Imóvel industrial em Barueri, São Paulo. Descrição: Excelente complexo industrial localizado na Avenida Cachoeira, nº 600, no bairro Vila Pindorama, em Barueri, SP.
Apartamento de 68937m² em Leilão — Estrada das Nações, 411, Apto 705 - Blc Austrália, Vila Iracema, Barueri
Estrada das Nações, 411, Apto 705 - Blc Austrália, Vila Iracema, Barueri, SP
Vila Iracema, Barueri, SP

Valores e datas principais
Informações do imóvel
O apartamento de 68937m² com 1 vaga de garagem, na Estrada das Nações, 411, Apto 705 - Blc Austrália, Vila Iracema, Barueri/SP, está em leilão extrajudicial conduzido por Atrio Leilões. Avaliado em R$ 558.000. 1º leilão em 19/11/2026, por R$ 409.938. Em leilões extrajudiciais, a propriedade é transferida por escritura pública após a consolidação, com possibilidade de purgação da mora até esse momento. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Leilão extrajudicial de imóveis em São Paulo: como funciona →
Estrada das Nações, 411, Apto 705 - Blc Austrália, Vila Iracema, Barueri, SP Apartamento em Barueri, São Paulo. Descrição: Apartamento n° 705, localizado no 7° andar do Bloco Austrália, no Condomínio das Nações - Clube de Morar, situado na Estrada das Nações, n° 411, no Bairro Vila Iracema, Barueri. O imóvel possui uma área privativa de 68,9370m² e uma área total de 126,4248m², incluindo uma vaga de garagem indeterminada. O apartamento está ocupado, e a desocupação será de responsabilidade do comprador. O arrematante deverá cuidar da regularização e encargos perante os órgãos competentes, além de eventuais pesquisas de débitos e ônus relacionados ao imóvel. A avaliação do bem é de R$ 558.000,00.
- Prazo de purgação da mora até a consolidação da propriedade
- Regularidade da notificação do devedor
- Condições para obtenção da escritura pública
Dados principais
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Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
Antes de dar lance neste imóvel, conheça o estudo de viabilidade jurídica deste imóvel e a assessoria jurídica para arrematar este imóvel.
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Outros imóveis disponíveis em Barueri

Imóvel de 170m² localizado em Barueri, São Paulo. Descrição: Imóvel do tipo sala/consultório com área total de 170,0 m², situado em Barueri, SP, no condomínio Eagle Point, localizado na Alameda Rio Negro. O imóvel está ocupado por terceiros, e a desocupação será de responsabilidade do comprador. O imóvel é de propriedade do Banco Inter e não está vinculado à Lei nº 9.514/97. O status de ocupação é ocupado, e há 4 vagas de garagem disponíveis.

Casa em condomínio em Barueri, São Paulo. Descrição: Imóvel localizado no Condomínio Residencial Tamboré, em Barueri/SP, com área construída de 372,40m². O térreo conta com garagem coberta para 3 veículos, jardim, área gourmet com churrasqueira, banheiro e 2 piscinas, além de escritório, lavabo, sala com 3 ambientes, copa, cozinha, área de serviço e dependência de empregada. No 2º pavimento, há um escritório e 3 suítes, sendo uma delas master com closet. O condomínio oferece diversas comodidades, como campo de futebol, quadras esportivas, playground e áreas verdes. A área total do terreno é de 1.149,55m².

