Casa em Morumbi, São Paulo. Descrição: Imóvel residencial localizado no bairro Morumbi, em São Paulo. Possui uma área de terreno de 2.113m² e uma área construída de 747m². O imóvel está situado na Avenida Comendador Adibo Ares, esquina com a Rua Luiz Dib Zogaib. Aceita parcelamento e está disponível para propostas.
Apartamento de 31030m² em Leilão — Rua Marie Nader Calfat, n° 270 - Apartamento 33 - Bloco B, Morumbi, São Paulo
Rua Marie Nader Calfat, n° 270 - Apartamento 33 - Bloco B, Morumbi, São Paulo, SP
Morumbi, São Paulo, SP

Valores e datas principais
Informações do imóvel
O apartamento de 31030m² com 1 vaga de garagem, na Rua Marie Nader Calfat, n° 270 - Apartamento 33 - Bloco B, Morumbi, São Paulo/SP, está em leilão judicial conduzido por Destak Leilões. Avaliado em R$ 311.883. 1º leilão em 04/02/2027, por R$ 311.883. 2º leilão em 25/02/2027, por R$ 155.942 (50% abaixo da avaliação). Em leilões judiciais, a arrematação é formalizada por carta de arrematação e a imissão na posse ocorre por mandado judicial, nos termos do art. 903 do CPC. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Leilão judicial de imóveis em São Paulo: como funciona →
Rua Marie Nader Calfat, n° 270 - Apartamento 33 - Bloco B, Morumbi, São Paulo, SP Apartamento no Morumbi, São Paulo. Descrição: Trata-se de um apartamento localizado no Edifício Choice Panamby, no bairro Morumbi, em São Paulo. O imóvel possui uma área privativa de 31,030m² e uma área comum de 39,5347m², totalizando 70,5647m². Inclui o direito ao uso de uma vaga indeterminada na garagem coletiva. O apartamento está situado no 2º pavimento do Bloco “B” e faz parte de um condomínio registrado.
- Regularidade do processo e eventuais recursos pendentes contra a arrematação
- Ônus e certidões da matrícula (CPC arts. 879-903)
- Prazo e condições para a carta de arrematação e a imissão na posse
Dados principais
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Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
Antes de dar lance neste imóvel, conheça o estudo de viabilidade jurídica deste imóvel e a assessoria jurídica para arrematar este imóvel.
Assessoria jurídica completa para arrematação de imóveis em leilões judiciais e extrajudiciais.
Saiba mais sobre a nossa assessoria jurídicaImóveis em Morumbi, São Paulo
Confira outros imóveis disponíveis em Morumbi, São Paulo
Casa com 352m² no Morumbi, São Paulo. Descrição: Imóvel residencial com 352m² de área construída, localizado na Rua Lessia Ukrainka, nº 53, Morumbi, São Paulo/SP. O terreno possui uma área total de 362m² e conta com edificações consistentes em um sobrado. O imóvel está situado em uma área privilegiada, com toda a infraestrutura necessária. O valor de avaliação é de R$ 2.160.501,85, e o valor do 2º leilão é de R$ 1.620.376,39. O pagamento pode ser realizado à vista ou parcelado, com condições específicas para cada forma de pagamento.

Apartamento em Morumbi, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado no Edifício Parco Dei Príncipi, com 487,00m² de área total construída, sendo 487,0500m² de área útil e 483,3580m² de área comum. O apartamento está situado na Avenida José Galante, n.294, apt n.21, no 2º andar ou 5º pavimento, no 13º subdistrito Butantã. A fração ideal no terreno e nas coisas comuns do condomínio é de 234,633392m² ou 9,404144%.

