Apartamento em Taubaté, São Paulo. Descrição: Apartamento nº 401 com área total de 108,0687m², sendo 53,120m² de área privativa e 54,9487m² de área comum, localizado no 3º andar do Bloco 11 do Residencial Parque Trenton, na Rua Helvino de Morais, nº 1.000, Taubaté/SP. O imóvel possui uma vaga de garagem correspondente de 10,35m². O imóvel pode ser parcelado com 25% de entrada e o restante em até 6 meses, sujeito à aceitação e homologação do juízo. Há uma alienação fiduciária em favor do Banco do Brasil S/A, com saldo devedor de R$ 157.229,97 em 21/06/2022.
Casa em terreno de 85m² em Leilão — Rua Padre Diogo Pereira, nº 306, Vila São José, Taubaté
Rua Padre Diogo Pereira, nº 306, Vila São José, Taubaté, SP
Vila São José, Taubaté, SP

Valores e datas principais
Informações do imóvel
A casa em terreno de 85m², na Rua Padre Diogo Pereira, nº 306, Vila São José, Taubaté/SP, está em leilão judicial conduzido por Destak Leilões. Avaliado em R$ 220.444. 1º leilão em 23/10/2026, por R$ 220.444. 2º leilão em 13/11/2026, por R$ 163.128 (26% abaixo da avaliação). Em leilões judiciais, a arrematação é formalizada por carta de arrematação e a imissão na posse ocorre por mandado judicial, nos termos do art. 903 do CPC. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Leilão judicial de imóveis em São Paulo: como funciona →
Rua Padre Diogo Pereira, nº 306, Vila São José, Taubaté, SP Casa em Taubaté, São Paulo. Descrição: Imóvel residencial localizado na Rua Padre Diogo Pereira, número 306, no bairro Vila São José, em Taubaté/SP. A casa possui uma área aproximada de 85m² e está situada em uma área urbana. O terreno mede 5,20 metros de frente por 17,50 metros da frente aos fundos, com 17 metros de um lado e 5,20 metros nos fundos. O imóvel é objeto da matrícula 20.682 do 1º CRI de Taubaté/SP.
- Regularidade do processo e eventuais recursos pendentes contra a arrematação
- Ônus e certidões da matrícula (CPC arts. 879-903)
- Prazo e condições para a carta de arrematação e a imissão na posse
Dados principais
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Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
Antes de dar lance neste imóvel, conheça o estudo de viabilidade jurídica deste imóvel e a assessoria jurídica para arrematar este imóvel.
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Apartamento em Taubaté, São Paulo. Descrição: Direitos sobre o apartamento nº 204 com área privativa de 46,41m² e área total de 95,04m², localizado no 1º andar do Bloco 25 do "Residencial Parque Trenton", em Taubaté/SP. O imóvel possui uma vaga de garagem correspondente de 10,35m². O arrematante poderá parcelar a compra com 25% de entrada e o restante em até 6 meses, sujeito à aceitação e homologação do juízo. O imóvel está vinculado a ônus, incluindo alienação fiduciária em favor do Banco do Brasil S.A., com saldo devedor de R$ 147.470,34 em 03/08/2026.

Imóvel de 125m² localizado em Taubaté, São Paulo. Descrição: Imóvel com área total de 125,00 m², situado no bairro do Cataguá, em Taubaté, SP. A propriedade é uma casa em bom estado de conservação, composta por três quartos, um banheiro, sala integrada com cozinha, área de serviço, rancho e garagem coberta. O imóvel está ocupado e será de responsabilidade do arrematante realizar as averbações das benfeitorias na matrícula do imóvel. O valor mínimo aceito para a venda é de R$ 265.000,00.

Imóvel localizado em Taubaté, São Paulo. Descrição: Lote de terreno nº 10 da quadra F, situado no loteamento São Felix do Cataguá, no bairro do Cataguá, Taubaté/SP. O imóvel possui uma área total de 2.016,00m², sem edificações. O terreno mede 48,00m de frente para a Rua Ivahir de Freitas Garcia, com 31,00m nos fundos e 49,79m em ambos os lados.
