
Terreno de 800m² localizado no Leblon, Rio de Janeiro. Descrição: Terreno com 800m² situado na Rua Timóteo da Costa, nº 988, lote 38, no bairro Leblon, Rio de Janeiro/RJ. Avaliação do imóvel é de R$ 9.775.000,00.
Apartamentos e coberturas de alto padrão em leilão judicial e extrajudicial no Leblon — da Avenida Delfim Moreira, de frente para o mar, à Rua Dias Ferreira e ao Jardim de Alah. No endereço mais valorizado do país, onde a oferta é escassa, cada oportunidade é precedida de leitura documental e orientação em direito imobiliário.

Catálogo em números
Em 31 de outubro de 2026, o catálogo reúne 7 imóveis em leilão no Leblon: 29% judiciais e 71% extrajudiciais; o tipo mais comum são apartamentos (29%).

Terreno de 800m² localizado no Leblon, Rio de Janeiro. Descrição: Terreno com 800m² situado na Rua Timóteo da Costa, nº 988, lote 38, no bairro Leblon, Rio de Janeiro/RJ. Avaliação do imóvel é de R$ 9.775.000,00.
Imóvel localizado na Av. General San Martin, 889, Leblon, Rio de Janeiro/RJ. Descrição: O imóvel é um prédio e respectivo terreno medindo 12,00m de frente para a Av. General San Martin e 10,00m para a Rua General Venancio Flores, com uma área construída de 232m². Avaliado em R$ 4.000.000,00, o valor atualizado corresponde a R$ 5.598.411,00. O imóvel está locado a OROPRATABRONZE RESTAURANTES LTDA e possui hipoteca em favor do Banco Itaú-Unibanco SA. A arrematação extingue a hipoteca, e os interessados devem observar eventuais penhoras e dívidas relacionadas ao imóvel.

Apartamento no Leblon, Rio de Janeiro. Descrição: O imóvel é um apartamento 104 localizado na Rua Professor Saboya Ribeiro, 60, no Leblon. Apresenta excelente estado de conservação e é composto por sala, três quartos, dois banheiros sociais, cozinha, área de serviço e um quarto de empregada suíte. A área construída é de 86m².
Imóvel de 800m² localizado em Leblon, Rio de Janeiro. Descrição: Lote de terreno nº 38 quadra F, situado no nº 988 da rua Timóteo da Costa, no bairro Leblon, Rio de Janeiro/RJ, com uma área total de cerca de 800m².

Imóvel comercial de esquina em Leblon, Rio de Janeiro. Descrição: Prédio comercial de esquina, onde está instalado o restaurante Oro, localizado na Av. General San Martin 889, Leblon, Rio de Janeiro. O imóvel inclui o terreno e as respectivas construções. É possível pagar em até 60 vezes.

