Apartamento no 9° andar com 191,455 m² no Edifício Antares em Guarujá, SP. Descrição: Imóvel localizado no 9º andar do Edifício Antares, com área privativa de 131,735 m² e área total construída de 191,455 m². O apartamento possui sala ampla para 02 ambientes com sacada, 03 quartos (sendo 01 suíte e outro com sacada), todos com armário embutido, banheiro, copa, cozinha, área de lavanderia e dependência completa de empregada. O imóvel conta com 02 vagas de garagem individuais e indeterminadas. O prédio oferece piscina, salão de festas, salão de jogos, churrasqueira, portaria 24 horas, zeladoria e serviço de praia. Valor de avaliação é de R$ 728.698,43, com valor de 2º leilão de R$ 364.349,21.
Terreno de 19m² em Leilão — Condomínio IPORANGA localizado com acesso na altura do KM 17,5 da Rodovia Ariovaldo de Almeida Viana, antiga Estrada Guarujá-Bertioga, estando o imóvel o referido lote à PRAÇA N° 27 S/N, Iporanga, Guarujá
Condomínio IPORANGA localizado com acesso na altura do KM 17,5 da Rodovia Ariovaldo de Almeida Viana, antiga Estrada Guarujá-Bertioga, estando o imóvel o referido lote à PRAÇA N° 27 S/N, Iporanga, Guarujá, SP
Iporanga, Guarujá, SP

Valores e datas principais
Informações do imóvel
O terreno de 19m², na Condomínio IPORANGA localizado com acesso na altura do KM 17,5 da Rodovia Ariovaldo de Almeida Viana, antiga Estrada Guarujá-Bertioga, estando o imóvel o referido lote à PRAÇA N° 27 S/N, Iporanga, Guarujá/SP, está em leilão judicial conduzido por Gold Leilões. Avaliado em R$ 1.907.450. 1º leilão em 25/11/2026, por R$ 1.907.450. 2º leilão em 16/12/2026, por R$ 953.725 (50% abaixo da avaliação). Em leilões judiciais, a arrematação é formalizada por carta de arrematação e a imissão na posse ocorre por mandado judicial, nos termos do art. 903 do CPC. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Leilão judicial de imóveis em São Paulo: como funciona →
Condomínio IPORANGA localizado com acesso na altura do KM 17,5 da Rodovia Ariovaldo de Almeida Viana, antiga Estrada Guarujá-Bertioga, estando o imóvel o referido lote à PRAÇA N° 27 S/N, Iporanga, Guarujá, SP Imóvel de 560,60m² localizado em Guarujá, São Paulo. Descrição: Lote de terreno no Condomínio Iporanga, medindo 560,60m², destacado de uma área maior de 18.500m². O imóvel está situado na altura do KM 17,5 da Rodovia Ariovaldo de Almeida Viana, antiga Estrada Guarujá-Bertioga, e é identificado como PRAÇA N° 27 S/N. O lote possui restrições de uso, permitindo a ocupação de até 30% da área total, com proibição de desmatamento nos 70% restantes. A avaliação atualizada do imóvel é de R$ 1.907.450,49. Existem débitos de IPTU referentes ao ano de 2025, totalizando R$ 104.743,74.
- Regularidade do processo e eventuais recursos pendentes contra a arrematação
- Ônus e certidões da matrícula (CPC arts. 879-903)
- Prazo e condições para a carta de arrematação e a imissão na posse
- Débitos: Existem débitos de IPTU referentes ao ano de 2025, totalizando R$ 104.743,74.
- Avaliações: A avaliação atualizada do imóvel é de R$ 1.907.450,49.
Trechos citados literalmente da descrição do leiloeiro. Confirme na matrícula e no edital antes do lance.
Dados principais
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Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
Antes de dar lance neste imóvel, conheça o estudo de viabilidade jurídica deste imóvel e a assessoria jurídica para arrematar este imóvel.