Comprar em Taubaté
Taubaté é um dos maiores polos industriais do Vale do Paraíba, em posição estratégica no eixo Rio–São Paulo, com forte indústria automotiva, comércio, serviços e ensino — de economia diversificada e pujante. Essa base sustenta um mercado de leilão de imóveis amplo: apartamentos, casas, imóveis comerciais e industriais, em leilão judicial e extrajudicial. O deságio entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça pode resultar em aquisição vantajosa, mas o retorno não decorre do desconto isolado, e sim da conjugação entre a localização, o tipo de imóvel e a situação jurídica passível de regularização — inclusive, nos ativos de empresas em recuperação ou falência, o regime da aquisição sem sucessão, aferido no Estudo de Viabilidade Jurídica. Com mais de 1.300 arrematações em 20 anos, o Cataldo Siston Advogados assessora arrematantes em leilão de imóveis e direito imobiliário em todo o estado.
A leitura precede o lance. As oportunidades vêm de dois fluxos distintos: as consolidações fiduciárias (Lei 9.514/1997), que acompanham a mancha de financiamento bancário dos últimos ciclos de lançamento, e as hastas judiciais — execuções de cotas condominiais, execuções fiscais de IPTU, execuções cíveis e alienações em inventário —, que acompanham a densidade e a idade do estoque. Em Taubaté, praça de forte presença industrial, um exame ganha relevo quando o bem provém de empresa em recuperação judicial ou falência: o regime da Lei 11.101/2005. Nessa via, a aquisição costuma dar-se livre de ônus e sem sucessão nas obrigações do devedor (art. 60, parágrafo único, e art. 141, II) — vantagem relevante —, desde que observadas as condições do procedimento e a vedação de o arrematante ser parte relacionada ao devedor (art. 141, § 1º). A esses exames somam-se a matrícula e a cadeia dominial, os ônus reais e averbações, os débitos, a situação de ocupação e o juízo competente. Todo esse diagnóstico integra o Estudo de Viabilidade Jurídica, conduzido sob a ótica do direito imobiliário e do direito processual civil, de modo que o lance seja calibrado com segurança — e não no escuro.
O deságio varia conforme a praça, a modalidade e o estado de ocupação do imóvel, não havendo percentual fixo. Como regra geral do procedimento, a primeira praça tende a partir do valor de avaliação e a segunda admite lance inferior, vedado o preço vil (art. 891 do CPC). Em Taubaté, a localização e a natureza do imóvel são decisivas: bairros consolidados como a Independência e o Jardim das Nações tendem a equilibrar o deságio, ao passo que imóveis industriais, ativos de empresas em dificuldade e unidades de incorporações paralisadas podem apresentar margens maiores. Convém, ainda, somar ao lance a comissão do leiloeiro, o ITBI do município, o registro e os eventuais ônus e débitos descritos no edital. A faixa concreta de cada imóvel só se afere com a leitura do edital específico.
O ponto de partida é a contratação formal da assessoria jurídica especializada, anterior ao lance. A partir dela, o escritório conduz o Estudo de Viabilidade Jurídica do imóvel de interesse — exame do processo ou procedimento de origem, da matrícula, do edital, dos débitos e dos riscos —, identificando desde logo a modalidade do leilão, judicial ou extrajudicial, e as diligências que cada uma exige. Após a arrematação, acompanha as etapas subsequentes, do registro da carta de arrematação à imissão na posse, quando cabível. É esse encadeamento técnico que distingue a aquisição segura da aposta especulativa.
