Conjunto comercial em Campo Belo, São Paulo. Descrição: Conjunto comercial localizado na Avenida Vereador José Diniz, nº 3.651, no 11º andar do "Edifício Silver Tower". O imóvel possui uma área útil de 37,230m² e uma vaga de garagem. A unidade é designada como Sala para Escritório nº 115 e apresenta características que incluem a necessidade de reparos simples a importantes, devido a alterações realizadas anteriormente. A área total do imóvel, incluindo a fração ideal de terreno, é de 85,054m².
Comercial de 1624m² em Leilão — Avenida Washington Luís, 1.576, Bloco B (Edifício Ipê), Santo Amaro, São Paulo
Avenida Washington Luís, 1.576, Bloco B (Edifício Ipê), Santo Amaro, São Paulo, SP
Santo Amaro, São Paulo, SP

Valores e datas principais
Informações do imóvel
O imóvel comercial de 1624m² com 2 vagas de garagem, na Avenida Washington Luís, 1.576, Bloco B (Edifício Ipê), Santo Amaro, São Paulo/SP, está em leilão judicial conduzido por Priscila Jordão. Avaliado em R$ 196.000. 1º leilão em 19/11/2026, por R$ 78.400. Em leilões judiciais, a arrematação é formalizada por carta de arrematação e a imissão na posse ocorre por mandado judicial, nos termos do art. 903 do CPC. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Leilão judicial de imóveis em São Paulo: como funciona →
Avenida Washington Luís, 1.576, Bloco B (Edifício Ipê), Santo Amaro, São Paulo, SP Imóvel localizado em Santo Amaro, São Paulo, com duas vagas de garagem. Descrição: O leilão refere-se a duas vagas de garagem designadas pelos números 88 e 89, situadas no Bloco B do Edifício Ipê, no Condomínio Reserva Casa Grande, em Santo Amaro, São Paulo. Cada vaga possui uma área útil de 1.623,600m², com uma área comum de 3.296,400m² e uma área total de 4.920,000m². O imóvel está avaliado em R$ 196.000,00, e o lance mínimo do leilão é de 40% da avaliação. O imóvel está sujeito a hipoteca e penhoras em outros processos.
- Regularidade do processo e eventuais recursos pendentes contra a arrematação
- Ônus e certidões da matrícula (CPC arts. 879-903)
- Prazo e condições para a carta de arrematação e a imissão na posse
Dados principais
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Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
Antes de dar lance neste imóvel, conheça o estudo de viabilidade jurídica deste imóvel e a assessoria jurídica para arrematar este imóvel.
Assessoria jurídica completa para arrematação de imóveis em leilões judiciais e extrajudiciais.
Saiba mais sobre a nossa assessoria jurídicaImóveis em Santo Amaro, São Paulo
Confira outros imóveis disponíveis em Santo Amaro, São Paulo

Casa em Santo Amaro, São Paulo, com área total de 400m². Descrição: Imóvel localizado no bairro de Santo Amaro, na cidade de São Paulo/SP, com uma área total de 400m² e área construída de 250m². A casa está situada na Rua Marechal Deodoro, nº 589. O leilão é judicial e refere-se à matrícula nº 105.837 do 11º CRI de São Paulo/SP.

Imóvel em Santo Amaro, São Paulo. Descrição: Prédio e respectivo terreno situados na Rua Doutor José de Sá, nº 56, Santo Amaro, São Paulo/SP, com área total aproximada de 133 m². O imóvel possui uma edificação de uso residencial multifamiliar, composta por 3 pavimentos, com área construída estimada em 300 m². O estado de conservação é classificado como "entre reparos simples e importantes". Localizado em uma área com urbanização consolidada, o imóvel está próximo a importantes avenidas e dista aproximadamente 15 km do centro da cidade. Atualmente, encontra-se desocupado e em reforma geral. Avaliação do imóvel é de R$ 870.000,00, com lance mínimo de 60% do valor da avaliação no 2º pregão.

