
Casa em Paulínia, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado no Jardim de Itapoan, com área de terreno de 455,00m² e área construída de 323,02m². A propriedade está situada na Rua Ares, nº 117, Lote 06, Quadra E, no Residencial Athenas.
Apartamentos, casas, imóveis comerciais e industriais em leilão judicial e extrajudicial em Paulínia, no interior de São Paulo — um dos maiores polos industriais e petroquímicos do país. Cada oportunidade é precedida de leitura documental e orientação em direito imobiliário, com atenção à regularidade do processo de origem e da penhora.

Catálogo em números
Em 31 de outubro de 2026, o catálogo reúne 10 imóveis em leilão em Paulínia: 40% judiciais e 60% extrajudiciais; o tipo mais comum são casas (70%).

Casa em Paulínia, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado no Jardim de Itapoan, com área de terreno de 455,00m² e área construída de 323,02m². A propriedade está situada na Rua Ares, nº 117, Lote 06, Quadra E, no Residencial Athenas.

Apartamento em Paulínia, São Paulo. Descrição: Apartamento nº 15, localizado no primeiro pavimento da Torre 4 Havana do Condomínio Residencial Premiere Morumbi Clube, com área total de 104,97m². O imóvel possui 3 dormitórios, sendo 1 suíte, 1 banheiro social, sala de estar, sala de jantar, varanda, cozinha e área de serviço. O apartamento conta com 2 vagas de garagem indeterminadas. A unidade apresenta algumas necessidades de reparo, como a falta da janela da lavanderia, ausência de piso nos quartos e na sala, e fiação do teto aparente.

Casa em Paulínia, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado no Jardim Morro Alto, com área construída estimada de 108,65m² e área de terreno de 166,25m². A propriedade está situada na Rua Mafalda Pongeluppi Beraldo, nº 37, Lote 27, Quadra 11.

Casa em Paulínia, São Paulo. Descrição: Imóvel residencial localizado no bairro Parque Bom Retiro, em Paulínia, SP. A casa é composta por sala de estar, sala de jantar, cozinha com móveis planejados, lavanderia, banheiro, 3 quartos sendo 1 suíte, área de serviço e área da piscina. O imóvel está alugado e aceita financiamento e FGTS. A venda é condicionada à aprovação do vendedor.

Casa de alto padrão com 368,28m² em Paulínia, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado em loteamento de padrão construtivo alto, com área construída de aproximadamente 368,28m² e terreno de 485,70m². A casa possui 02 pavimentos, estacionamento coberto com 02 vagas, churrasqueira e piscina. Internamente, conta com 01 sala de estar, 01 sala de jantar, 01 home theater, 01 lavabo, 01 cozinha, 01 área de serviço, 01 banheiro auxiliar, 04 quartos e 04 suítes. O imóvel apresenta excelente acabamento interno e externo. As benfeitorias não estão averbadas na matrícula imobiliária, e o arrematante será responsável pela regularização administrativa, fiscal, urbanística e/ou registral do imóvel.

Casa em João Aranha, Paulínia, SP. Descrição: Imóvel localizado na Rua Valdemar Biazotto, 123, João Aranha, Paulínia - SP. A casa possui uma área construída de 135,65 m² e um terreno de 306,00 m². O imóvel está ocupado e a venda é condicionada ao não exercício do direito de preferência do fiduciante. As condições de pagamento são somente à vista e a venda ocorre em caráter “ad corpus”, no estado de conservação em que se encontra.

Casa em Paulínia, São Paulo. Descrição: Imóvel com 65,51 m² de área construída e terreno de 125,00 m², localizado no bairro Parque Bom Retiro, na cidade de Paulínia, SP. O imóvel é uma casa residencial situada na Rua Hermínio Beraldo, nº 147. A desocupação será de responsabilidade do adquirente.

Terreno de 200.008 m² em Paulínia, São Paulo. Descrição: Terreno de porte industrial localizado no bairro Cascata, em Paulínia, SP, com área total de 200.008,06 m². O imóvel é composto pelos lotes 46, 47, 48 e 67 do loteamento denominado Centro Industrial de Paulínia. O terreno está desocupado e a venda é condicionada à aprovação dos comitentes/vendedores. O lance inicial é de R$ 29.000.000,00.

Apartamento em Paulínia, São Paulo. Descrição: Direitos da alienação fiduciária do apartamento nº 303, localizado ao 2º pavimento, no bloco 3 do Condomínio Parque Pitágoras. O imóvel possui 42,31 m² de área privativa e é composto por sala, 2 quartos, 1 banheiro social, cozinha e área de serviço. A unidade conta com uma vaga de garagem descoberta livre. A área total do apartamento, incluindo áreas comuns, é de 77,2940 m². Localizado no bairro Jardim Flamboyant, o imóvel confronta com hall social e escada de acesso aos demais pavimentos.