Como funciona o leilão de imóveis
O leilão judicial ocorre no curso de um processo — em regra execução ou cumprimento de sentença — como ato de expropriação disciplinado pelo Código de Processo Civil (arts. 879 a 903), com avaliação, edital, praças e formalização por auto e carta de arrematação. O leilão extrajudicial, conduzido fora do Judiciário, tem como hipótese mais difundida a execução da garantia em alienação fiduciária (Lei 9.514/1997), após a consolidação da propriedade em nome do credor. A natureza do certame define prazos, encargos e o caminho de desocupação — por isso é o primeiro ponto a verificar no edital.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, tratamos dos riscos que merecem atenção do investidor, e em uma praça industrial como Taubaté convém somar um aspecto próprio: a arrematação de bens de empresa em recuperação judicial ou falência. A vantagem da aquisição livre de ônus e sem sucessão (Lei 11.101/2005) só se confirma se observadas as condições do procedimento — entre elas, a vedação de o arrematante ser parte relacionada ao devedor (art. 141, § 1º), sob pena de afastamento da proteção —, e a competência do juízo da recuperação ou da falência deve ser respeitada. A esses somam-se os riscos clássicos: dívidas anteriores, como IPTU e condomínio, no leilão comum; a impugnação à arrematação por questões processuais; e a demora na imissão na posse, sobretudo em ocupação resistente. Não se trata de temer o leilão, mas de entrar com informação e segurança jurídica. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra varia conforme a origem e a modalidade. No leilão comum, em hasta pública, os tributos que gravam o imóvel sub-rogam-se, em regra, no respectivo preço (art. 130, parágrafo único, do Código Tributário Nacional), recebendo o arrematante o bem livre dos tributos anteriores; os débitos condominiais, de natureza propter rem, dependem do que o edital dispuser. Quando o bem provém de empresa em recuperação judicial ou falência, porém, a proteção é ainda mais ampla: pela Lei 11.101/2005, a aquisição dá-se livre de ônus e sem sucessão do arrematante nas obrigações do devedor — inclusive as tributárias, trabalhistas e por acidentes de trabalho (art. 60, parágrafo único, e art. 141, II) —, regra confirmada pelo Supremo Tribunal Federal, ressalvada a hipótese de o arrematante ser parte relacionada ao devedor (art. 141, § 1º). O Estudo de Viabilidade Jurídica identifica a origem do bem, o regime aplicável e os passivos, para que o lance seja calibrado com precisão.
O ITBI é tributo municipal que incide sobre a transmissão onerosa do imóvel, de modo que, em Taubaté, aplica-se a legislação do próprio município, com alíquota a confirmar junto à Prefeitura de Taubaté — distinta, em base e em percentual, da de outros municípios, inclusive da capital. Quanto à base de cálculo, na arrematação em hasta pública ela tende a corresponder ao próprio valor da arrematação, e não ao valor venal de referência, em linha com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. O recolhimento antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a base e a alíquota aplicáveis a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver em Taubaté
Taubaté é uma das principais cidades do Vale do Paraíba, importante polo industrial e de serviços, com forte vida universitária — sede da tradicional UNITAU. Conhecida como a terra de Monteiro Lobato, criador do Sítio do Picapau Amarelo, abriga o parque temático do Sítio do Picapau Amarelo, o Mercado Municipal e o distrito de Quiririm, de herança italiana, ao lado de uma agenda cultural ativa. Cidade de economia diversificada e pujante, tem o estoque imobiliário marcado por imóveis residenciais, comerciais e industriais, fator relevante para quem arremata pensando em uso próprio, em renda ou em investimento.
Taubaté é um polo industrial do Vale do Paraíba, em posição estratégica no eixo Rio–São Paulo, articulado pela Rodovia Presidente Dutra (BR-116), pela Rodovia Oswaldo Cruz — que liga ao litoral norte — e pela malha regional. A ocupação distribui-se entre uma zona central adensada, bairros residenciais consolidados, importantes distritos industriais e áreas de expansão, além do distrito de Quiririm. O estoque imobiliário cobre apartamentos, casas, imóveis comerciais e industriais. Essa diversidade, urbana e industrial, singulariza os imóveis arrematados em Taubaté.
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