Casa em Mongaguá, São Paulo. Descrição: Casa assobradada localizada em Balneário Anchieta, com área de terreno de 657m² e área construída de 174,70m². O imóvel possui frente para a Rua das Sereias e está situado na Vila Oceanópolis. O lote é trapezoidal, medindo 9,00 metros de frente, 38,00 metros do lado direito, 35,00 metros do lado esquerdo e 27,00 metros nos fundos. O imóvel está ocupado e a desocupação será de responsabilidade do arrematante. Avaliação de R$ 682.000,00, com possibilidade de 20% de desconto no segundo leilão e pagamento parcelado conforme edital.
Apartamento de 45m² em Leilão — Rua Monsenhor Seckler, N. 891, APTO. 21 BL 02, Balneário Anchieta, Mongaguá
Rua Monsenhor Seckler, N. 891, APTO. 21 BL 02, Balneário Anchieta, Mongaguá, SP
Balneário Anchieta, Mongaguá, SP


Valores e datas principais
Informações do imóvel
O apartamento de 45m² com 2 quartos e 1 vaga de garagem, na Rua Monsenhor Seckler, N. 891, APTO. 21 BL 02, Balneário Anchieta, Mongaguá/SP, está em leilão extrajudicial conduzido por Destak Leilões. Avaliado em R$ 185.000. 1º leilão em 10/11/2026, por R$ 111.817. Em leilões extrajudiciais, a propriedade é transferida por escritura pública após a consolidação, com possibilidade de purgação da mora até esse momento. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Como funciona o leilão de imóveis da Caixa →
Rua Monsenhor Seckler, N. 891, APTO. 21 BL 02, Balneário Anchieta, Mongaguá, SP Apartamento em Mongaguá, São Paulo. Descrição: Imóvel de leilão da Caixa Econômica Federal localizado na Rua Monsenhor Seckler, nº 891, em Mongaguá/SP. O apartamento possui 2 quartos, 1 vaga na garagem, área de serviço, banheiro, sala e cozinha. O valor de avaliação é de R$ 185.000,00, com um valor de venda de R$ 111.816,50, representando um desconto de 39,56%. O imóvel permite o uso do FGTS. É importante ressaltar que imóveis da Caixa podem ter débitos de IPTU, condomínio atrasado ou pendências jurídicas que não aparecem no site.
- Prazo de purgação da mora até a consolidação da propriedade
- Regularidade da notificação do devedor
- Condições para obtenção da escritura pública
Dados principais
Preencha seus dados para direcionarmos oportunidades ao seu perfil e seguir no WhatsApp.
Nossa equipe analisa riscos, documentos e estratégia antes de qualquer lance.
Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
Antes de dar lance neste imóvel, conheça o estudo de viabilidade jurídica deste imóvel e a assessoria jurídica para arrematar este imóvel. Por ser da Caixa, veja também venda direta e débitos e o que muda na assessoria para imóveis da Caixa.
Assessoria jurídica completa para arrematação de imóveis em leilões judiciais e extrajudiciais.
Saiba mais sobre a nossa assessoria jurídicaImóveis em Mongaguá
Outros imóveis disponíveis em Mongaguá

Apartamento em Mongaguá, São Paulo. Descrição: Apartamento 22 com 3 dormitórios (sendo 1 suíte), localizado no 1º andar, com 2 vagas de garagem. O imóvel possui uma área privativa de 138m² e uma área total de 241,26m². Situado no Edifício Monte Alegre, na Av. Gov. Mário Covas Júnior, Jardim Caiahu, Mongaguá/SP.

Casa em Mongaguá, São Paulo. Descrição: Casa com 152m² e terreno de 315,43m² localizada no Bairro Jardim Praia Grande, em Mongaguá - SP. O imóvel está em leilão com 40% de desconto e possui um valor de avaliação de R$ 473.817,48, com lance mínimo de R$ 284.290,49. O leilão é realizado por determinação da 2ª Vara - Foro de Mongaguá - TJ/SP. O imóvel é vendido no estado de conservação em que se encontra, sem garantia, e o arrematante deve verificar suas condições antes da arrematação.

