Imóvel comercial de 43,46m² localizado em Santana de Parnaíba, São Paulo. Descrição: Sala comercial com área privativa de 43,46m², situada no 6º andar do Condomínio Shopping Service, no Centro de Apoio I – Alphaville, em Santana de Parnaíba/SP. O imóvel está em estado de conservação regular e faz parte de um condomínio que oferece infraestrutura e segurança. O valor de avaliação é de R$ 236.740,35, com um valor de 2º leilão de R$ 118.370,17. O pagamento pode ser realizado à vista ou parcelado, com condições específicas para cada forma de pagamento.
Apartamento de 50m² em Leilão — Estrada Ecoturística do Suru, 1022, Jardim Professor Benoá, Santana de Parnaíba
Estrada Ecoturística do Suru, 1022, Jardim Professor Benoá, Santana de Parnaíba, SP
Jardim Professor Benoá, Santana de Parnaíba, SP

Valores e datas principais
Informações do imóvel
O apartamento de 50m² com 2 quartos e 1 vaga de garagem, na Estrada Ecoturística do Suru, 1022, Jardim Professor Benoá, Santana de Parnaíba/SP, está em leilão judicial conduzido por Casa Reis Leilões. Avaliado em R$ 0. 1º leilão em 10/11/2026, por R$ 0. Em leilões judiciais, a arrematação é formalizada por carta de arrematação e a imissão na posse ocorre por mandado judicial, nos termos do art. 903 do CPC. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Leilão judicial de imóveis em São Paulo: como funciona →
Estrada Ecoturística do Suru, 1022, Jardim Professor Benoá, Santana de Parnaíba, SP Apartamento em Santana de Parnaíba, São Paulo. Descrição: Direitos sobre um apartamento localizado no 6º andar do Bloco B – Borba Gato, no empreendimento "Residencial Terraço dos Bandeirantes". O imóvel possui uma área privativa de 50,30m² e uma área comum de 55,09m², totalizando 105,39m², incluindo o direito ao uso de uma vaga coberta na garagem coletiva do condomínio. O apartamento está situado na Estrada Ecoturística do Suru, nº 1.022, no bairro Jardim Professor Benoá, em Santana de Parnaíba.
- Regularidade do processo e eventuais recursos pendentes contra a arrematação
- Ônus e certidões da matrícula (CPC arts. 879-903)
- Prazo e condições para a carta de arrematação e a imissão na posse
Dados principais
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Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
Antes de dar lance neste imóvel, conheça o estudo de viabilidade jurídica deste imóvel e a assessoria jurídica para arrematar este imóvel.
Assessoria jurídica completa para arrematação de imóveis em leilões judiciais e extrajudiciais.
Saiba mais sobre a nossa assessoria jurídicaImóveis em Santana de Parnaíba
Outros imóveis disponíveis em Santana de Parnaíba

Imóvel de 423,43m² localizado em Santana de Parnaíba, São Paulo. Descrição: Lote de terreno urbano nº 60, da quadra 13, do loteamento denominado “Residencial e Comercial Serra do Sol”, situado na Rua Pirineus, em Santana de Parnaíba-SP, com área total de 423,43m². O imóvel possui restrições urbanísticas e hipoteca judicial. Há débitos de IPTU no valor de R$ 67.903,72 e débitos associativos totalizando R$ 87.240,04. A avaliação do imóvel é de R$ 455.876,03, atualizada para R$ 512.525,97. Existe a possibilidade de parcelamento com 50% de entrada e o restante em até 2 parcelas.

Imóvel de 572,56m² localizado em Santana de Parnaíba, São Paulo. Descrição: Lote de terreno urbano nº 09, da quadra 18, do loteamento denominado “Residencial e Comercial Serra do Sol”, situado na Rua Cordilheira dos Andes, em Santana de Parnaíba-SP, com área total de 572,56m². O imóvel possui restrições urbanísticas e débitos de IPTU no valor de R$ 73.053,10, além de débitos associativos totalizando R$ 86.373,85. A avaliação do imóvel é de R$ 616.433,36, atualizada para R$ 693.035,14. Existe a possibilidade de parcelamento com 50% de entrada e o restante em até 3 parcelas.

