
Apartamento em Presidente Prudente, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado na Rua Patricia Goncalves Toledo, nº 170, Apto. 302, Bloco 12, com área total de 89,83 m² e área privativa de 39,3 m². O apartamento possui 2 quartos e 1 banheiro.
Rua Patricia Goncalves Toledo Rua Projetada N. 170 Apto. 201, BL 9 VG 116, Conjunto Habitacional Mario Amato, Conjunto Habitacional Mário Amato, Presidente Prudente, SP
Conjunto Habitacional Mário Amato, Presidente Prudente, SP

O apartamento de 39m² com 2 quartos e 1 vaga de garagem, na Rua Patricia Goncalves Toledo Rua Projetada N. 170 Apto. 201, BL 9 VG 116, Conjunto Habitacional Mario Amato, Conjunto Habitacional Mário Amato, Presidente Prudente/SP, está em leilão extrajudicial conduzido por Hammer Leilões. Avaliado em R$ 160.000. 1º leilão em 23/11/2026, por R$ 160.000. 2º leilão em 27/11/2026, por R$ 109.318 (32% abaixo da avaliação). Em leilões extrajudiciais, a propriedade é transferida por escritura pública após a consolidação, com possibilidade de purgação da mora até esse momento. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Leilão extrajudicial de imóveis em São Paulo: como funciona →
Rua Patricia Goncalves Toledo Rua Projetada N. 170 Apto. 201, BL 9 VG 116, Conjunto Habitacional Mario Amato, Conjunto Habitacional Mário Amato, Presidente Prudente, SP Apartamento em Presidente Prudente, São Paulo. Descrição: Apartamento com 89,83 m² de área total e 39,3 m² de área privativa. Possui 2 quartos, área de serviço, banheiro, sala, cozinha e 1 vaga de garagem. Localizado no Conjunto Habitacional Mario Amato, no empreendimento Príncipe de Valência. Avaliação de R$160.000,00.
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Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
Antes de dar lance neste imóvel, conheça o estudo de viabilidade jurídica deste imóvel e a assessoria jurídica para arrematar este imóvel.
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Apartamento em Presidente Prudente, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado na Rua Patricia Goncalves Toledo, nº 170, Apto. 302, Bloco 12, com área total de 89,83 m² e área privativa de 39,3 m². O apartamento possui 2 quartos e 1 banheiro.

Apartamento de 93 m² com 3 dormitórios em Presidente Prudente, São Paulo. Descrição: O imóvel é um apartamento nº 43, localizado no quarto pavimento do Edifício Araponga, no Condomínio Residencial Parque dos Pássaros, situado no Bairro Parque São Judas Tadeu, em Presidente Prudente, SP. O apartamento possui 3 dormitórios, 1 banheiro, 1 lavabo, 1 sala, 1 cozinha e área de serviço, com uma área útil de 93,77 m² e área total de 107,956 m². Inclui uma vaga de estacionamento de 21,00 m². O edifício está construído em uma área de 6.570,93 m².

Terreno de 378m² em Presidente Prudente, São Paulo. Descrição: Terreno urbano localizado no Residencial Damha Belvedere, em Presidente Prudente, SP, com área total de 378,60m². O lote possui medidas de 12,00 metros de frente, 31,55 metros de lado direito, 31,55 metros de lado esquerdo e 12,00 metros nos fundos. O imóvel não possui benfeitorias e está situado a cerca de 5,00 metros do início da curva de confluência da esquina com a Rua 3. Avaliação total do terreno é de R$ 290.000,00, com avaliação atualizada para R$ 290.174,00.

