Apartamento em São Paulo, SP. Descrição: Apartamento localizado na Rua Siqueira Bueno, nº 656, Apto. 1105, Torre 02 - Vivaz Estação Belém, no bairro Belenzinho. O imóvel possui 34,28 m² de área total e 24,63 m² de área privativa, com 2 quartos, área de serviço, banheiro, sala e cozinha.
Imóveis em leilão no Belenzinho, São Paulo
Apartamentos e salas em leilão judicial e extrajudicial no Belenzinho, bairro tradicional em reconversão, junto ao SESC Belenzinho e ao Metrô, na Zona Leste. Cada oportunidade é precedida de leitura documental e orientação em direito imobiliário, com atenção ao estágio do processo de origem.

Imóveis em leilão no Belenzinho em números
Catálogo em números
Em 31 de outubro de 2026, o catálogo reúne 6 imóveis em leilão no Belenzinho: 17% judiciais e 83% extrajudiciais; o tipo mais comum são apartamentos (83%).
6 imóveis encontrados

Imóvel comercial de 1.176m² localizado em São Paulo, SP. Descrição: Trata-se de um posto de combustível com 1.176 m² de área total, sendo aproximadamente 422 m² de área construída. O imóvel está situado no Alto da Mooca, no bairro Belenzinho, na Rua Siqueira Bueno. A área é majoritariamente coberta, exceto pelo estacionamento da loja de conveniência. A avaliação total do imóvel é de R$ 6.800.000,00 em outubro de 2023, com uma avaliação atualizada de R$ 7.732.467,46 em setembro de 2026.

Apartamento de 28,63m² localizado em São Paulo, SP. Descrição: Imóvel com 28,63 m² de área privativa, composto por banheiro e cozinha. Situado na Rua Julio de Castilhos, nº 248, Apto. 13, no bairro Belenzinho, dentro do condomínio Residencial Plano Estação Belém.

Apartamento em São Paulo, SP. Descrição: Apartamento com 51,61 m² de área total e 37,22 m² de área privativa, localizado no bairro Belenzinho. O imóvel possui 2 quartos, sala, cozinha e banheiro. Está situado no 9º pavimento da Torre 1 do empreendimento Vivaz Estação, na Rua Siqueira Bueno, 656 - Apto. 901.

Apartamento de 24,63m² localizado em Belenzinho, São Paulo. Descrição: Imóvel com área privativa de 24,63 m², composto por 1 quarto, banheiro, sala, cozinha e área de serviço. O apartamento conta com portaria 24 horas, academia, salão de festas, playground, lavanderia e bicicletário. Está situado próximo à Estação Belém, que oferece acesso à Linha 3-Vermelha do Metrô, além de estar perto do SESC Belenzinho, Shopping Boulevard Tatuapé, Shopping Metrô Tatuapé e Hospital CEMA. A região possui uma ampla oferta de comércio, incluindo mercados, farmácias e restaurantes. O pagamento é aceito à vista, com recursos próprios ou financiamento na modalidade SBPE, conforme as condições específicas do imóvel.