Apartamento no Morumbi, São Paulo. Descrição: Leilão de apartamento localizado no bairro Paraíso do Morumbi, em São Paulo. O imóvel possui 132,19m² de área privativa e 192,48m² de área comum, totalizando 324,67m². Inclui 2 vagas de garagem localizadas nos subsolos. O apartamento está situado no 2º pavimento do Bloco nº 7 do Edifício Positano, integrante do condomínio Villa Amalfi.
Comprar no Morumbi
O Morumbi, na Zona Sul da capital, é um dos endereços mais nobres de São Paulo, com o tradicional casario de mansões em lotes amplos e os modernos condomínios-clube de alto padrão da região do Panamby, abrigando ainda o Estádio do Morumbi, o Palácio dos Bandeirantes e importantes instituições de ensino e saúde. Esse perfil de alto valor sustenta demanda qualificada e liquidez consistente — atributos que tornam o leilão de imóveis atrativo. O deságio entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça pode resultar em aquisição vantajosa. Em imóveis de valor elevado, ganha relevância especial a possibilidade de parcelamento do preço da arrematação (art. 895 do CPC), que permite estruturar a aquisição. O retorno, contudo, não decorre do desconto isolado, mas da conjugação entre localização e situação jurídica passível de regularização — aferida no Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance. Com mais de 1.300 arrematações em 20 anos, o Cataldo Siston Advogados assessora arrematantes em leilão de imóveis e direito imobiliário em todas as etapas.
Em um bairro de imóveis de alto valor como o Morumbi, o parcelamento do preço assume relevância prática. O art. 895 do CPC permite ao interessado apresentar proposta escrita de aquisição em prestações: até o início do primeiro leilão, por valor não inferior ao da avaliação; e até o início do segundo leilão, por valor que não seja vil. A proposta deve ofertar o pagamento de pelo menos 25% do valor à vista e o restante parcelado em até 30 prestações mensais, corrigidas, garantido, no caso de imóveis, por hipoteca do próprio bem arrematado. A apresentação da proposta não suspende o leilão, e o lance à vista sempre prevalece sobre as propostas de pagamento parcelado. O atraso no pagamento de qualquer prestação acarreta multa de dez por cento sobre a soma da parcela inadimplida com as vincendas e autoriza o exequente a pedir a resolução da arrematação ou a execução do valor devido. A estruturação criteriosa dessa proposta, sob a ótica do direito imobiliário, integra o planejamento da arrematação e deve anteceder o lance.
O deságio varia conforme a praça, a modalidade e o estado de ocupação do imóvel, não havendo percentual fixo. Como regra geral do procedimento, a primeira praça tende a partir do valor de avaliação e a segunda admite lance inferior, vedado o preço vil (art. 891 do CPC). No Morumbi, a procura qualificada por imóveis de alto padrão tende a sustentar os valores dos melhores ativos, ao passo que a existência de pendências de regularização pode ampliar o deságio. Vale lembrar que a proposta de parcelamento exige, na primeira praça, valor não inferior ao da avaliação e, na segunda, valor não vil (art. 895 do CPC). A faixa concreta de cada lote só se afere com a leitura do edital específico — análise que antecede qualquer decisão de lance.
O ponto de partida é a contratação formal da assessoria jurídica especializada, anterior ao lance. A partir dela, o escritório conduz o Estudo de Viabilidade Jurídica do lote de interesse — exame do processo ou procedimento de origem, da matrícula, do edital, dos débitos e dos riscos de vícios — e orienta tanto a calibragem do lance quanto, em imóveis de alto valor, a eventual estruturação de proposta de parcelamento do preço (art. 895 do CPC), com base em informação verificada. Após a arrematação, acompanha as etapas subsequentes, da carta de arrematação à imissão na posse, quando cabível. É esse encadeamento técnico que distingue a aquisição segura da aposta especulativa.
Como funciona o leilão de imóveis
O leilão judicial ocorre no curso de um processo — em regra execução ou cumprimento de sentença — como ato de expropriação disciplinado pelo Código de Processo Civil (arts. 879 a 903), com avaliação, edital, praças e formalização por auto e carta de arrematação. O leilão extrajudicial, conduzido fora do Judiciário, tem como hipótese mais difundida a execução da garantia em alienação fiduciária (Lei 9.514/1997), após a consolidação da propriedade em nome do credor. A natureza do certame define prazos, encargos e o caminho de desocupação — por isso é o primeiro ponto a verificar no edital.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
O ITBI é tributo municipal que incide sobre a transmissão onerosa do imóvel. Por estar o Morumbi na capital, aplica-se o regime do município de São Paulo, com alíquota a confirmar junto à Prefeitura, segundo a legislação municipal vigente. Quanto à base de cálculo, na arrematação em hasta pública ela tende a corresponder ao próprio valor da arrematação, e não ao valor venal de referência, em linha com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. Em imóveis de alto valor, esse ponto tem peso financeiro relevante. O recolhimento do imposto antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a base e a alíquota aplicáveis a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver no Morumbi
O Morumbi reúne natureza, cultura e arquitetura de prestígio. A Fundação Maria Luisa e Oscar Americano, com seu amplo bosque e acervo de arte, é um refúgio verde no coração do bairro. O Estádio do Morumbi, casa do São Paulo Futebol Clube, recebe jogos e grandes shows. O bairro abriga o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual, o Instituto Tomie Ohtake nas imediações e renomadas instituições de ensino e saúde, como o Hospital Israelita Albert Einstein. O casario de mansões e os condomínios-clube convivem com áreas verdes e vistas privilegiadas da cidade. Essa combinação de exclusividade e qualidade de vida sustenta a liquidez dos imóveis ao longo dos ciclos de mercado, fator relevante para quem arremata pensando em moradia ou investimento.
O Morumbi dispõe de infraestrutura de alto padrão, com shoppings como o Shopping Morumbi e o Market Place nas imediações, hospitais de referência, escolas e faculdades renomadas e ampla rede de serviços. A mobilidade é favorecida pelo acesso à Marginal Pinheiros, às avenidas Morumbi e Giovanni Gronchi e à proximidade com a estação Morumbi da Linha 9-Esmeralda da CPTM e o monotrilho da Linha 17-Ouro, em expansão. Essa infraestrutura sofisticada, somada ao caráter residencial nobre e às áreas verdes, sustenta a valorização e a liquidez dos imóveis arrematados no Morumbi.
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