Imóvel no Jardim Pernambuco, Leblon, Rio de Janeiro. Descrição: Mansão localizada no condomínio mais luxuoso do Leblon, com terreno e respectivas construções. O imóvel está disponível para pagamento em até 60 vezes.
Conte o que você busca: nossa equipe acompanha os editais abertos em Leblon, na Zona Sul e em todo o Rio de Janeiro e pode orientar a próxima oportunidade de leilão de imóveis.
Vizinho de Ipanema, entre a Lagoa Rodrigo de Freitas e o mar, o Leblon reúne o metro quadrado mais valorizado do país em um bairro pequeno, contido e essencialmente residencial. No leilão de imóveis, essa condição o coloca no topo absoluto da escala: o estoque é formado por apartamentos de alto padrão e coberturas, da orla exclusiva da Avenida Delfim Moreira às quadras internas próximas ao Jardim de Alah.
A particularidade do Leblon é a escassez: por ser um bairro pequeno e de baixa oferta, poucos lotes chegam a leilão, o que torna cada oportunidade rara. Soma-se a isso a magnitude dos valores — dado o patamar de preço, mesmo deságios percentuais moderados podem representar cifras absolutas expressivas — e uma disputa de lances naturalmente acirrada, que valoriza a habilitação prévia e a estratégia de participação. Um imóvel arrematado por valor inferior ao da avaliação só se converte em vantagem efetiva, porém, após o exame da situação jurídica — análise conduzida sob a ótica do direito imobiliário antes de qualquer lance.
No Leblon, dois pontos pedem atenção: a frequência de imóveis de alto padrão oriundos de espólio e inventário, com a cadeia dominial a conferir, e os apartamentos da orla, na Avenida Delfim Moreira, que podem envolver área de marinha, com aforamento e foro à União. Somados à leitura do edital, da matrícula e da cadeia dominial, esses pontos dimensionam ônus, ocupação e o caminho de regularização. É esse trabalho técnico que separa a aparência de oportunidade da oportunidade real.
Comprar no Leblon
O Leblon reúne o metro quadrado mais valorizado do Brasil, em um bairro pequeno, residencial e de oferta naturalmente escassa. No leilão de imóveis, essa combinação tem duas consequências: poucos lotes chegam a leilão, o que torna cada oportunidade rara, e o deságio — a diferença entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça — expressa-se em cifras absolutas particularmente elevadas. A disputa de lances tende a ser acirrada, o que valoriza a habilitação prévia e a estratégia de participação. A vantagem efetiva depende de exame jurídico prévio da matrícula, do edital e da situação possessória; cada lote deve ser avaliado individualmente no Estudo de Viabilidade Jurídica.
É indispensável analisar a matrícula atualizada, a integralidade do edital, a natureza do leilão — judicial ou extrajudicial —, eventuais ônus reais e gravames, a situação de ocupação e os débitos condominiais e tributários. No Leblon, dois pontos pedem atenção: a frequência de imóveis de alto padrão oriundos de espólio e inventário, com a cadeia dominial a conferir, e os apartamentos da orla, na Avenida Delfim Moreira, que podem envolver área de marinha, com regime de aforamento e foro à União. No leilão judicial, débitos tributários propter rem em regra sub-rogam-se sobre o preço (art. 130, parágrafo único, do CTN); no extrajudicial, regido pela Lei 9.514/1997, a disciplina pode variar conforme o edital. Tudo isso integra o Estudo de Viabilidade Jurídica.
O deságio decorre da diferença entre o valor de avaliação e o lance mínimo admitido em segunda praça, percentual definido em cada edital e variável caso a caso. Não há percentual garantido nem estimativa de valor de mercado por imóvel: cada lote deve ser avaliado individualmente, a partir do edital e da documentação que o instrui. No Leblon, por se tratar do patamar de preço mais alto do país, mesmo deságios percentuais moderados podem representar cifras absolutas expressivas — e, dada a escassez de oferta, cada lote merece análise documental detida.
A ocupação é circunstância juridicamente endereçável também no Leblon. No leilão judicial, a desocupação ordinariamente se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, a retomada observa o procedimento da Lei 9.514/1997. O exame prévio da situação possessória permite dimensionar prazos e o caminho adequado antes da decisão de lance.
Como funciona o leilão de imóveis
O ponto de partida é selecionar o imóvel de interesse no Leblon — apartamento na Avenida Delfim Moreira, na Rua Dias Ferreira ou próximo ao Jardim de Alah — e submeter o edital e a matrícula à análise jurídica especializada antes de qualquer lance. A Cataldo Siston conduz a leitura documental, verifica a cadeia dominial nos imóveis de espólio e eventual área de marinha na orla, esclarece a natureza do leilão e acompanha o arrematante nas etapas seguintes — habilitação, lance, auto e carta de arrematação e, quando cabível, imissão na posse.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
No município do Rio de Janeiro, a alíquota do ITBI é de 3%. A base de cálculo, na arrematação em hasta pública, tende a ser o próprio valor da arrematação — ainda que a cobrança sobre o valor de referência municipal já tenha gerado discussão, com entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. O recolhimento antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a base aplicável a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver no Leblon
O Leblon é o bairro mais sofisticado do Rio, vizinho de Ipanema, com uma praia tranquila emoldurada pelos Dois Irmãos e pelo Morro do Vidigal. A Rua Dias Ferreira é um dos principais polos gastronômicos da cidade, reunindo restaurantes premiados e bares. O Jardim de Alah, canal que separa o Leblon de Ipanema, conecta a praia à Lagoa Rodrigo de Freitas, ponto de caminhadas e esportes. O Mirante do Leblon, no fim da praia, oferece uma das vistas mais belas do pôr do sol carioca. Comércio refinado, livrarias e cinemas completam o bairro.
O Leblon é um dos bairros mais bem servidos e exclusivos do Rio, com comércio de alto padrão concentrado na Avenida Ataulfo de Paiva e na Rua Dias Ferreira, além de restaurantes, livrarias e o Shopping Leblon. A mobilidade conta com a estação Jardim de Alah, da Linha 4 do metrô, que liga o bairro à Barra e ao restante da Zona Sul, somada a ampla oferta de transporte. Essa infraestrutura, com a praia e a Lagoa, sustenta a liquidez excepcional e a escassez de oferta que caracterizam os imóveis do bairro ao longo dos ciclos de mercado.
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