Casa em Araçatuba, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado na Rua Marco Antonio Scatena Ritchie, nº 299, no Residencial Paquere, em Araçatuba/SP. Possui 49,18 m² de área total e privativa, com 140 m² de área do terreno. O imóvel conta com 2 quartos, 2 banheiros, sala, cozinha e 1 vaga de garagem.
Casa de 45m² em Leilão — RUA PASTOR JOSE FERREIRA DE FREITAS, N. 144, ANTIGA RUA 07, Jardim do Trevo, Araçatuba
RUA PASTOR JOSE FERREIRA DE FREITAS, N. 144, ANTIGA RUA 07, Jardim do Trevo, Araçatuba, SP
Jardim do Trevo, Araçatuba, SP

Valores e datas principais
Informações do imóvel
A casa de 45m² com 2 quartos e 1 vaga de garagem, na RUA PASTOR JOSE FERREIRA DE FREITAS, N. 144, ANTIGA RUA 07, Jardim do Trevo, Araçatuba/SP, está em leilão extrajudicial conduzido por João Emilio. 1º leilão em 12/11/2026, por R$ 81.965. Em leilões extrajudiciais, a propriedade é transferida por escritura pública após a consolidação, com possibilidade de purgação da mora até esse momento. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Leilão extrajudicial de imóveis em São Paulo: como funciona →
RUA PASTOR JOSE FERREIRA DE FREITAS, N. 144, ANTIGA RUA 07, Jardim do Trevo, Araçatuba, SP Casa em Araçatuba, São Paulo. Descrição: Situado na Rua Pastor José Ferreira de Freitas, nº 144, Antiga Rua 07 - Residencial Sylvio José Venturolli, o imóvel possui 44,82 m² de área total e 44,82 m² de área privativa, com um terreno de 152 m². Conta com 2 quartos, sala, cozinha, 1 banheiro e 1 vaga de garagem.
- Prazo de purgação da mora até a consolidação da propriedade
- Regularidade da notificação do devedor
- Condições para obtenção da escritura pública
Dados principais
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Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
Antes de dar lance neste imóvel, conheça o estudo de viabilidade jurídica deste imóvel e a assessoria jurídica para arrematar este imóvel.
Assessoria jurídica completa para arrematação de imóveis em leilões judiciais e extrajudiciais.
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Apartamento com 280 m² em Araçatuba, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado no 10º andar do Edifício Paineiras, situado na Rua Carlos Gomes, 416, no Centro de Araçatuba, SP. O apartamento possui 3 dormitórios, sendo 3 suítes, e conta com 5 banheiros e 2 vagas de garagem. A área útil é de 280 m², enquanto a área total do imóvel é de 800 m². O condomínio tem um valor aproximado de R$ 3.428,00 por mês e o IPTU é de R$ 4.048,30 por ano. O apartamento é descrito na matrícula como tendo uma área construída de 306,927 m², com 277,987 m² de área privativa e 28,94 m² de área comum.

Apartamento de 58m² com 1 vaga em Araçatuba, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado no 6° andar do "Condomínio Residencial Garden Ville", na Rua Presidente João Goulart, Vila Alba, Araçatuba, SP. Possui área privativa de 58,56m² e área comum de 13,19m², totalizando 71,75m². O apartamento conta com uma vaga para estacionamento na garagem do edifício. O terreno do edifício possui uma área total de 10.909,43m². O imóvel está vinculado a uma alienação fiduciária e será levado a leilão.

Imóvel localizado no loteamento Jardim Alvorada, Araçatuba, SP. Descrição: O leilão inclui três lotes de terrenos no Jardim Alvorada, em Araçatuba, SP. O Lote 1 (nº 94) mede 17,50 m de frente, 82,10 m de lado direito e 77,96 m de lado esquerdo, com uma avaliação de R$ 118.459,61. O Lote 2 (nº 96) possui 15,90 m de frente, 89,00 m de lado direito e 86,00 m de lado esquerdo, avaliado em R$ 117.672,98. O Lote 3 (nº 97) mede 15,25 m de frente, 93,40 m de lado direito e 89,00 m de lado esquerdo, com avaliação de R$ 117.639,15. Todos os lotes estão sujeitos a penhoras e débitos de IPTU. A região é predominantemente residencial, com infraestrutura urbana completa e restrições ambientais devido à proximidade de um córrego. A avaliação total dos imóveis é de R$ 353.771,74. As propostas podem ser feitas à vista ou parceladas em até 30 vezes.