Casa em Paulínia, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado no Jardim dos Calegaris, Paulínia/SP, com área construída de 253,55m² e terreno de 339,48m². A propriedade é um prédio residencial situado na Rua Brigadeiro Faria e Lima, nº 220, no bairro Jardim Fortaleza.
Conte o que você busca: nossa equipe acompanha os editais abertos em Paulínia, no interior e em todo o estado de São Paulo e pode orientar a próxima oportunidade de leilão de imóveis.
Paulínia, no interior de São Paulo, integra a malha de leilão de imóveis no interior de São Paulo e é um dos maiores polos industriais e petroquímicos do país: sede de uma das principais refinarias do Brasil e de um expressivo complexo químico e de logística de combustíveis, ostenta um dos maiores PIBs per capita do Estado, ao lado de um conhecido polo cinematográfico. De economia pujante e forte presença empresarial, articula-se pela Rodovia Professor Zeferino Vaz e reúne um estoque diversificado — apartamentos, casas, imóveis comerciais e industriais — que alimenta um leilão de imóveis de boa liquidez.
Para o investidor, a vocação industrial e a pujança econômica são os traços definidores: bairros residenciais consolidados oferecem liquidez consistente, enquanto imóveis industriais, ativos empresariais e unidades de incorporações em dificuldade podem apresentar deságios maiores. Um imóvel adquirido por valor inferior ao da avaliação só se converte em vantagem efetiva quando reúne situação jurídica passível de regularização — análise conduzida sob a ótica do direito imobiliário e do direito processual civil.
As oportunidades de leilão de imóveis em Paulínia vêm de dois fluxos distintos: as consolidações fiduciárias (Lei 9.514/1997), que acompanham a mancha de financiamento bancário dos últimos ciclos de lançamento, e as hastas judiciais — execuções de cotas condominiais, execuções fiscais de IPTU, execuções cíveis e alienações em inventário —, que acompanham a densidade e a idade do estoque. Em um dos maiores polos industriais e petroquímicos do Estado, de forte presença empresarial, um ponto técnico merece atenção quando o bem é alcançado pela superação da empresa devedora: a desconsideração da personalidade jurídica. Admitida, em caso de abuso — desvio de finalidade ou confusão patrimonial —, para estender obrigações aos bens dos sócios, ou da sociedade na forma inversa (art. 50 do Código Civil, com a redação da Lei 13.874/2019), a desconsideração depende, em regra, de incidente próprio, com citação e contraditório prévio do atingido antes da constrição de seus bens (arts. 133 a 137 do Código de Processo Civil). Para o arrematante, importa que esse incidente tenha sido regular e que a penhora seja hígida; assinado o auto, contudo, a arrematação é perfeita, acabada e irretratável (art. 903), ainda que a decisão venha a ser reformada — assegurada a reparação. Verificam-se, por isso, a matrícula e a cadeia dominial, a regularidade do processo e da penhora, os ônus e os débitos e o teor do edital — trabalho técnico que separa a aparência de oportunidade da oportunidade real.
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Paulínia é um dos polos industriais e petroquímicos mais relevantes do país, no interior de São Paulo, com refino, indústria química, logística de combustíveis e um dos maiores PIBs per capita do Estado — de economia pujante e estável. Essa base sustenta um mercado de leilão de imóveis amplo: apartamentos, casas, imóveis comerciais e industriais, em leilão judicial e extrajudicial. O deságio entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça pode resultar em aquisição vantajosa, mas o retorno não decorre do desconto isolado, e sim da conjugação entre a localização, o tipo de imóvel e a situação jurídica passível de regularização — inclusive a regularidade do processo de origem, aferida no Estudo de Viabilidade Jurídica. Com mais de 1.300 arrematações em 20 anos, o Cataldo Siston Advogados assessora arrematantes em leilão de imóveis e direito imobiliário em todo o estado.
A leitura precede o lance. As oportunidades vêm de dois fluxos distintos: as consolidações fiduciárias (Lei 9.514/1997), que acompanham a mancha de financiamento bancário dos últimos ciclos de lançamento, e as hastas judiciais — execuções de cotas condominiais, execuções fiscais de IPTU, execuções cíveis e alienações em inventário —, que acompanham a densidade e a idade do estoque. Em Paulínia, praça de forte presença empresarial, um exame ganha relevo quando o bem foi alcançado pela desconsideração da personalidade jurídica: a regularidade do incidente. Admitida em caso de abuso — desvio de finalidade ou confusão patrimonial — para estender obrigações aos bens dos sócios ou da sociedade (art. 50 do Código Civil), a desconsideração depende, em regra, de incidente próprio, com contraditório prévio do atingido (arts. 133 a 137 do Código de Processo Civil); daí decorre a higidez da penhora. A esses exames somam-se a matrícula e a cadeia dominial, os ônus reais e averbações, os débitos e a situação de ocupação. Todo esse diagnóstico integra o Estudo de Viabilidade Jurídica, conduzido sob a ótica do direito imobiliário e do direito processual civil, de modo que o lance seja calibrado com segurança — e não no escuro.
