Apartamento em Vila Mariana, São Paulo. Descrição: Um apartamento nº 175, localizado no 17º andar do Edifício Champs Du Monte Carlo, situado à Rua Conde de Irajá, nº 184, com área construída de 145,0891m², sendo 84,9675m² de área privativa e 18,5664m² de área útil comum. O imóvel conta com duas vagas na garagem em local indeterminado, correspondendo a uma fração ideal de 44,1481m² no terreno. O valor de avaliação é de R$ 941.956,55. O arrematante não possui responsabilidades pelos débitos tributários que já incidiam sobre o imóvel na data de sua alienação. Não há débitos de IPTU ou condomínio. Após a arrematação, será possível solicitar a baixa de penhoras e outros ônus que recaiam sobre o imóvel.
Apartamento de 64m² em Leilão — Rua Maestro Cállia 215, Vila Mariana, São Paulo
Rua Maestro Cállia 215, Vila Mariana, São Paulo, SP
Vila Mariana, São Paulo, SP

Valores e datas principais
Informações do imóvel
O apartamento de 64m² com 1 vaga de garagem, na Rua Maestro Cállia 215, Vila Mariana, São Paulo/SP, está em leilão judicial conduzido por Leilão Brasil. Avaliado em R$ 752.597. 1º leilão em 03/11/2026, por R$ 752.597. 2º leilão em 27/11/2026, por R$ 451.558 (40% abaixo da avaliação). Em leilões judiciais, a arrematação é formalizada por carta de arrematação e a imissão na posse ocorre por mandado judicial, nos termos do art. 903 do CPC. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Leilão judicial de imóveis em São Paulo: como funciona →
Rua Maestro Cállia 215, Vila Mariana, São Paulo, SP Apartamento na Vila Mariana, São Paulo. Descrição: Apartamento nº 22 no 2º andar do Edifício Jaqueline, localizado na Rua Maestro Cállia, com uma área útil de 63,80 m² e área comum de 95,52 m², totalizando uma área de 159,32 m², incluindo uma vaga de garagem de 25,32 m². O imóvel possui uma fração ideal no terreno e coisas comuns de 1/24 ávos. O débito de IPTU é de R$ 60.450,43 e o débito exequendo é de R$ 263.642,80. A avaliação do imóvel é de R$ 758.473,91. O pagamento pode ser feito à vista ou em até 30 parcelas, conforme as regras do edital.
- Regularidade do processo e eventuais recursos pendentes contra a arrematação
- Ônus e certidões da matrícula (CPC arts. 879-903)
- Prazo e condições para a carta de arrematação e a imissão na posse
- Débitos: O débito de IPTU é de R$ 60.450,43 e o débito exequendo é de R$ 263.642,80.
Trechos citados literalmente da descrição do leiloeiro. Confirme na matrícula e no edital antes do lance.
Dados principais
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Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
Antes de dar lance neste imóvel, conheça o estudo de viabilidade jurídica deste imóvel e a assessoria jurídica para arrematar este imóvel.
Assessoria jurídica completa para arrematação de imóveis em leilões judiciais e extrajudiciais.
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Confira outros imóveis disponíveis em Vila Mariana, São Paulo

Conjunto comercial na Vila Mariana, São Paulo. Descrição: Imóvel comercial localizado no 6º andar do “Condomínio Edifício Dualib Office Tower”, com área privativa de 44,57 m² e área total de 98,587 m². O conjunto 62 possui uma vaga de garagem e está situado em uma região com portaria, câmeras de segurança, catracas e elevadores, além de fácil acesso a restaurantes, escolas, supermercados e à linha de metrô. O imóvel está desocupado e a avaliação é de R$ 300.000,00, com lance mínimo de 50% no 2º pregão. Propostas parceladas são aceitas, com sinal à vista de 25% e o restante em até 30 meses.

Apartamento em São Paulo, SP, com 139,58m². Descrição: Trata-se da metade ideal dos direitos decorrentes do compromisso de venda e compra do apartamento nº 82, localizado no 8º andar do Edifício Maison Cristal, na Rua Professora Carolina Ribeiro, nº 165, no 9º Subdistrito – Vila Mariana. O imóvel possui uma área privativa de 139,58m² e uma área comum de 151,357m², totalizando 290,937m². O apartamento conta com o direito de uso de 03 vagas indeterminadas no subsolo. O edifício oferece diversas comodidades, incluindo piscina, academia de ginástica, salão de festas, churrasqueira, playground e quadra poliesportiva. O valor da avaliação é de R$ 890.000,00.

