Terreno de 1.120m² em Guarujá, São Paulo. Descrição: Terreno com área de 1.120m², composto pelos lotes nº 04, 05, 06 e 07, localizado na quadra nº 21, no Jardim Três Marias, Guarujá/SP. O imóvel está situado na esquina da Rua XXI com a Rua XI. É possível parcelar a compra com 25% de entrada e o restante em até 30 meses.
Apartamento de 67m² em Leilão — Rua Ignácio Miguel Estefno, nº 488, Apto. nº 41, Jardim Três Marias, Guarujá
Rua Ignácio Miguel Estefno, nº 488, Apto. nº 41, Jardim Três Marias, Guarujá, SP
Jardim Três Marias, Guarujá, SP

Valores e datas principais
Informações do imóvel
O apartamento de 67m² com 2 vagas de garagem, na Rua Ignácio Miguel Estefno, nº 488, Apto. nº 41, Jardim Três Marias, Guarujá/SP, está em leilão judicial conduzido por Alexandridis Leilões. Avaliado em R$ 383.011. 1º leilão em 27/11/2026, por R$ 383.011. 2º leilão em 15/12/2026, por R$ 229.807 (40% abaixo da avaliação). Em leilões judiciais, a arrematação é formalizada por carta de arrematação e a imissão na posse ocorre por mandado judicial, nos termos do art. 903 do CPC. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Leilão judicial de imóveis em São Paulo: como funciona →
Rua Ignácio Miguel Estefno, nº 488, Apto. nº 41, Jardim Três Marias, Guarujá, SP Apartamento em Guarujá, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado no 4° andar do Edifício Carpi Zamponi, situado à Rua Ignácio Miguel Estefno, nº 488, no bairro Jardim Três Marias, Guarujá/SP. O apartamento possui uma área útil de 67,31m² e uma área total construída de 121,63m². Inclui o direito de uso de duas vagas de garagem coletivas. Avaliação do imóvel é de R$ 383.011,34, válida para outubro de 2026.
- Regularidade do processo e eventuais recursos pendentes contra a arrematação
- Ônus e certidões da matrícula (CPC arts. 879-903)
- Prazo e condições para a carta de arrematação e a imissão na posse
Dados principais
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Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
Antes de dar lance neste imóvel, conheça o estudo de viabilidade jurídica deste imóvel e a assessoria jurídica para arrematar este imóvel.
Assessoria jurídica completa para arrematação de imóveis em leilões judiciais e extrajudiciais.
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Apartamento em Guarujá, São Paulo. Descrição: Leilão judicial de apartamento com 119,310 m² localizado no Edifício Ventura, Jardim Tres Marias, Guarujá/SP. O imóvel está avaliado em R$ 1.269.802,78.

Apartamento em Guarujá, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado na Avenida Dom Pedro I, nº 886, Apto. 22, com área total de 123,23 m² e área privativa de 95,62 m². O apartamento possui 3 quartos e 4 banheiros.