Apartamento em Barueri, São Paulo. Descrição: Leilão de apartamento localizado na Avenida Giovani Attílio Tolaini, nº 30, no Bairro Votupoca, Barueri/SP. O imóvel possui 71,41m² de área privativa e está situado na unidade nº 127 do Condomínio Residencial Conviva Barueri. A localização é privilegiada, a apenas 4 minutos do Ginásio Osvaldo Eleutério e próximo a diversas comodidades, como UBS, escolas e supermercados. O valor de avaliação é de R$ 296.568,40, com lance mínimo de R$ 148.284,20. O imóvel é vendido no estado em que se encontra, sem garantia, e eventuais despesas de transporte e transferência são de responsabilidade do arrematante.
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Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo, é um dos maiores polos corporativos, comerciais e logísticos do país fora da capital: concentra torres de escritórios e centros empresariais em Alphaville e Tamboré, shoppings, galpões logísticos e forte economia de serviços, ao lado de bairros residenciais consolidados. Esse perfil sustenta demanda firme e boa liquidez, tanto no segmento corporativo quanto no residencial — atributos que tornam o leilão de imóveis atrativo. O deságio entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça pode resultar em aquisição vantajosa. O retorno, contudo, não decorre do desconto isolado, mas da conjugação entre localização consolidada e situação jurídica passível de regularização — aferida no Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance, com atenção, nos imóveis ocupados por locação, ao destino do contrato após a arrematação. Com mais de 1.300 arrematações em 20 anos, o Cataldo Siston Advogados assessora arrematantes em leilão de imóveis e direito imobiliário em todas as etapas.
A leitura precede o lance. Examinam-se o edital e a origem da expropriação — execução, cumprimento de sentença ou alienação fiduciária regida pela Lei 9.514/1997 —, a matrícula atualizada e a cadeia dominial, os ônus reais e averbações, a existência de ocupação e a sua natureza, além dos débitos de IPTU e de condomínio. Em Barueri, dado o predomínio de imóveis corporativos, comerciais e logísticos ocupados por locação, ganha relevo o destino do contrato de locação vigente: em regra, o adquirente — e, por equiparação, o arrematante — pode denunciar a locação, concedido o prazo de desocupação, salvo se o contrato, por prazo determinado, contiver cláusula de vigência em caso de alienação averbada na matrícula (art. 8º da Lei 8.245/1991); na alienação fiduciária, a locação contratada após a constituição da garantia, em regra, não é oponível ao arrematante. Verifica-se, ainda, o direito de preferência e as demais proteções do locatário. Todo esse diagnóstico integra o Estudo de Viabilidade Jurídica, conduzido sob a ótica do direito imobiliário.
O deságio varia conforme a praça, a modalidade e o estado de ocupação do imóvel, não havendo percentual fixo. Como regra geral do procedimento, a primeira praça tende a partir do valor de avaliação e a segunda admite lance inferior, vedado o preço vil (art. 891 do CPC). Em Barueri, a demanda corporativa e logística e a procura por imóveis em Alphaville tendem a equilibrar o deságio; a existência de locação vigente e a sua eventual manutenção ou denúncia influenciam diretamente o interesse e o preço, e devem ser ponderadas no cálculo do investimento. A faixa concreta de cada lote só se afere com a leitura do edital específico — análise que antecede qualquer decisão de lance.
O ponto de partida é a contratação formal da assessoria jurídica especializada, anterior ao lance. A partir dela, o escritório conduz o Estudo de Viabilidade Jurídica do lote de interesse — exame do processo ou procedimento de origem, da matrícula, do edital, dos débitos e dos riscos de vícios, com atenção particular, nos imóveis ocupados por locação, à eventual cláusula de vigência averbada e à possibilidade de denúncia do contrato pelo arrematante — e orienta a calibragem do lance com base em informação verificada. Após a arrematação, acompanha as etapas subsequentes, da carta de arrematação à imissão na posse, quando cabível. É esse encadeamento técnico que distingue a aquisição segura da aposta especulativa.
Como funciona o leilão de imóveis
O leilão judicial ocorre no curso de um processo — em regra execução ou cumprimento de sentença — como ato de expropriação disciplinado pelo Código de Processo Civil (arts. 879 a 903), com avaliação, edital, praças e formalização por auto e carta de arrematação. O leilão extrajudicial, conduzido fora do Judiciário, tem como hipótese mais difundida a execução da garantia em alienação fiduciária (Lei 9.514/1997), após a consolidação da propriedade em nome do credor. A natureza do certame define prazos, encargos e o caminho de desocupação — por isso é o primeiro ponto a verificar no edital.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
O ITBI é tributo de competência municipal, de modo que, em Barueri, incide a legislação do próprio município, com alíquota a confirmar junto à Prefeitura de Barueri — distinta, em base e em percentual, da de outros municípios, inclusive da capital. Quanto à base de cálculo, na arrematação em hasta pública ela tende a corresponder ao próprio valor da arrematação, e não ao valor venal de referência, em linha com o entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. Nos imóveis corporativos e logísticos, de valores elevados, o impacto do tributo é proporcionalmente relevante e deve ser projetado no planejamento da aquisição. O recolhimento antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a base e a alíquota aplicáveis a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver em Barueri
Barueri combina forte vocação empresarial com ampla estrutura de lazer e serviços. Em Alphaville e Tamboré concentram-se centros empresariais, shoppings como o Iguatemi Alphaville e o Tamboré, gastronomia variada, clubes e o Parque Municipal Dom José. O município sediou jogos e eventos na Arena Barueri e mantém forte agenda esportiva e cultural. A mobilidade apoia-se na Rodovia Castello Branco, no Rodoanel Mário Covas e na Linha 8-Diamante da CPTM, que liga Barueri à capital. Essa combinação de economia pujante, infraestrutura e lazer sustenta a liquidez dos imóveis ao longo dos ciclos de mercado, fator relevante para quem arremata pensando em moradia, investimento corporativo ou locação.
Barueri dispõe de uma das infraestruturas corporativas mais robustas da Grande São Paulo, sobretudo em Alphaville e Tamboré, com centros empresariais, shoppings, polos logísticos, escolas e hospitais de referência e ampla rede de serviços, ao lado do comércio tradicional do centro. A mobilidade apoia-se na Rodovia Castello Branco, no Rodoanel Mário Covas e na Linha 8-Diamante da CPTM. Essa infraestrutura, somada à pujança econômica e à oferta de imóveis corporativos e residenciais, sustenta a valorização e a liquidez dos imóveis arrematados em Barueri.
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