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Imóvel de 921,99m² localizado em Guarujá, São Paulo. Descrição: Lote nº 12 da Quadra "D" do loteamento Park Lane II, situado no bairro Balneário Praia do Pernambuco, Guarujá/SP. O imóvel possui uma área total de 921,99m², com dimensões de 20,00m de frente, 48,26m do lado direito, 44,01m do lado esquerdo e 20,42m nos fundos. Está localizado a 800 metros da orla marítima da praia de Pernambuco e é sujeito a condições restritivas impostas pela loteadora.
Terreno de 1.681,25 m² em Guarujá, São Paulo. Descrição: Terreno constituído dos lotes 09, 10, 11, 12, 13 e 14 da quadra 80, situado na Rua Idalino Pinez, no bairro Jardim Boa Esperança (Vicente de Carvalho), Guarujá/SP. O imóvel possui uma área total de 1.681,25 m², com 69,00 metros de frente para a Rua Idalino Pinez, 25,24 metros do lado esquerdo, 25,00 metros do lado direito e 65,50 metros aos fundos. O terreno está cadastrado na Prefeitura de Guarujá. Assessoria jurídica é oferecida ao adquirente até a imissão na posse do imóvel.

Casa de alto padrão em Guarujá, São Paulo. Descrição: Imóvel de altíssimo padrão edificado em um amplo terreno de 2.000 m², com área construída de aproximadamente 800 m². A propriedade destaca-se pela sua generosa infraestrutura e conta com uma mansão de alto padrão com acabamentos nobres e ambientes amplos e bem distribuídos. Possui uma piscina privativa integrada à área externa de convivência. Localizada em uma das regiões mais valorizadas e exclusivas do Guarujá, no Balneário Praia do Pernambuco, com a praia ao final da rua.
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O Guarujá, na ilha de Santo Amaro, na Baixada Santista, é a principal estância balneária do litoral paulista, com praias consagradas como Pitangueiras, Enseada, Astúrias e Pernambuco, forte mercado de segunda residência e condomínios de alto padrão à beira-mar. Essa vocação de veraneio sustenta demanda firme e liquidez, sobretudo no segmento de orla — atributos que tornam o leilão de imóveis atrativo. O deságio entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça pode resultar em aquisição vantajosa. O retorno, contudo, não decorre do desconto isolado, mas da conjugação entre localização e situação jurídica passível de regularização — aferida no Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance, com atenção, nos imóveis de orla, ao regime do terreno de marinha. Com mais de 1.300 arrematações em 20 anos, o Cataldo Siston Advogados assessora arrematantes em leilão de imóveis e direito imobiliário em todas as etapas.
A leitura precede o lance. Examinam-se o edital e a origem da expropriação — execução, cumprimento de sentença ou alienação fiduciária regida pela Lei 9.514/1997 —, a matrícula atualizada e a cadeia dominial, os ônus reais e averbações, a existência de ocupação e os débitos tributários e condominiais. No Guarujá, dada a localização à beira-mar de boa parte dos imóveis, ganha relevo o regime do terreno de marinha: tratando-se de bem da União (art. 20, VII, da Constituição), o que se transmite costuma ser o domínio útil (aforamento) ou a ocupação inscrita, sujeitos a foro anual e ao laudêmio devido à União na transferência onerosa (Decreto-Lei 9.760/1946 e Decreto-Lei 2.398/1987), administrados pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU). Convém obter a certidão da SPU, verificar a regularidade da inscrição (aforamento ou ocupação) e os débitos de foro ou de taxa de ocupação, e considerar a necessidade de anuência da União para o registro. Verificam-se, ainda, eventuais restrições de restinga e Mata Atlântica (Lei 11.428/2006) e de áreas de proteção ambiental. Todo esse diagnóstico integra o Estudo de Viabilidade Jurídica, conduzido sob a ótica do direito imobiliário.
