Apartamento em Copacabana, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel localizado na Rua Conselheiro Lafaiete, 15, Apartamento 402, no bairro Copacabana, Rio de Janeiro/RJ. O apartamento será leiloado no estado de conservação e condições em que se encontra. Fotos são meramente ilustrativas e recomenda-se realizar visita ao bem. O pagamento pode ser feito à vista ou com entrada e 59 parcelas corrigidas.
Apartamento em Leilão — Rua Conselheiro Lafaiete, 15, Copacabana, Rio de Janeiro
Rua Conselheiro Lafaiete, 15, Copacabana, Rio de Janeiro, RJ
Copacabana, Rio de Janeiro, RJ

Valores e datas principais
Informações do imóvel
O apartamento, na Rua Conselheiro Lafaiete, 15, Copacabana, Rio de Janeiro/RJ, está em leilão judicial conduzido por Leilões JA. Avaliado em R$ 1.700.000. 1º leilão em 10/11/2026, por R$ 850.000. Em leilões judiciais, a arrematação é formalizada por carta de arrematação e a imissão na posse ocorre por mandado judicial, nos termos do art. 903 do CPC. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Leilão judicial de imóveis no Rio de Janeiro: como funciona →
Rua Conselheiro Lafaiete, 15, Copacabana, Rio de Janeiro, RJ Apartamento em Copacabana, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel localizado na rua Conselheiro Lafaiete, 15, Copacabana, Rio de Janeiro/RJ.
- Regularidade do processo e eventuais recursos pendentes contra a arrematação
- Ônus e certidões da matrícula (CPC arts. 879-903)
- Prazo e condições para a carta de arrematação e a imissão na posse
Dados principais
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Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
Antes de dar lance neste imóvel, conheça o estudo de viabilidade jurídica deste imóvel e a assessoria jurídica para arrematar este imóvel.
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Apartamento em Copacabana, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel com aproximadamente 38m², localizado na Rua Paula Freitas, nº 32, Edifício Country, Copacabana/RJ. O apartamento possui 01 quarto e 01 banheiro, sendo do tipo conjugado.

Apartamento na quadra da praia de Copacabana, Rio de Janeiro. Descrição: O imóvel em questão é um apartamento nº 203 do Edifício Country, localizado na Rua Paula Freitas, nº 32, no bairro de Copacabana, Rio de Janeiro - RJ. Trata-se de um apartamento conjugado com área privativa de aproximadamente 38m², configurado por 1 quarto, 1 banheiro, sala e cozinha integradas. O condomínio, construído na década de 1950, oferece portaria 24 horas, elevador e gás encanado, além de estar estrategicamente situado na Zona Sul, próximo à praia de Copacabana, estações de metrô e uma ampla rede de comércio local.
Apartamento em Copacabana, Rio de Janeiro. Descrição: Apartamento 203, do edifício Country, localizado na Rua Paula Freitas, 32, Copacabana, Rio de Janeiro/RJ, com aproximadamente 38m². A penhora recaiu sobre 50% do bem. Verifique com o vendedor se a penhora se refere ao bem todo ou apenas a parte dele.
Comprar em Copacabana
Copacabana é um dos bairros de maior liquidez do país: apartamentos bem localizados mantêm demanda firme para moradia, locação tradicional e temporada, o que reduz o risco de imobilização do capital. No leilão de imóveis, isso potencializa a relevância do deságio — a diferença entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça. A vantagem efetiva, contudo, depende de exame jurídico prévio da matrícula, do edital e da situação possessória, sobretudo porque o bairro concentra prédios antigos e imóveis oriundos de inventário. Cada lote deve ser avaliado individualmente no Estudo de Viabilidade Jurídica.
É indispensável analisar a matrícula atualizada, a integralidade do edital, a natureza do leilão — judicial ou extrajudicial —, eventuais ônus reais e gravames, a situação de ocupação e os débitos condominiais e tributários. Em Copacabana, dois pontos pedem atenção: a forte presença de prédios antigos, com convenções e taxas condominiais a conferir, e os imóveis da orla, na Avenida Atlântica, que podem envolver área de marinha, com regime de aforamento e foro à União. No leilão judicial, débitos tributários propter rem em regra sub-rogam-se sobre o preço (art. 130, parágrafo único, do CTN); no extrajudicial, regido pela Lei 9.514/1997, a disciplina pode variar conforme o edital. Tudo isso integra o Estudo de Viabilidade Jurídica.
O deságio decorre da diferença entre o valor de avaliação e o lance mínimo admitido em segunda praça, percentual definido em cada edital e variável caso a caso. Não há percentual garantido nem estimativa de valor de mercado por imóvel: cada lote deve ser avaliado individualmente, a partir do edital e da documentação que o instrui. Em Copacabana, a alta liquidez do bairro tende a tornar o deságio especialmente relevante, pois o ativo costuma manter demanda consistente para revenda e locação.
A ocupação é circunstância frequente em Copacabana, dada a densidade do bairro, e é juridicamente endereçável. No leilão judicial, a desocupação ordinariamente se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, a retomada observa o procedimento da Lei 9.514/1997. O exame prévio da situação possessória permite dimensionar prazos e o caminho adequado antes da decisão de lance.
Como funciona o leilão de imóveis
O ponto de partida é selecionar o imóvel de interesse em Copacabana — de uma quitinete na Posta 6 a um apartamento de frente para a praia na Avenida Atlântica — e submeter o edital e a matrícula à análise jurídica especializada antes de qualquer lance. A Cataldo Siston conduz a leitura documental, verifica eventual incidência de área de marinha nos imóveis da orla, esclarece a natureza do leilão e acompanha o arrematante nas etapas seguintes — habilitação, lance, auto e carta de arrematação e, quando cabível, imissão na posse.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
No município do Rio de Janeiro, a alíquota do ITBI é de 3%. A base de cálculo, na arrematação em hasta pública, tende a ser o próprio valor da arrematação — ainda que a cobrança sobre o valor de referência municipal já tenha gerado discussão, com entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. O recolhimento antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a base aplicável a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver em Copacabana
Copacabana, a Princesinha do Mar, tem como cartão-postal a praia em arco de quatro quilômetros, com o calçadão de pedras portuguesas em ondas projetado por Roberto Burle Marx. No extremo sul, o Forte de Copacabana abriga o Museu Histórico do Exército e cafés com vista para a orla; ao norte, o Forte Duque de Caxias, no Morro do Leme. O bairro sedia o maior Réveillon do mundo na virada do ano e reúne hotéis históricos, o calçadão, ciclovia e intensa vida de comércio, bares e restaurantes — atributos que sustentam a demanda imobiliária ao longo do ano.
Copacabana é um dos bairros mais completos e densos do Rio, plenamente servido de comércio, serviços, hospitais e escolas. A Avenida Nossa Senhora de Copacabana concentra o comércio de rua, e o bairro é atendido por três estações da Linha 1 do metrô — Cardeal Arcoverde, Siqueira Campos e Cantagalo —, além de farta oferta de transporte e da ciclovia da orla. Essa infraestrutura, somada à praia e à vida cultural, sustenta a liquidez dos imóveis do bairro ao longo dos ciclos de mercado, fator relevante para quem arremata pensando em moradia, revenda ou locação.
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