Apartamento de 25,29m² localizado em Belenzinho, São Paulo. Descrição: O imóvel é um apartamento com área privativa de 25,29 m², contendo 1 quarto, banheiro, sala e cozinha. Está situado na Rua Cesário Alvim, em Belenzinho, São Paulo. O condomínio oferece diversas comodidades, incluindo piscina, churrasqueira, salão de festas, playground, pet place, lavanderia, coworking e academia. A localização é privilegiada, com fácil acesso às estações de metrô Bresser-Mooca e Belém, além de estar próximo a shoppings, parques e instituições de ensino. As formas de pagamento aceitas incluem pagamento à vista, com recursos do FGTS ou financiamento na modalidade SBPE.
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Conte o que você busca: nossa equipe acompanha os editais abertos no Belenzinho, na Zona Leste e em toda a cidade de São Paulo e pode orientar a próxima oportunidade de leilão de imóveis.
Guia do Belenzinho para quem compra imóvel em leilão
O Belenzinho integra a malha de leilão de imóveis na Zona Leste de São Paulo e é um bairro tradicional de origem operária e industrial, formado pela imigração italiana, que vive intensa reconversão: antigos galpões dão lugar a torres residenciais, num entorno servido pelo Metrô e pela CPTM e marcado por equipamentos como o SESC Belenzinho. Essa renovação mantém o leilão de imóveis aquecido, com forte oferta de unidades novas.
Para o investidor, a renovação do estoque e a proximidade do centro expandido são os traços definidores: sustentam a recolocação na revenda e a locação, ainda que a situação jurídica do imóvel seja decisiva para a liquidez. Um imóvel adquirido por valor inferior ao da avaliação só se converte em vantagem efetiva quando reúne situação jurídica passível de regularização — análise conduzida sob a ótica do direito imobiliário antes de qualquer lance.
As oportunidades de leilão de imóveis no Belenzinho vêm de dois fluxos distintos: as consolidações fiduciárias (Lei 9.514/1997), que acompanham a mancha de financiamento bancário dos últimos ciclos de lançamento, e as hastas judiciais — execuções de cotas condominiais, execuções fiscais de IPTU, execuções cíveis e alienações em inventário —, que acompanham a densidade e a idade do estoque vertical; num bairro em intensa reconversão, predominam as consolidações fiduciárias, ligadas ao financiamento dos numerosos lançamentos, ao lado das execuções de cotas condominiais no estoque vertical novo e das de IPTU sobre o estoque antigo. Antes do lance, importa conhecer as faculdades que, até a alienação, podem fazer o bem retornar ao devedor ou à família: pela remição da execução, o executado pode, a todo tempo, pagar a dívida atualizada e extinguir a execução (art. 826 do CPC); e, pela preferência na adjudicação, o cônjuge, o companheiro, os descendentes e os ascendentes podem ficar com o bem (art. 876, §§ 5º e 6º). Tais faculdades operam só até a alienação: assinado o auto, a arrematação é perfeita, acabada e irretratável (art. 903 do CPC). Acompanhar o estágio processual, ao lado da leitura do edital, é o que separa a aparência de oportunidade da oportunidade real.
Comprar no Belenzinho
O Belenzinho, na Zona Leste da capital, é um bairro tradicional de origem operária e industrial, formado pela imigração italiana, que vive intensa reconversão: antigos galpões dão lugar a torres residenciais, num entorno servido pelo Metrô e pela CPTM e marcado por equipamentos como o SESC Belenzinho. Essa renovação, somada à proximidade do centro expandido, sustenta demanda firme por moradia e mantém o leilão de imóveis aquecido. O deságio entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça pode resultar em aquisição vantajosa. O retorno, contudo, não decorre do desconto isolado, mas da conjugação entre localização e situação jurídica passível de regularização — aferida no Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance, com atenção especial ao estágio do processo de origem e ao momento em que a arrematação se torna definitiva. Com mais de 1.300 arrematações em 20 anos, o Cataldo Siston Advogados assessora arrematantes em leilão de imóveis e direito imobiliário em todas as etapas.
A leitura precede o lance. Convém lembrar que as oportunidades de leilão de imóveis vêm de dois fluxos distintos: as consolidações fiduciárias (Lei 9.514/1997), que acompanham a mancha de financiamento bancário dos últimos ciclos de lançamento, e as hastas judiciais — execuções de cotas condominiais, execuções fiscais de IPTU, execuções cíveis e alienações em inventário —, que acompanham a densidade e a idade do estoque vertical; no Belenzinho, bairro em intensa reconversão de galpões em torres, predominam as consolidações fiduciárias, ligadas ao financiamento dos numerosos lançamentos, ao lado das execuções de cotas condominiais no estoque vertical novo e das execuções de IPTU sobre o estoque antigo. Quanto à pergunta: sim, até certo momento do processo, e conhecer essas faculdades dá segurança ao lance. A primeira é a remição da execução: antes de adjudicados ou alienados os bens, o executado pode, a todo tempo, remir a execução, pagando ou consignando a importância atualizada da dívida, acrescida de juros, custas e