O deságio varia conforme a praça, a modalidade e o estado de ocupação do imóvel, não havendo percentual fixo. Como regra geral do procedimento, a primeira praça tende a partir do valor de avaliação e a segunda admite lance inferior, vedado o preço vil (art. 891 do CPC). Em Paulínia, a localização e a natureza do imóvel são decisivas: bairros residenciais consolidados tendem a equilibrar o deságio, ao passo que imóveis industriais, ativos empresariais e unidades de incorporações em dificuldade podem apresentar margens maiores. Convém, ainda, somar ao lance a comissão do leiloeiro, o ITBI do município, o registro e os eventuais ônus e débitos descritos no edital. A faixa concreta de cada imóvel só se afere com a leitura do edital específico.
O ponto de partida é a contratação formal da assessoria jurídica especializada, anterior ao lance. A partir dela, o escritório conduz o Estudo de Viabilidade Jurídica do imóvel de interesse — exame do processo ou procedimento de origem, da matrícula, do edital, dos débitos e dos riscos —, identificando desde logo a modalidade do leilão, judicial ou extrajudicial, e as diligências que cada uma exige. Após a arrematação, acompanha as etapas subsequentes, do registro da carta de arrematação à imissão na posse, quando cabível. É esse encadeamento técnico que distingue a aquisição segura da aposta especulativa.
Como funciona o leilão de imóveis
O leilão judicial ocorre no curso de um processo — em regra execução ou cumprimento de sentença — como ato de expropriação disciplinado pelo Código de Processo Civil (arts. 879 a 903), com avaliação, edital, praças e formalização por auto e carta de arrematação. O leilão extrajudicial, conduzido fora do Judiciário, tem como hipótese mais difundida a execução da garantia em alienação fiduciária (Lei 9.514/1997), após a consolidação da propriedade em nome do credor. A natureza do certame define prazos, encargos e o caminho de desocupação — por isso é o primeiro ponto a verificar no edital.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Porque o leilão de imóveis combina direito processual civil, direito imobiliário e registral, e cada etapa tem armadilhas que escapam à atuação generalista. Um exemplo está nos bens alcançados pela desconsideração da personalidade jurídica: aferir se o incidente foi regularmente instaurado, com o contraditório prévio do sócio ou da sociedade atingida (arts. 133 a 137 do Código de Processo Civil), se estão presentes os requisitos do abuso — desvio de finalidade ou confusão patrimonial (art. 50 do Código Civil, na redação da Lei 13.874/2019) — e se há recurso pendente exige leitura técnica do processo. Saber, ainda, que, assinado o auto, a arrematação se torna perfeita, acabada e irretratável (art. 903), ainda que a decisão seja depois reformada — ressalvada a reparação —, é o que distingue a aquisição segura. Não se trata de formalidade, e sim da diferença entre um título sólido e uma surpresa onerosa.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A anulação é exceção, e não regra. Assinado o auto de arrematação, esta se considera perfeita, acabada e irretratável (art. 903 do Código de Processo Civil), ainda que venham a ser julgados procedentes os embargos do executado ou a decisão que fundamentou a constrição — como a que decretou a desconsideração da personalidade jurídica — seja posteriormente reformada, caso em que se assegura a reparação dos prejuízos, não o desfazimento automático da aquisição. O próprio art. 903, em seu § 1º, enumera hipóteses excepcionais de invalidação, ineficácia ou resolução — por exemplo, preço vil ou outro vício, ou inobservância do art. 804 —, sempre por decisão fundamentada. É justamente para afastar esses riscos que se faz o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance, verificando a regularidade do incidente de desconsideração e da penhora. A segurança, no leilão, constrói-se na origem.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
O ITBI é tributo municipal que incide sobre a transmissão onerosa do imóvel, de modo que, em Paulínia, aplica-se a legislação do próprio município, com alíquota a confirmar junto à Prefeitura de Paulínia — distinta, em base e em percentual, da de outros municípios, inclusive da capital. Quanto à base de cálculo, na arrematação em hasta pública ela tende a corresponder ao próprio valor da arrematação, e não ao valor venal de referência, em linha com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. O recolhimento antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a base e a alíquota aplicáveis a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver em Paulínia
Paulínia é um dos municípios mais pujantes do interior de São Paulo, conhecida por seu polo industrial e petroquímico e por um dos maiores PIBs per capita do país. Sede de um destacado polo cinematográfico — com estúdios e infraestrutura de produção audiovisual —, oferece ainda espaços como o Parque Brasil 500, o Teatro Municipal e áreas verdes urbanizadas, ao lado de uma rede de serviços e equipamentos de qualidade sustentada pela forte arrecadação. Cidade de economia diversificada e empresarial, tem o estoque imobiliário marcado por imóveis residenciais, comerciais e industriais, fator relevante para quem arremata pensando em uso próprio, em renda ou em investimento.
Paulínia é um polo industrial e petroquímico do interior paulista, articulado à região pela Rodovia Professor Zeferino Vaz (SP-332) e pela malha viária e logística do entorno, com forte presença de terminais e indústrias. A ocupação distribui-se entre uma zona central consolidada, bairros residenciais, amplos distritos industriais ligados ao refino e à química, e o distrito de Betel. O estoque imobiliário cobre apartamentos, casas, imóveis comerciais e industriais. Essa diversidade, com forte componente industrial, singulariza os imóveis arrematados em Paulínia.
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