Apartamento localizado na Vila Mariana, São Paulo, com área privativa de 65,83m². Descrição: O imóvel é um apartamento nº 111, situado no 11º andar do "Condomínio Edifício True Chácara Klabin", na Rua Flávio de Melo, 180. A área total construída é de 145,146m², incluindo a área privativa e a área comum. O apartamento possui direito a guarda de dois automóveis na garagem coletiva do edifício. Há alienação fiduciária com saldo devedor de R$ 831.101,08 e débitos condominiais de R$ 28.729,63 até 18/03/2026. O valor total da avaliação do imóvel é de R$ 940.000,00, com lance mínimo do leilão de 70%.
Comprar na Vila Mariana
A Vila Mariana é um dos bairros residenciais mais consolidados e cobiçados da Zona Sul paulistana, o que a torna um campo de elevada liquidez para o leilão de imóveis. Diferentemente do eixo corporativo da Faria Lima, a Vila Mariana combina perfil residencial de classe média e alta, forte vocação cultural e universitária e excelente conectividade pela Linha 1-Azul do Metrô. Esse conjunto de atributos sustenta a revenda e a locação ao longo dos ciclos de mercado. O deságio entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça, somado a essa liquidez, pode resultar em aquisição vantajosa. O retorno, contudo, não decorre do desconto isolado, mas da conjugação entre localização consolidada e situação jurídica passível de regularização — aferida no Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance. Com mais de 1.300 arrematações em 20 anos, o Cataldo Siston Advogados assessora arrematantes em leilão de imóveis e direito imobiliário em todas as etapas.
A leitura precede o lance. Examinam-se o edital e a origem da expropriação — execução, cumprimento de sentença ou alienação fiduciária regida pela Lei 9.514/1997 —, a matrícula atualizada e a cadeia dominial, os ônus reais e averbações, a existência de ocupação e a sua natureza, além dos débitos de IPTU e de condomínio. Na Vila Mariana, onde convivem edifícios antigos de padrão consolidado e lançamentos recentes, merecem atenção a regularidade da convenção de condomínio, eventuais rateios extraordinários e, em imóveis mais antigos, a averbação de reformas e a situação do habite-se. Todo esse diagnóstico integra o Estudo de Viabilidade Jurídica, conduzido sob a ótica do direito imobiliário.
O deságio varia conforme a praça, a modalidade e o estado de ocupação do imóvel, não havendo percentual fixo. Como regra geral do procedimento, a primeira praça tende a partir do valor de avaliação e a segunda admite lance inferior, vedado o preço vil (art. 891 do CPC). Na Vila Mariana, a forte demanda por moradia e a densidade de interessados tendem a comprimir o deságio em relação a bairros menos valorizados, ao passo que a qualidade da localização favorece a recolocação do ativo. A faixa concreta de cada lote, todavia, só se afere com a leitura do edital específico — análise que antecede qualquer decisão de lance.
O ponto de partida é a contratação formal da assessoria jurídica especializada, anterior ao lance. A partir dela, o escritório conduz o Estudo de Viabilidade Jurídica do lote de interesse — exame do processo ou procedimento de origem, da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio e dos riscos de vícios — e orienta a calibragem do lance com base em informação verificada. Após a arrematação, acompanha as etapas subsequentes, da carta de arrematação à imissão na posse, quando cabível. É esse encadeamento técnico que distingue a aquisição segura da aposta especulativa.
Como funciona o leilão de imóveis
O leilão judicial ocorre no curso de um processo — em regra execução ou cumprimento de sentença — como ato de expropriação disciplinado pelo Código de Processo Civil (arts. 879 a 903), com avaliação, edital, praças e formalização por auto e carta de arrematação. O leilão extrajudicial, conduzido fora do Judiciário, tem como hipótese mais difundida a execução da garantia em alienação fiduciária (Lei 9.514/1997), após a consolidação da propriedade em nome do credor. A natureza do certame define prazos, encargos e o caminho de desocupação — por isso é o primeiro ponto a verificar no edital.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
O ITBI é tributo de competência municipal, de modo que, na Vila Mariana, incide a legislação do município de São Paulo, com alíquota a confirmar junto à Prefeitura de São Paulo — distinta, em base e em percentual, da de outros municípios. Quanto à base de cálculo, na arrematação em hasta pública ela tende a corresponder ao próprio valor da arrematação, e não ao valor venal de referência, em linha com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. O recolhimento antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a base e a alíquota aplicáveis a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver na Vila Mariana
A Vila Mariana é um polo cultural, universitário e de lazer da Zona Sul. Faz divisa com o Parque Ibirapuera, um dos maiores parques urbanos da cidade, e abriga equipamentos como o Museu da Imagem e do Som (MIS), o Teatro Sérgio Cardoso e instituições de ensino de grande porte, como a Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP/Escola Paulista de Medicina). A região reúne ainda forte polo de saúde, ampla oferta de gastronomia e comércio de rua tradicional. É servida pela Linha 1-Azul do Metrô, com as estações Vila Mariana, Ana Rosa e Santa Cruz. Essa combinação de cultura, ensino, saúde e mobilidade sustenta a liquidez dos imóveis ao longo dos ciclos de mercado, fator relevante para quem arremata pensando em moradia, revenda ou locação.
A Vila Mariana é um bairro de infraestrutura completa e perfil residencial consolidado, com forte presença de instituições de ensino, hospitais e comércio de rua. A mobilidade é um de seus maiores diferenciais: a Linha 1-Azul do Metrô (estações Vila Mariana, Ana Rosa e Santa Cruz) e a integração com a Linha 2-Verde em Ana Rosa conectam o bairro ao centro, à Avenida Paulista e ao restante da cidade, e as avenidas Domingos de Morais e Vergueiro estruturam o acesso viário. Essa infraestrutura, somada à proximidade com o Parque Ibirapuera, sustenta a valorização e a liquidez dos imóveis arrematados no bairro.
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