Casa com 135m² em Presidente Prudente, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado em Presidente Prudente, SP, com área total de 135m². A casa possui 44,27m² de construção em alvenaria, composta por dois quartos, sendo um suíte. Os quartos têm janelas tipo veneziana com grades e porta de madeira. O imóvel conta com um banheiro social, uma cozinha com pia e armário simples, e uma sala com janela de vidro de correr. Todos os cômodos são forrados com forro PVC. A casa também possui um tanque na saída da cozinha, um corredor nos fundos que leva a um quarto despensa, e garagem para dois carros com portão de correr. A área externa é revestida de cimento. O imóvel está avaliado em R$ 129.639,82.
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Presidente Prudente é a capital regional do Oeste Paulista, importante polo de comércio, serviços, agronegócio, educação e saúde, de economia diversificada e estável. Essa base sustenta um mercado de leilão de imóveis amplo: apartamentos, casas, imóveis comerciais, industriais e rurais, em leilão judicial e extrajudicial. O deságio entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça pode resultar em aquisição vantajosa, mas o retorno não decorre do desconto isolado, e sim da conjugação entre a localização, o tipo de imóvel e a situação jurídica passível de regularização — inclusive a segurança da cadeia dominial, aferida no Estudo de Viabilidade Jurídica. Com mais de 1.300 arrematações em 20 anos, o Cataldo Siston Advogados assessora arrematantes em leilão de imóveis e direito imobiliário em todo o estado.
A leitura precede o lance. As oportunidades vêm de dois fluxos distintos: as consolidações fiduciárias (Lei 9.514/1997), que acompanham a mancha de financiamento bancário dos últimos ciclos de lançamento, e as hastas judiciais — execuções de cotas condominiais, execuções fiscais de IPTU, execuções cíveis e alienações em inventário —, que acompanham a densidade e a idade do estoque. Em Presidente Prudente, capital do Oeste Paulista, um exame ganha especial relevo: a cadeia dominial. A arrematação transfere o bem livre das dívidas que se sub-rogam no preço, mas a higidez do título depende da regularidade da sucessão de transmissões na matrícula, até uma origem legítima — cuidado redobrado em região de histórico fundiário sensível, como o Pontal do Paranapanema. A esses exames somam-se os ônus reais e averbações, os débitos, a situação de ocupação e — sendo rural — a regularidade do registro. Todo esse diagnóstico integra o Estudo de Viabilidade Jurídica, conduzido sob a ótica do direito imobiliário e do direito processual civil, de modo que o lance seja calibrado com segurança — e não no escuro.
O deságio varia conforme a praça, a modalidade e o estado de ocupação do imóvel, não havendo percentual fixo. Como regra geral do procedimento, a primeira praça tende a partir do valor de avaliação e a segunda admite lance inferior, vedado o preço vil (art. 891 do CPC). Em Presidente Prudente, a localização e a natureza do imóvel são decisivas: bairros consolidados como a Vila Furquim e o Jardim Bongiovani tendem a equilibrar o deságio, ao passo que propriedades rurais, imóveis industriais e unidades de incorporações em dificuldade podem apresentar margens maiores. Convém, ainda, somar ao lance a comissão do leiloeiro, o ITBI do município, o registro e os eventuais ônus e débitos descritos no edital. A faixa concreta de cada imóvel só se afere com a leitura do edital específico.
O ponto de partida é a contratação formal da assessoria jurídica especializada, anterior ao lance. A partir dela, o escritório conduz o Estudo de Viabilidade Jurídica do imóvel de interesse — exame do processo ou procedimento de origem, da matrícula, do edital, dos débitos e dos riscos —, identificando desde logo a modalidade do leilão, judicial ou extrajudicial, e as diligências que cada uma exige. Após a arrematação, acompanha as etapas subsequentes, do registro da carta de arrematação à imissão na posse, quando cabível. É esse encadeamento técnico que distingue a aquisição segura da aposta especulativa.