O deságio varia conforme a praça, a modalidade e o estado de ocupação do imóvel, não havendo percentual fixo. Como regra geral do procedimento, a primeira praça tende a partir do valor de avaliação e a segunda admite lance inferior, vedado o preço vil (art. 891 do CPC). No Guarujá, a forte procura por imóveis de orla e de alto padrão tende a sustentar os valores, ao passo que a existência de pendências de foro, de laudêmio ou de regularização perante a SPU pode ampliar o deságio e exige ponderação. A situação dominial do imóvel — domínio pleno, domínio útil em aforamento ou ocupação — influencia diretamente o interesse e o preço. A faixa concreta de cada lote só se afere com a leitura do edital específico — análise que antecede qualquer decisão de lance.
O ponto de partida é a contratação formal da assessoria jurídica especializada, anterior ao lance. A partir dela, o escritório conduz o Estudo de Viabilidade Jurídica do lote de interesse — exame do processo ou procedimento de origem, da matrícula, do edital, dos débitos e dos riscos de vícios, com atenção particular, nos imóveis de orla, ao regime do terreno de marinha, à inscrição perante a SPU e aos débitos de foro, taxa de ocupação e laudêmio — e orienta a calibragem do lance com base em informação verificada. Após a arrematação, acompanha as etapas subsequentes, da carta de arrematação à imissão na posse, quando cabível. É esse encadeamento técnico que distingue a aquisição segura da aposta especulativa.
Como funciona o leilão de imóveis
O leilão judicial ocorre no curso de um processo — em regra execução ou cumprimento de sentença — como ato de expropriação disciplinado pelo Código de Processo Civil (arts. 879 a 903), com avaliação, edital, praças e formalização por auto e carta de arrematação. O leilão extrajudicial, conduzido fora do Judiciário, tem como hipótese mais difundida a execução da garantia em alienação fiduciária (Lei 9.514/1997), após a consolidação da propriedade em nome do credor. A natureza do certame define prazos, encargos e o caminho de desocupação — por isso é o primeiro ponto a verificar no edital.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
O ITBI é tributo municipal que incide sobre a transmissão onerosa do imóvel, de modo que, no Guarujá, aplica-se a legislação do próprio município, com alíquota a confirmar junto à Prefeitura do Guarujá — distinta, em base e em percentual, da de outros municípios, inclusive da capital. Quanto à base de cálculo, na arrematação em hasta pública ela tende a corresponder ao próprio valor da arrematação, e não ao valor venal de referência, em linha com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. Convém observar que, no terreno de marinha, além do ITBI municipal pode incidir o laudêmio devido à União na transferência onerosa do domínio útil, exação distinta e de competência federal, administrada pela SPU. O recolhimento do ITBI antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a base e a alíquota aplicáveis a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver no Guarujá
O Guarujá oferece praias para todos os perfis. As Pitangueiras e Astúrias concentram a vida urbana e o comércio; a Enseada combina extensa faixa de areia, quiosques e hotéis; o Tombo é reduto de surfe; e Pernambuco e Iporanga reúnem condomínios de alto padrão em meio à Mata Atlântica. Entre as atrações estão o Forte dos Andradas, o Acquario, as trilhas e mirantes da Serra do Guararu e o centrinho gastronômico das Pitangueiras. O acesso se dá pela Rodovia Cônego Domênico Rangoni, pela travessia de balsa a partir de Santos e pelo Sistema Anchieta-Imigrantes a partir da capital. Essa combinação de praias, natureza e infraestrutura de veraneio sustenta a liquidez dos imóveis ao longo dos ciclos de mercado, fator relevante para quem arremata pensando em moradia, lazer ou investimento.
O Guarujá dispõe de infraestrutura completa de cidade litorânea de grande porte, com forte comércio nas Pitangueiras e na Enseada, shoppings, escolas, hospitais e ampla rede de serviços voltada também ao turismo. A economia combina veraneio, atividade portuária da Baixada Santista e serviços. A mobilidade apoia-se na Rodovia Cônego Domênico Rangoni, na travessia de balsa para Santos e na conexão com o Sistema Anchieta-Imigrantes. Essa infraestrutura, somada à qualidade das praias e à procura por segunda residência, sustenta a valorização e a liquidez dos imóveis arrematados no Guarujá.
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