Imóvel em Mongaguá, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado em Balneário Regina Maria, com área total de 145m². Trata-se de uma casa residencial térrea não regularizada, situada na Rua Santana, nº 2.229, lote 22, quadra 54. A construção possui uma área construída de 85,33m². O terreno mede 10,00ms de frente para a Rua Santana por 29,00ms da frente aos fundos, totalizando 290,00m². O imóvel está ocupado e a desocupação será de responsabilidade do arrematante. Avaliação do imóvel é de R$ 192.077,32, com possibilidade de 40% de desconto no segundo leilão e pagamento parcelado conforme edital.
Comprar em Mongaguá
Mongaguá ocupa a faixa sul da Baixada Santista, no litoral de São Paulo, entre Praia Grande, ao norte, e Itanhaém, ao sul, e reúne uma longa praia contínua com forte vocação de veraneio. Essa vocação sustenta um mercado de leilão de imóveis voltado à segunda residência: casas e apartamentos de veraneio, imóveis de orla e, sobretudo, terrenos distribuídos pelos muitos loteamentos de praia. O deságio entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça pode resultar em aquisição vantajosa, mas o retorno não decorre do desconto isolado, e sim da conjugação entre a localização, a vocação do imóvel e a sua situação jurídica passível de regularização — aferida no Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance, com atenção, nos loteamentos dispersos, à forma como o imóvel recebe os serviços de utilidade. Com mais de 1.300 arrematações em 20 anos, o Cataldo Siston Advogados assessora arrematantes em leilão de imóveis e direito imobiliário em todo o litoral.
A leitura precede o lance. Convém lembrar que as oportunidades de leilão de imóveis vêm de dois fluxos distintos: as consolidações fiduciárias (Lei 9.514/1997), que acompanham a mancha de financiamento bancário dos últimos ciclos de lançamento, e as hastas judiciais — execuções de cotas condominiais, execuções fiscais de IPTU, execuções cíveis e alienações em inventário —, que acompanham a densidade e a idade do estoque de veraneio; em Mongaguá, cidade de ocupação dispersa por dezenas de balneários, esses fluxos percorrem um estoque de casas, apartamentos e, sobretudo, terrenos, com as consolidações fiduciárias nas unidades financiadas e as hastas judiciais sobre o estoque consolidado. A esse enquadramento soma-se um cuidado próprio do tecido de loteamentos da cidade: o modo como o imóvel se serve de energia, água, esgoto e telecomunicações. O Código Civil autoriza que o proprietário seja constrangido a tolerar a passagem, por seu terreno, de cabos, tubulações e outros condutos de serviços de utilidade pública em proveito de imóveis vizinhos, quando de outro modo for impossível ou excessivamente onerosa a obtenção desses serviços, mediante prévia indenização ao dono do imóvel onerado (art. 1.286 do Código Civil); o onerado pode exigir que a instalação se faça do modo menos gravoso e, havendo alternativa, a sua remoção posterior a expensas do interessado. Para quem arremata, a consequência é direta: convém verificar, antes do lance, se o imóvel depende, para receber esses serviços, da passagem de condutos por terreno alheio — e se ela está assegurada —, ou se o próprio imóvel já é onerado por uma passagem em favor de vizinho, circunstância que afeta diretamente o uso e o valor. Essa verificação, somada à leitura do edital e da matrícula, integra o Estudo de Viabilidade Jurídica, sob a ótica do direito imobiliário.
O deságio varia conforme a praça, a modalidade e o estado de ocupação do imóvel, não havendo percentual fixo. Como regra geral do procedimento, a primeira praça tende a partir do valor de avaliação e a segunda admite lance inferior, vedado o preço vil (art. 891 do CPC). Em Mongaguá, a procura de veraneio é decisiva, e a localização do imóvel, a sua proximidade da orla e, no caso dos terrenos, a sua infraestrutura — inclusive a forma como recebe os serviços de utilidade — influenciam diretamente o interesse e o valor. Convém, ainda, somar ao lance a comissão do leiloeiro, o ITBI do município, o registro e os eventuais débitos descritos no edital. A faixa concreta de cada lote só se afere com a leitura do edital específico — análise que antecede qualquer decisão de lance.