honorários (art. 826 do CPC); paga a dívida, extingue-se a execução e o imóvel não vai a leilão. A segunda é a preferência na adjudicação: o cônjuge, o companheiro, os descendentes e os ascendentes do executado podem adjudicar o bem e, em igualdade de oferta, preferem a terceiros (art. 876, §§ 5º e 6º, do CPC). Essas faculdades, porém, operam até a alienação. Assinado o auto pelo juiz, pelo arrematante e pelo leiloeiro, a arrematação é considerada perfeita, acabada e irretratável (art. 903 do CPC), ainda que venham a ser julgados procedentes os embargos do executado. Por isso, acompanhar o estágio processual e a perfectibilização da arrematação é o que confere segurança definitiva à aquisição. Esse exame, conduzido sob a ótica do direito imobiliário, integra o Estudo de Viabilidade Jurídica.
O deságio varia conforme a praça, a modalidade e o estado de ocupação do imóvel, não havendo percentual fixo. Como regra geral do procedimento, a primeira praça tende a partir do valor de avaliação e a segunda admite lance inferior, vedado o preço vil (art. 891 do CPC). No Belenzinho, a forte oferta de unidades novas oriundas da reconversão e a boa mobilidade tendem a sustentar a liquidez. O estágio do processo de origem — inclusive a possibilidade de remição da execução ou de adjudicação por parentes antes da alienação — é fator que o interessado deve considerar ao planejar o lance. A faixa concreta de cada lote só se afere com a leitura do edital específico — análise que antecede qualquer decisão de lance.
O ponto de partida é a contratação formal da assessoria jurídica especializada, anterior ao lance. A partir dela, o escritório conduz o Estudo de Viabilidade Jurídica do lote de interesse — exame do processo ou procedimento de origem, da matrícula, do edital, dos débitos e dos riscos de vícios, com atenção particular ao estágio processual, à eventual remição da execução e ao momento da perfectibilização da arrematação — e orienta a calibragem do lance com base em informação verificada. Após a arrematação, acompanha as etapas subsequentes, do registro da carta de arrematação à imissão na posse, quando cabível. É esse encadeamento técnico que distingue a aquisição segura da aposta especulativa.
Como funciona o leilão de imóveis
O leilão judicial ocorre no curso de um processo — em regra execução ou cumprimento de sentença — como ato de expropriação disciplinado pelo Código de Processo Civil (arts. 879 a 903), com avaliação, edital, praças e formalização por auto e carta de arrematação. O leilão extrajudicial, conduzido fora do Judiciário, tem como hipótese mais difundida a execução da garantia em alienação fiduciária (Lei 9.514/1997), após a consolidação da propriedade em nome do credor. A natureza do certame define prazos, encargos e o caminho de desocupação — por isso é o primeiro ponto a verificar no edital.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
O ITBI é tributo municipal que incide sobre a transmissão onerosa do imóvel. Por estar o Belenzinho na capital, aplica-se o regime do município de São Paulo, com alíquota a confirmar junto à Prefeitura, segundo a legislação municipal vigente. Quanto à base de cálculo, na arrematação em hasta pública ela tende a corresponder ao próprio valor da arrematação, e não ao valor venal de referência, em linha com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. O recolhimento do imposto antecede a lavratura da carta de arrematação, título que pressupõe a arrematação já perfeita e acabada. Convém confirmar a base e a alíquota aplicáveis a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver no Belenzinho
O Belenzinho combina cultura, lazer e a tradição dos antigos bairros operários. Seu maior cartão é o SESC Belenzinho, amplo complexo com teatro, piscinas, áreas de convívio e intensa programação cultural e esportiva. A região conserva forte comércio de rua, a gastronomia herdada da colônia italiana e a memória industrial em galpões reconvertidos para usos culturais e residenciais. Nas imediações, o entorno do Parque do Belém e os equipamentos do Brás e da Mooca ampliam a oferta de lazer e serviços. A boa conexão pelo Metrô e pela CPTM facilita o deslocamento ao centro e a toda a cidade. Essa combinação de cultura, tradição e conectividade sustenta a liquidez dos imóveis ao longo dos ciclos de mercado, fator relevante para quem arremata pensando em moradia ou investimento.
O Belenzinho dispõe de infraestrutura completa e em franca renovação, com novos empreendimentos de uso misto convivendo com o comércio de rua tradicional, supermercados, escolas e serviços de saúde. A Rua Padre Adelino e a Avenida Celso Garcia estão entre seus principais eixos, concentrando comércio e serviços. A mobilidade apoia-se na proximidade da Linha 3-Vermelha do Metrô e das linhas da CPTM, além do acesso à Radial Leste e à Marginal Tietê. Essa infraestrutura, somada à reconversão da memória industrial em uso urbano e cultural, sustenta a valorização e a liquidez dos imóveis arrematados no Belenzinho.
Conteúdo informativo. Não substitui consulta jurídica, que pressupõe contratação formal. - Fale com o Cataldo Siston
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