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Araçatuba é um dos maiores centros do agronegócio do interior de São Paulo — a “Capital do Boi Gordo”, com forte pecuária, setor sucroenergético, comércio e serviços —, de economia diversificada e estável. Essa base sustenta um mercado de leilão de imóveis amplo: apartamentos, casas, imóveis comerciais, industriais e rurais, em leilão judicial e extrajudicial. O deságio entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça pode resultar em aquisição vantajosa, mas o retorno não decorre do desconto isolado, e sim da conjugação entre a localização, o tipo de imóvel e a situação jurídica passível de regularização — inclusive, nos imóveis rurais, a existência de arrendamento, aferida no Estudo de Viabilidade Jurídica. Com mais de 1.300 arrematações em 20 anos, o Cataldo Siston Advogados assessora arrematantes em leilão de imóveis e direito imobiliário em todo o estado.
A leitura precede o lance. As oportunidades vêm de dois fluxos distintos: as consolidações fiduciárias (Lei 9.514/1997), que acompanham a mancha de financiamento bancário dos últimos ciclos de lançamento, e as hastas judiciais — execuções de cotas condominiais, execuções fiscais de IPTU, execuções cíveis e alienações em inventário —, que acompanham a densidade e a idade do estoque. Em Araçatuba, praça de forte presença rural, um exame ganha relevo quando o bem é uma propriedade rural: a existência de arrendamento. Regido pelo Estatuto da Terra (Lei 4.504/1964), e não pela Lei do Inquilinato, o arrendamento rural assegura ao arrendatário prazos mínimos e direito de preferência (art. 92, § 3º), o que pode repercutir na posse do arrematante. A esses exames somam-se a matrícula e a cadeia dominial, os ônus reais e averbações, os débitos e a situação de ocupação, e — sendo rural — a regularidade do ITR e do registro. Todo esse diagnóstico integra o Estudo de Viabilidade Jurídica, conduzido sob a ótica do direito imobiliário e do direito processual civil, de modo que o lance seja calibrado com segurança — e não no escuro.
O deságio varia conforme a praça, a modalidade e o estado de ocupação do imóvel, não havendo percentual fixo. Como regra geral do procedimento, a primeira praça tende a partir do valor de avaliação e a segunda admite lance inferior, vedado o preço vil (art. 891 do CPC). Em Araçatuba, a localização e a natureza do imóvel são decisivas: bairros consolidados como a Vila Mendonça e a Concórdia tendem a equilibrar o deságio, ao passo que propriedades rurais, imóveis industriais e unidades de incorporações em dificuldade podem apresentar margens maiores. Convém, ainda, somar ao lance a comissão do leiloeiro, o ITBI do município, o registro e os eventuais ônus e débitos descritos no edital. A faixa concreta de cada imóvel só se afere com a leitura do edital específico.
O ponto de partida é a contratação formal da assessoria jurídica especializada, anterior ao lance. A partir dela, o escritório conduz o Estudo de Viabilidade Jurídica do imóvel de interesse — exame do processo ou procedimento de origem, da matrícula, do edital, dos débitos e dos riscos —, identificando desde logo a modalidade do leilão, judicial ou extrajudicial, e as diligências que cada uma exige. Após a arrematação, acompanha as etapas subsequentes, do registro da carta de arrematação à imissão na posse, quando cabível. É esse encadeamento técnico que distingue a aquisição segura da aposta especulativa.