Imóvel de 669,45m² localizado em Santana de Parnaíba, São Paulo. Descrição: Terreno urbano com área de 669,45m², situado no bairro Morada do Sol, em Santana de Parnaíba, SP. O terreno mede 20,00 metros de frente para a Rua Onze, 39,50 metros do lado direito, 37,00 metros do lado esquerdo e 15,00 metros nos fundos. O imóvel possui um pequeno platô plano na frente e um declive acentuado até o fundo. Não há ônus na matrícula, mas existem débitos junto à Prefeitura no valor de R$ 17.378,36 para agosto de 2025. O imóvel será vendido no estado de conservação em que se encontra, sem garantia.
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Santana de Parnaíba, na Região Metropolitana de São Paulo, reúne dois mercados de forte demanda: o eixo de alto padrão de Alphaville e Aldeia da Serra, com seus condomínios e loteamentos fechados, e um dos centros históricos coloniais mais preservados do estado. Esse perfil sustenta liquidez consistente no segmento de alto padrão e interesse turístico-cultural — atributos que tornam o leilão de imóveis atrativo. O deságio entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça pode resultar em aquisição vantajosa. O retorno, contudo, não decorre do desconto isolado, mas da conjugação entre localização consolidada e situação jurídica passível de regularização — aferida no Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance, com atenção ao regime jurídico do empreendimento. Com mais de 1.300 arrematações em 20 anos, o Cataldo Siston Advogados assessora arrematantes em leilão de imóveis e direito imobiliário em todas as etapas.
A leitura precede o lance. Examinam-se o edital e a origem da expropriação — execução, cumprimento de sentença ou alienação fiduciária regida pela Lei 9.514/1997 —, a matrícula atualizada e a cadeia dominial, os ônus reais e averbações, a existência de ocupação e os débitos de IPTU e de contribuições. Em Santana de Parnaíba, dado o predomínio de empreendimentos fechados, é decisivo identificar o regime jurídico do imóvel: loteamento de acesso controlado (Lei 6.766/1979) ou condomínio de lotes (art. 1.358-A do Código Civil, incluído pela Lei 13.465/2017). Dessa distinção depende a natureza das contribuições — no condomínio de lotes, despesas de natureza condominial e propter rem que acompanham o lote arrematado; nas meras associações de moradores, o Supremo Tribunal Federal firmou que as contribuições não obrigam quem a elas não anuiu (Tema 492, RE 695.911). Soma-se, no Centro Histórico, a verificação de eventuais restrições de tombamento. Todo esse diagnóstico integra o Estudo de Viabilidade Jurídica, conduzido sob a ótica do direito imobiliário.
O deságio varia conforme a praça, a modalidade e o estado de ocupação do imóvel, não havendo percentual fixo. Como regra geral do procedimento, a primeira praça tende a partir do valor de avaliação e a segunda admite lance inferior, vedado o preço vil (art. 891 do CPC). Em Santana de Parnaíba, a demanda firme por imóveis de alto padrão em Alphaville e arredores tende a equilibrar o deságio percentual; em contrapartida, dada a magnitude dos valores, mesmo um deságio menor pode representar diferença expressiva em termos absolutos, e as contribuições do empreendimento devem ser projetadas no cálculo do investimento. A faixa concreta de cada lote só se afere com a leitura do edital específico — análise que antecede qualquer decisão de lance.
O ponto de partida é a contratação formal da assessoria jurídica especializada, anterior ao lance. A partir dela, o escritório conduz o Estudo de Viabilidade Jurídica do lote de interesse — exame do processo ou procedimento de origem, da matrícula, do edital, dos débitos e dos riscos de vícios, com atenção particular ao regime do empreendimento (condomínio de lotes ou loteamento de acesso controlado) e à natureza das contribuições — e orienta a calibragem do lance com base em informação verificada. Após a arrematação, acompanha as etapas subsequentes, da carta de arrematação à imissão na posse, quando cabível. É esse encadeamento técnico que distingue a aquisição segura da aposta especulativa.
Como funciona o leilão de imóveis
O leilão judicial ocorre no curso de um processo — em regra execução ou cumprimento de sentença — como ato de expropriação disciplinado pelo Código de Processo Civil (arts. 879 a 903), com avaliação, edital, praças e formalização por auto e carta de arrematação. O leilão extrajudicial, conduzido fora do Judiciário, tem como hipótese mais difundida a execução da garantia em alienação fiduciária (Lei 9.514/1997), após a consolidação da propriedade em nome do credor. A natureza do certame define prazos, encargos e o caminho de desocupação — por isso é o primeiro ponto a verificar no edital.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
O ITBI é tributo de competência municipal, de modo que, em Santana de Parnaíba, incide a legislação do próprio município, com alíquota a confirmar junto à Prefeitura de Santana de Parnaíba — distinta, em base e em percentual, da de outros municípios, inclusive da capital. Quanto à base de cálculo, na arrematação em hasta pública ela tende a corresponder ao próprio valor da arrematação, e não ao valor venal de referência, em linha com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. Dada a magnitude dos valores no eixo de alto padrão, o impacto do tributo é proporcionalmente relevante e deve ser projetado no planejamento da aquisição. O recolhimento antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a base e a alíquota aplicáveis a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver em Santana de Parnaíba
Santana de Parnaíba combina história e alto padrão. Seu Centro Histórico é um dos conjuntos coloniais mais preservados de São Paulo, com casario dos séculos XVII e XVIII, a Matriz de Sant'Ana e o Museu Casa do Anhanguera. No eixo de Alphaville e Aldeia da Serra concentram-se shoppings, gastronomia, clubes e ampla estrutura de lazer e serviços. O município oferece ainda áreas verdes e o Rio Tietê em seu entorno. Está a poucos quilômetros de Barueri e conectado à capital pela Rodovia Castello Branco e pelo Rodoanel. Essa combinação de patrimônio, alto padrão e infraestrutura sustenta a liquidez dos imóveis ao longo dos ciclos de mercado, fator relevante para quem arremata pensando em moradia, revenda ou locação.
Santana de Parnaíba dispõe de infraestrutura robusta, sobretudo no eixo de Alphaville e Aldeia da Serra, com shoppings, polos empresariais, escolas e hospitais de referência e ampla rede de serviços, ao lado do comércio tradicional do Centro Histórico. A mobilidade apoia-se na Rodovia Castello Branco, no Rodoanel Mário Covas e nas vias que conectam o município a Barueri e à capital. Essa infraestrutura, somada à segurança dos empreendimentos fechados e ao apelo histórico-cultural, sustenta a valorização e a liquidez dos imóveis arrematados em Santana de Parnaíba.
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