Apartamento de 173,90 m² em Guarujá, São Paulo. Descrição: Leilão judicial referente aos direitos sobre um apartamento de 173,90 m² localizado no Edifício Granville, no Jardim Três Marias, Guarujá/SP. O valor de avaliação do imóvel é de R$ 611.730,16.
Comprar no Guarujá
O Guarujá, na ilha de Santo Amaro, na Baixada Santista, é a principal estância balneária do litoral paulista, com praias consagradas como Pitangueiras, Enseada, Astúrias e Pernambuco, forte mercado de segunda residência e condomínios de alto padrão à beira-mar. Essa vocação de veraneio sustenta demanda firme e liquidez, sobretudo no segmento de orla — atributos que tornam o leilão de imóveis atrativo. O deságio entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça pode resultar em aquisição vantajosa. O retorno, contudo, não decorre do desconto isolado, mas da conjugação entre localização e situação jurídica passível de regularização — aferida no Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance, com atenção, nos imóveis de orla, ao regime do terreno de marinha. Com mais de 1.300 arrematações em 20 anos, o Cataldo Siston Advogados assessora arrematantes em leilão de imóveis e direito imobiliário em todas as etapas.
A leitura precede o lance. Examinam-se o edital e a origem da expropriação — execução, cumprimento de sentença ou alienação fiduciária regida pela Lei 9.514/1997 —, a matrícula atualizada e a cadeia dominial, os ônus reais e averbações, a existência de ocupação e os débitos tributários e condominiais. No Guarujá, dada a localização à beira-mar de boa parte dos imóveis, ganha relevo o regime do terreno de marinha: tratando-se de bem da União (art. 20, VII, da Constituição), o que se transmite costuma ser o domínio útil (aforamento) ou a ocupação inscrita, sujeitos a foro anual e ao laudêmio devido à União na transferência onerosa (Decreto-Lei 9.760/1946 e Decreto-Lei 2.398/1987), administrados pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU). Convém obter a certidão da SPU, verificar a regularidade da inscrição (aforamento ou ocupação) e os débitos de foro ou de taxa de ocupação, e considerar a necessidade de anuência da União para o registro. Verificam-se, ainda, eventuais restrições de restinga e Mata Atlântica (Lei 11.428/2006) e de áreas de proteção ambiental. Todo esse diagnóstico integra o Estudo de Viabilidade Jurídica, conduzido sob a ótica do direito imobiliário.
O deságio varia conforme a praça, a modalidade e o estado de ocupação do imóvel, não havendo percentual fixo. Como regra geral do procedimento, a primeira praça tende a partir do valor de avaliação e a segunda admite lance inferior, vedado o preço vil (art. 891 do CPC). No Guarujá, a forte procura por imóveis de orla e de alto padrão tende a sustentar os valores, ao passo que a existência de pendências de foro, de laudêmio ou de regularização perante a SPU pode ampliar o deságio e exige ponderação. A situação dominial do imóvel — domínio pleno, domínio útil em aforamento ou ocupação — influencia diretamente o interesse e o preço. A faixa concreta de cada lote só se afere com a leitura do edital específico — análise que antecede qualquer decisão de lance.
O ponto de partida é a contratação formal da assessoria jurídica especializada, anterior ao lance. A partir dela, o escritório conduz o Estudo de Viabilidade Jurídica do lote de interesse — exame do processo ou procedimento de origem, da matrícula, do edital, dos débitos e dos riscos de vícios, com atenção particular, nos imóveis de orla, ao regime do terreno de marinha, à inscrição perante a SPU e aos débitos de foro, taxa de ocupação e laudêmio — e orienta a calibragem do lance com base em informação verificada. Após a arrematação, acompanha as etapas subsequentes, da carta de arrematação à imissão na posse, quando cabível. É esse encadeamento técnico que distingue a aquisição segura da aposta especulativa.
Como funciona o leilão de imóveis
O leilão judicial ocorre no curso de um processo — em regra execução ou cumprimento de sentença — como ato de expropriação disciplinado pelo Código de Processo Civil (arts. 879 a 903), com avaliação, edital, praças e formalização por auto e carta de arrematação. O leilão extrajudicial, conduzido fora do Judiciário, tem como hipótese mais difundida a execução da garantia em alienação fiduciária (Lei 9.514/1997), após a consolidação da propriedade em nome do credor. A natureza do certame define prazos, encargos e o caminho de desocupação — por isso é o primeiro ponto a verificar no edital.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
O ITBI é tributo municipal que incide sobre a transmissão onerosa do imóvel, de modo que, no Guarujá, aplica-se a legislação do próprio município, com alíquota a confirmar junto à Prefeitura do Guarujá — distinta, em base e em percentual, da de outros municípios, inclusive da capital. Quanto à base de cálculo, na arrematação em hasta pública ela tende a corresponder ao próprio valor da arrematação, e não ao valor venal de referência, em linha com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. Convém observar que, no terreno de marinha, além do ITBI municipal pode incidir o laudêmio devido à União na transferência onerosa do domínio útil, exação distinta e de competência federal, administrada pela SPU. O recolhimento do ITBI antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a base e a alíquota aplicáveis a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver no Guarujá
O Guarujá oferece praias para todos os perfis. As Pitangueiras e Astúrias concentram a vida urbana e o comércio; a Enseada combina extensa faixa de areia, quiosques e hotéis; o Tombo é reduto de surfe; e Pernambuco e Iporanga reúnem condomínios de alto padrão em meio à Mata Atlântica. Entre as atrações estão o Forte dos Andradas, o Acquario, as trilhas e mirantes da Serra do Guararu e o centrinho gastronômico das Pitangueiras. O acesso se dá pela Rodovia Cônego Domênico Rangoni, pela travessia de balsa a partir de Santos e pelo Sistema Anchieta-Imigrantes a partir da capital. Essa combinação de praias, natureza e infraestrutura de veraneio sustenta a liquidez dos imóveis ao longo dos ciclos de mercado, fator relevante para quem arremata pensando em moradia, lazer ou investimento.
O Guarujá dispõe de infraestrutura completa de cidade litorânea de grande porte, com forte comércio nas Pitangueiras e na Enseada, shoppings, escolas, hospitais e ampla rede de serviços voltada também ao turismo. A economia combina veraneio, atividade portuária da Baixada Santista e serviços. A mobilidade apoia-se na Rodovia Cônego Domênico Rangoni, na travessia de balsa para Santos e na conexão com o Sistema Anchieta-Imigrantes. Essa infraestrutura, somada à qualidade das praias e à procura por segunda residência, sustenta a valorização e a liquidez dos imóveis arrematados no Guarujá.
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