O ponto de partida é a contratação formal da assessoria jurídica especializada, anterior ao lance. A partir dela, o escritório conduz o Estudo de Viabilidade Jurídica do lote de interesse — exame do processo ou procedimento de origem, da matrícula, do edital, dos débitos e dos riscos de vícios —, com atenção, em Mongaguá, à forma como o imóvel se serve de energia, água, esgoto e telecomunicações (a passagem de cabos e tubulações, quando dependa de terreno vizinho) e à eventual condição de terreno de marinha do imóvel à beira-mar. Após a arrematação, acompanha as etapas subsequentes, do registro da carta de arrematação à imissão na posse, quando cabível. É esse encadeamento técnico que distingue a aquisição segura da aposta especulativa.
Como funciona o leilão de imóveis
O leilão judicial ocorre no curso de um processo — em regra execução ou cumprimento de sentença — como ato de expropriação disciplinado pelo Código de Processo Civil (arts. 879 a 903), com avaliação, edital, praças e formalização por auto e carta de arrematação. O leilão extrajudicial, conduzido fora do Judiciário, tem como hipótese mais difundida a execução da garantia em alienação fiduciária (Lei 9.514/1997), após a consolidação da propriedade em nome do credor. A natureza do certame define prazos, encargos e o caminho de desocupação — por isso é o primeiro ponto a verificar no edital.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
O ITBI é tributo municipal que incide sobre a transmissão onerosa do imóvel. Como Mongaguá é município autônomo do litoral de São Paulo, aplica-se a legislação tributária do próprio município, com alíquota a confirmar junto à Prefeitura de Mongaguá — não se lhe aplicando o regime da capital nem o de qualquer outra praça do litoral. Quanto à base de cálculo, na arrematação em hasta pública ela tende a corresponder ao próprio valor da arrematação, e não ao valor venal de referência, em linha com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. Há, no litoral, uma verificação adicional: imóveis situados à beira-mar podem estar em terreno de marinha, área sob administração da União por meio da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), condição que convém aferir na matrícula antes do lance. O recolhimento do ITBI antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura, título que, levado a registro, consolida a aquisição. Convém confirmar a alíquota e a base vigentes no município antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Conhecer Mongaguá
Mongaguá ocupa a faixa sul da Baixada Santista, no litoral de São Paulo, entre Praia Grande e Itanhaém, e estende-se de uma longa praia contínua até as encostas da Serra do Mar. Cidade de vocação essencialmente turística e de veraneio, guarda marcos como o Poço das Antas — um conjunto de piscinas naturais na mata — e a tradicional Plataforma de Pesca, sobre o mar. A ocupação distribui-se por dezenas de balneários e loteamentos de praia, com forte presença de terrenos e de casas e apartamentos de temporada. Cidade de mercado moldado pela procura sazonal, Mongaguá tem o estoque imobiliário marcado por imóveis de veraneio e por lotes em loteamentos, fator relevante para quem arremata pensando em uso próprio, em renda de temporada ou em investimento.
Mongaguá articula-se ao restante do litoral pela Rodovia Padre Manoel da Nóbrega (SP-055), a Rio-Santos no trecho sul, que a liga a Praia Grande e à Baixada Santista, ao norte, e a Itanhaém e a Peruíbe, ao sul; o acesso ao planalto faz-se pela Baixada, articulada à capital pelo sistema Anchieta-Imigrantes. A ocupação distribui-se por uma sucessão de balneários ao longo da orla — do Centro e Itaóca à Vila Atlântica, Vera Cruz e Agenor de Campos —, com os bairros residenciais avançando em direção à Serra do Mar. O estoque imobiliário cobre casas e apartamentos de veraneio, imóveis de orla e muitos terrenos em loteamentos de praia. Essa ocupação dispersa e a forte presença da Mata Atlântica moldam a ocupação e singularizam os imóveis arrematados em Mongaguá.
Newsletter sobre
Oportunidades de negócio, decisões, artigos, cases, etc.
Receba alertas e oportunidades
Conteúdo direto ao ponto — sem spam.