Como funciona o leilão de imóveis
O leilão judicial ocorre no curso de um processo — em regra execução ou cumprimento de sentença — como ato de expropriação disciplinado pelo Código de Processo Civil (arts. 879 a 903), com avaliação, edital, praças e formalização por auto e carta de arrematação. O leilão extrajudicial, conduzido fora do Judiciário, tem como hipótese mais difundida a execução da garantia em alienação fiduciária (Lei 9.514/1997), após a consolidação da propriedade em nome do credor. A natureza do certame define prazos, encargos e o caminho de desocupação — por isso é o primeiro ponto a verificar no edital.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
Não há resposta única: depende de quem ocupa o imóvel e do desconto envolvido. Em imóveis urbanos, a posse do arrematante segue o caminho da imissão prevista no CPC, observada eventual locação. Tratando-se de imóvel rural ocupado por arrendatário, porém, o regime é outro: o arrendamento submete-se ao Estatuto da Terra (Lei 4.504/1964) e ao Decreto 59.566/1966, que asseguram ao arrendatário prazos mínimos de contrato — conforme a exploração seja de lavoura temporária, pecuária ou cultura permanente — e proteção possessória durante a vigência. Há, ainda, o direito de preferência do arrendatário na alienação (art. 92, § 3º, do Estatuto da Terra). Por isso, arrematar imóvel rural arrendado pode ser excelente negócio — desde que os termos do arrendamento, o seu prazo e o seu registro sejam aferidos antes do lance, no Estudo de Viabilidade Jurídica, para dimensionar o caminho da posse.
Em vídeo dedicado no canal, tratamos dos riscos que merecem atenção do investidor, e em uma praça rural como Araçatuba convém somar um aspecto próprio: o imóvel rural arrendado. A posse do arrendatário, protegida pelo Estatuto da Terra (Lei 4.504/1964) durante o prazo mínimo do contrato, e o seu direito de preferência (art. 92, § 3º) podem repercutir na imissão na posse do arrematante e devem ser dimensionados antes do lance. A esses somam-se os riscos clássicos: dívidas anteriores, como IPTU, ITR e condomínio; a impugnação à arrematação por questões processuais; e a demora na desocupação, sobretudo em ocupação resistente. Não se trata de temer o leilão, mas de entrar com informação e segurança jurídica. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
O ITBI é tributo municipal que incide sobre a transmissão onerosa do imóvel, de modo que, em Araçatuba, aplica-se a legislação do próprio município, com alíquota a confirmar junto à Prefeitura de Araçatuba — distinta, em base e em percentual, da de outros municípios, inclusive da capital. Quanto à base de cálculo, na arrematação em hasta pública ela tende a corresponder ao próprio valor da arrematação, e não ao valor venal de referência, em linha com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. O recolhimento antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a base e a alíquota aplicáveis a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver em Araçatuba
Araçatuba é uma das principais cidades do noroeste paulista, conhecida como a “Capital do Boi Gordo” e importante polo do agronegócio, do comércio e dos serviços, com tradição ferroviária e expressivo polo de ensino e saúde — sede de campus da UNESP. Entre seus espaços conhecidos estão o Parque Baguaçu, a Concha Acústica e a orla do entorno do Rio Tietê, ao lado de uma vida cultural e universitária ativa. Com estoque imobiliário que reúne imóveis urbanos e propriedades rurais, é destino relevante para quem arremata pensando em uso próprio, em renda ou em investimento.
Araçatuba é um polo regional do noroeste paulista, articulado à região pela Rodovia Marechal Rondon (SP-300), pela tradicional malha ferroviária e pela hidrovia do Rio Tietê, com aeroporto próprio. A ocupação distribui-se entre uma zona central adensada, bairros consolidados como a Vila Mendonça e a Concórdia, áreas residenciais e distritos industriais, além de extensas áreas rurais ligadas à pecuária e ao agronegócio. O estoque imobiliário cobre apartamentos, casas, imóveis comerciais, industriais e rurais. Essa diversidade, urbana e rural, singulariza os imóveis arrematados em Araçatuba.
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