Imóvel com 1.933,89m² em São Paulo, SP. Descrição: O imóvel é um terreno localizado no Jardim Dom José, no 29º Subdistrito - Santo Amaro, com uma área total de 1.933,89m². O terreno mede 27,07m de frente para a Estrada de Itapecerica e possui dimensões variadas nos lados e fundos. Há uma benfeitoria no local, que consiste em um sobrado com duas salas e três salas, além de um banheiro no térreo. O valor total da avaliação do imóvel é de R$ 3.125.000,00.
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Santo Amaro, na Zona Sul da capital, é um dos núcleos mais tradicionais de São Paulo: foi município autônomo até 1935, quando se incorporou à capital, e preserva centro histórico secular em torno do Largo Treze de Maio, da Igreja Matriz e da Avenida Adolfo Pinheiro, um dos maiores polos de comércio popular da cidade, servido pelas linhas 5-Lilás e 9-Esmeralda. Essa centralidade sustenta demanda firme e liquidez consistente — atributos que tornam o leilão de imóveis atrativo. O deságio entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça pode resultar em aquisição vantajosa. O retorno, contudo, não decorre do desconto isolado, mas da conjugação entre localização e situação jurídica passível de regularização — aferida no Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance, com atenção especial, numa área de ocupação tão antiga, à regularidade e à precisão do registro do imóvel. Com mais de 1.300 arrematações em 20 anos, o Cataldo Siston Advogados assessora arrematantes em leilão de imóveis e direito imobiliário em todas as etapas.
Porque, em áreas de urbanização secular como Santo Amaro, antigo município incorporado à capital, é comum o imóvel carregar registro antigo — uma transcrição do sistema anterior à matrícula, instituída pela Lei 6.015/1973, ou uma matrícula com descrição imprecisa quanto à área, ao perímetro ou às confrontações. O arrematante deve conferir, na matrícula, a regularidade e a atualidade dessa descrição, pois a carta de arrematação será registrada sobre ela. Havendo omissão, inexatidão ou divergência entre o registro e a realidade física do imóvel, cabe a retificação de registro: ela pode ser administrativa, perante o próprio Registro de Imóveis, nos casos de erro evidente ou de inexatidão, e também na retificação de medida perimetral com a anuência dos confrontantes (art. 213 da Lei 6.015/1973); ou judicial, quando houver litígio ou impugnação. A regularização registral assegura a perfeita identificação do bem e a segurança da titularidade, valorizando o imóvel para eventual revenda. Esse exame, conduzido sob a ótica do direito imobiliário, integra o Estudo de Viabilidade Jurídica e deve anteceder o lance.
O deságio varia conforme a praça, a modalidade e o estado de ocupação do imóvel, não havendo percentual fixo. Como regra geral do procedimento, a primeira praça tende a partir do valor de avaliação e a segunda admite lance inferior, vedado o preço vil (art. 891 do CPC). Em Santo Amaro, a forte procura por imóveis no polo comercial e nas áreas residenciais consolidadas tende a sustentar os valores, ao passo que pendências de regularização, inclusive de natureza registral em imóveis de registro antigo, podem ampliar o deságio. A necessidade de retificação de registro, quando existente, é fator que o interessado deve sopesar na formação do lance. A faixa concreta de cada lote só se afere com a leitura do edital específico — análise que antecede qualquer decisão de lance.
O ponto de partida é a contratação formal da assessoria jurídica especializada, anterior ao lance. A partir dela, o escritório conduz o Estudo de Viabilidade Jurídica do lote de interesse — exame do processo ou procedimento de origem, da matrícula, do edital, dos débitos e dos riscos de vícios, com atenção particular, em imóveis de registro antigo, à precisão da descrição registral e à eventual necessidade de retificação de registro — e orienta a calibragem do lance com base em informação verificada. Após a arrematação, acompanha as etapas subsequentes, do registro da carta de arrematação e da regularização registral à imissão na posse, quando cabível. É esse encadeamento técnico que distingue a aquisição segura da aposta especulativa.
Como funciona o leilão de imóveis
O leilão judicial ocorre no curso de um processo — em regra execução ou cumprimento de sentença — como ato de expropriação disciplinado pelo Código de Processo Civil (arts. 879 a 903), com avaliação, edital, praças e formalização por auto e carta de arrematação. O leilão extrajudicial, conduzido fora do Judiciário, tem como hipótese mais difundida a execução da garantia em alienação fiduciária (Lei 9.514/1997), após a consolidação da propriedade em nome do credor. A natureza do certame define prazos, encargos e o caminho de desocupação — por isso é o primeiro ponto a verificar no edital.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
O ITBI é tributo municipal que incide sobre a transmissão onerosa do imóvel. Por estar Santo Amaro na capital, aplica-se o regime do município de São Paulo, com alíquota a confirmar junto à Prefeitura, segundo a legislação municipal vigente. Quanto à base de cálculo, na arrematação em hasta pública ela tende a corresponder ao próprio valor da arrematação, e não ao valor venal de referência, em linha com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. O recolhimento do imposto antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura, documento que será levado a registro, ocasião em que também se promove, se necessária, a retificação do registro. Convém confirmar a base e a alíquota aplicáveis a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver em Santo Amaro
Santo Amaro reúne história, fé e movimento. O centro histórico, em torno do Largo Treze de Maio, guarda a Igreja Matriz de Santo Amaro e o casario que recorda o antigo município, hoje integrado ao Paço local. A Avenida Adolfo Pinheiro e o entorno do Largo Treze formam um dos maiores polos de comércio popular da cidade, com lojas, gastronomia e serviços. As tradicionais festas religiosas e a proximidade com a Represa de Guarapiranga, área de lazer da Zona Sul, ampliam as opções. A excelente conexão pelas linhas 5-Lilás e 9-Esmeralda e pelos terminais de ônibus reforça a centralidade do bairro. Essa combinação de tradição e dinamismo sustenta a liquidez dos imóveis ao longo dos ciclos de mercado, fator relevante para quem arremata pensando em moradia ou investimento.
Santo Amaro é um dos maiores centros de comércio e serviços da Zona Sul, com forte varejo popular na Avenida Adolfo Pinheiro e no entorno do Largo Treze de Maio, além de bancos, escolas, hospitais e ampla rede de serviços. A infraestrutura de transporte é robusta: a estação Largo Treze da Linha 5-Lilás do Metrô e a estação Santo Amaro da Linha 9-Esmeralda da CPTM integram-se a terminais de ônibus, com acesso à Marginal Pinheiros e às avenidas Adolfo Pinheiro e Santo Amaro. Essa centralidade, somada ao caráter histórico do bairro e à diversidade de usos, sustenta a valorização e a liquidez dos imóveis arrematados em Santo Amaro.
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