Como funciona o leilão de imóveis
O leilão judicial ocorre no curso de um processo — em regra execução ou cumprimento de sentença — como ato de expropriação disciplinado pelo Código de Processo Civil (arts. 879 a 903), com avaliação, edital, praças e formalização por auto e carta de arrematação. O leilão extrajudicial, conduzido fora do Judiciário, tem como hipótese mais difundida a execução da garantia em alienação fiduciária (Lei 9.514/1997), após a consolidação da propriedade em nome do credor. A natureza do certame define prazos, encargos e o caminho de desocupação — por isso é o primeiro ponto a verificar no edital.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Porque o leilão de imóveis combina direito processual civil, direito imobiliário e registral, e cada etapa tem armadilhas que escapam à atuação generalista. Um exemplo eloquente está na análise da cadeia dominial: confirmar que a sucessão de transmissões registradas na matrícula remonta a uma origem legítima — e não a um título viciado — exige leitura técnica do registro, especialmente em região de histórico fundiário sensível, como o Pontal do Paranapanema, onde gravita a questão das terras devolutas. A esse exame soma-se a compreensão da garantia contra a evicção, que o Código Civil assegura ainda quando a aquisição se dá em hasta pública (art. 447): saber identificar o risco, dimensioná-lo e, se for o caso, preservar o direito do arrematante é trabalho de especialista. Não se trata de formalidade, e sim da diferença entre um título sólido e uma surpresa onerosa.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, tratamos dos riscos que merecem atenção do investidor, e em uma praça como Presidente Prudente convém somar um aspecto próprio: a solidez do título. Um vício na cadeia dominial — sobretudo em região de histórico fundiário sensível, como o Pontal do Paranapanema — pode, no limite, expor o arrematante à evicção, isto é, à perda do bem para terceiro titular de direito anterior. O Código Civil assegura, nesse caso, a garantia contra a evicção, que subsiste ainda que a aquisição se dê em hasta pública (art. 447); ainda assim, prevenir é melhor do que remediar, e a origem do domínio deve ser aferida antes do lance. A esses somam-se os riscos clássicos: dívidas anteriores, como IPTU e condomínio; a impugnação à arrematação por questões processuais; e a demora na imissão na posse, sobretudo em ocupação resistente. Não se trata de temer o leilão, mas de entrar com informação e segurança jurídica. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
O ITBI é tributo municipal que incide sobre a transmissão onerosa do imóvel, de modo que, em Presidente Prudente, aplica-se a legislação do próprio município, com alíquota a confirmar junto à Prefeitura de Presidente Prudente — distinta, em base e em percentual, da de outros municípios, inclusive da capital. Quanto à base de cálculo, na arrematação em hasta pública ela tende a corresponder ao próprio valor da arrematação, e não ao valor venal de referência, em linha com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. O recolhimento antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a base e a alíquota aplicáveis a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver em Presidente Prudente
Presidente Prudente é a principal cidade do Oeste Paulista, importante polo regional de comércio, serviços, educação e saúde, com forte vida universitária — sede da UNOESTE e de campus da UNESP. Entre seus espaços conhecidos estão o Parque do Povo, amplo cartão-postal urbano, o Balneário da Amizade e o entorno represado do Rio Santo Anastácio, ao lado de uma agenda cultural ativa. Polarizando o Pontal do Paranapanema, tem o estoque imobiliário marcado por imóveis urbanos e por propriedades rurais, fator relevante para quem arremata pensando em uso próprio, em renda ou em investimento.
Presidente Prudente é um polo regional do extremo oeste paulista, articulado à capital e à região pela Rodovia Raposo Tavares (SP-270), por outras vias do Oeste Paulista e por aeroporto próprio. A ocupação distribui-se entre uma zona central adensada, bairros residenciais consolidados, como a Vila Furquim e o Jardim Bongiovani, áreas industriais e a cidade universitária no entorno da UNOESTE, além de extensas áreas rurais do Pontal do Paranapanema. O estoque imobiliário cobre apartamentos, casas, imóveis comerciais, industriais e rurais. Essa diversidade, urbana e rural, singulariza os imóveis arrematados em Presidente Prudente.
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