aferir desde logo a natureza do imóvel — pela leitura da matrícula, do edital e da destinação efetiva da área — é o que evita surpresas quanto a tributos, à possibilidade de desmembramento e à regularização. Essa análise, conduzida sob a ótica do direito imobiliário, integra o Estudo de Viabilidade Jurídica.
O deságio varia conforme a praça, a modalidade e o estado de ocupação do imóvel, não havendo percentual fixo. Como regra geral do procedimento, a primeira praça tende a partir do valor de avaliação e a segunda admite lance inferior, vedado o preço vil (art. 891 do CPC). Em Cotia, o contraste entre os segmentos é o fator decisivo: a concorrência e a liquidez de saída diferem muito entre uma casa em condomínio na Granja Viana, um apartamento urbano e uma chácara de feição rural — cuja própria natureza, rural ou urbana, repercute no valor e na destinação. Convém, ainda, somar ao lance a comissão do leiloeiro, o ITBI do município, o registro e os eventuais débitos. A faixa concreta de cada lote só se afere com a leitura do edital específico — análise que antecede qualquer decisão de lance.
O ponto de partida é a contratação formal da assessoria jurídica especializada, anterior ao lance. A partir dela, o escritório conduz o Estudo de Viabilidade Jurídica do lote de interesse — exame do processo ou procedimento de origem, da matrícula, do edital, dos débitos e dos riscos de vícios —, e, em Cotia, afere de início a natureza do imóvel, distinguindo o urbano do rural e apurando as consequências de cada enquadramento para o tributo, o parcelamento e o registro. Após a arrematação, acompanha as etapas subsequentes, do registro da carta de arrematação à imissão na posse, quando cabível. É esse encadeamento técnico que distingue a aquisição segura da aposta especulativa.
Como funciona o leilão de imóveis
O leilão judicial ocorre no curso de um processo — em regra execução ou cumprimento de sentença — como ato de expropriação disciplinado pelo Código de Processo Civil (arts. 879 a 903), com avaliação, edital, praças e formalização por auto e carta de arrematação. O leilão extrajudicial, conduzido fora do Judiciário, tem como hipótese mais difundida a execução da garantia em alienação fiduciária (Lei 9.514/1997), após a consolidação da propriedade em nome do credor. A natureza do certame define prazos, encargos e o caminho de desocupação — por isso é o primeiro ponto a verificar no edital.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
O ITBI é tributo municipal que incide sobre a transmissão onerosa do imóvel. Como Cotia é município autônomo da Grande São Paulo, aplica-se a legislação tributária do próprio município, com alíquota a confirmar junto à Prefeitura de Cotia — não se lhe aplicando o regime da capital nem o de qualquer outra praça da região. Vale notar que o ITBI incide sobre a transmissão de imóveis urbanos; tratando-se de imóvel de natureza rural, há particularidades quanto à tributação da transmissão que merecem exame, daí a relevância de aferir o enquadramento. Quanto à base de cálculo, na arrematação em hasta pública ela tende a corresponder ao próprio valor da arrematação, e não ao valor venal de referência, em linha com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. O recolhimento antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura, título que, levado a registro, consolida a aquisição. Convém confirmar a alíquota e a base vigentes no município antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Conhecer Cotia
Cotia guarda uma identidade dupla, entre a metrópole e o campo. A Granja Viana, na divisa com a capital, tornou-se sinônimo de qualidade de vida, com condomínios, chácaras, gastronomia e comércio sofisticado em meio à vegetação. Ao mesmo tempo, o município preserva extensas áreas verdes e de proteção ambiental, como a Reserva do Morro Grande, e mantém viva a memória da sua vocação agrícola, marcada pela atuação histórica da Cooperativa Agrícola de Cotia, uma das maiores do país em seu tempo. O centro e os bairros mais urbanos completam o mosaico, com comércio e serviços de cidade. Essa combinação — o alto padrão da Granja Viana, o verde preservado e a herança rural — confere a Cotia um perfil singular, que sustenta a procura e a liquidez dos imóveis ao longo dos ciclos de mercado, fator relevante para quem arremata pensando em moradia ou investimento.
Cotia estrutura-se ao longo da Rodovia Raposo Tavares, a sua principal espinha viária, que a liga diretamente à capital e ao interior, complementada pelo Rodoanel Mário Covas, que articula os eixos da região. A Granja Viana concentra um corredor de comércio, serviços, escolas e gastronomia de alto padrão, enquanto o centro e os bairros urbanos dispõem de infraestrutura completa de cidade. Estradas como a de Caucaia do Alto e a do Morro Grande conectam as áreas mais rurais e de proteção ambiental, e o transporte metropolitano integra o município à capital. O estoque imobiliário cobre desde casas em condomínio e chácaras na Granja Viana até apartamentos e casas nos bairros urbanos e glebas de feição rural. Essa infraestrutura, somada à proximidade da capital, sustenta a procura e a liquidez dos imóveis arrematados em Cotia.
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