
Imóvel situado em São Conrado, Rio de Janeiro. Descrição: O imóvel está localizado na Rua Santa Gláfira, 105, em São Conrado, Rio de Janeiro/RJ. O terreno possui medidas de 49m de frente, 30m nos fundos, 26,50m à direita e 21m à esquerda.
Avenida Aquarela do Brasil, n° 601, bloco 2, apartamento 1307, São Conrado, Rio de Janeiro, RJ
São Conrado, Rio de Janeiro, RJ

O apartamento de 81m², na Avenida Aquarela do Brasil, n° 601, bloco 2, apartamento 1307, São Conrado, Rio de Janeiro/RJ, está em leilão extrajudicial conduzido por Silas e Anderson Leilões. 1º leilão em 23/11/2026, por R$ 1.000.000. 2º leilão em 27/11/2026, por R$ 500.000 (50% abaixo do 1º leilão). Em leilões extrajudiciais, a propriedade é transferida por escritura pública após a consolidação, com possibilidade de purgação da mora até esse momento. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Leilão extrajudicial de imóveis no Rio de Janeiro: como funciona →
Avenida Aquarela do Brasil, n° 601, bloco 2, apartamento 1307, São Conrado, Rio de Janeiro, RJ Apartamento em São Conrado, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel localizado na Avenida Aquarela do Brasil, nº 601, bloco 2, apartamento 1307, com área de 81m².
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Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
Antes de dar lance neste imóvel, conheça o estudo de viabilidade jurídica deste imóvel e a assessoria jurídica para arrematar este imóvel.
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Imóvel situado em São Conrado, Rio de Janeiro. Descrição: O imóvel está localizado na Rua Santa Gláfira, 105, em São Conrado, Rio de Janeiro/RJ. O terreno possui medidas de 49m de frente, 30m nos fundos, 26,50m à direita e 21m à esquerda.

Apartamento de 29m² em São Conrado, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel localizado na Estrada das Canoas, nº 722, apartamento 109, bloco 2, em São Conrado, Rio de Janeiro. O apartamento possui 29m² e foi modificado estruturalmente, apresentando uma configuração em estilo duplex. No pavimento inferior, há um dormitório equipado com cama de casal, aparelho de televisão e dois armários pequenos. O pavimento superior conta com sala, cozinha e banheiro, sendo o banheiro equipado com hidromassagem. Tanto o banheiro quanto a cozinha possuem revestimento em mármore Carrara, e a cozinha foi projetada por um arquiteto, tornando-a funcional e planejada. O prédio faz parte do Conjunto Residencial Recreio das Canoas, construído em 1960, e oferece diversas comodidades, como porteiro 24 horas, restaurante, piscina, churrasqueira, quadra poliesportiva, campo de terra, academia, salão de festas e lavanderia. A região é bem servida de infraestrutura, incluindo energia elétrica, rede telefônica, iluminação pública, asfaltamento, rede de água e esgotos, além de transporte.

Apartamento de 29m² em São Conrado, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel localizado na Estrada das Canoas, nº 722, apartamento 109, bloco 2, em São Conrado, Rio de Janeiro. O apartamento possui 29m² e apresenta uma configuração em estilo duplex, com um dormitório no pavimento inferior e sala, cozinha e banheiro no pavimento superior. O banheiro é equipado com hidromassagem e tanto ele quanto a cozinha possuem revestimento em mármore Carrara. A cozinha foi projetada por um arquiteto, sendo planejada e funcional. O prédio faz parte do Conjunto Residencial Recreio das Canoas, construído em 1960, e oferece diversas comodidades, como porteiro 24 horas, restaurante, piscina, churrasqueira, quadra poliesportiva, campo de terra, academia, salão de festas e lavanderia. A região é bem servida de infraestrutura, incluindo energia elétrica, rede telefônica, iluminação pública, asfaltamento, rede de água e esgoto, além de transporte.

Imóvel no Jardim Pernambuco, Leblon, Rio de Janeiro. Descrição: Mansão localizada no condomínio mais luxuoso do Leblon, com terreno e respectivas construções. O imóvel está disponível para pagamento em até 60 vezes.
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São Conrado é um dos bairros oceânicos mais sofisticados da Zona Sul do Rio de Janeiro, entre o Leblon, a Gávea e a Barra da Tijuca, emoldurado pela Pedra da Gávea, pela Pedra Bonita e pela Floresta da Tijuca, com condomínios de alto padrão à beira-mar. No leilão de imóveis, o estoque de apartamentos de alto padrão e de casas amplia o leque de oportunidades e potencializa a relevância do deságio, a diferença entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça. A vantagem efetiva depende de exame jurídico prévio especialmente cuidadoso, sobretudo quanto à eventual condição de terreno de marinha, dada a localização na orla. Cada lote deve ser avaliado individualmente no Estudo de Viabilidade Jurídica.
É indispensável analisar a matrícula atualizada, a integralidade do edital, a natureza do leilão — judicial ou extrajudicial —, eventuais ônus reais e gravames, a situação de ocupação e os débitos condominiais e tributários. Em São Conrado, na orla oceânica, ganha relevo verificar se o imóvel se situa em terreno de marinha ou em acrescido de marinha: tais terrenos são bens da União, nos termos do Decreto-Lei 9.760/1946, e convém distinguir o domínio útil, decorrente de aforamento, da mera ocupação. O foreiro deve à União o foro anual e o ocupante a taxa de ocupação, ambos administrados pela Secretaria de Patrimônio da União; e, na transferência onerosa, é devido o laudêmio, de 5% sobre o valor atualizado do domínio pleno e das benfeitorias (art. 3º do Decreto-Lei 2.398/1987), exigindo-se, ainda, a certidão autorizativa de transferência e a anuência da SPU para o registro. Daí a importância de apurar a natureza do direito transferido, os débitos de foro ou de taxa de ocupação e o laudêmio em aberto. Também pedem atenção a convenção e as despesas dos condomínios de alto padrão e a frequência de inventários. No leilão judicial, débitos tributários propter rem em regra sub-rogam-se sobre o preço (art. 130, parágrafo único, do CTN). Tudo isso integra o Estudo de Viabilidade Jurídica.
O deságio decorre da diferença entre o valor de avaliação e o lance mínimo admitido em segunda praça, percentual definido em cada edital e variável caso a caso. Não há percentual garantido nem estimativa de valor de mercado por imóvel: cada lote deve ser avaliado individualmente, a partir do edital e da documentação que o instrui. Em São Conrado, o altíssimo padrão e a escassez de imóveis na orla tendem a sustentar a liquidez, e a diversidade — de apartamentos com vista para o mar a casas — oferece oportunidades em diferentes faixas, sempre condicionadas à análise documental prévia, com destaque para a verificação da condição de terreno de marinha e dos encargos perante a SPU.
A ocupação é circunstância juridicamente endereçável também em São Conrado. No leilão judicial, a desocupação ordinariamente se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, sobretudo nos imóveis retomados por alienação fiduciária, a retomada observa o procedimento da Lei 9.514/1997. Convém não confundir a situação possessória do imóvel com a relação enfitêutica perante a União, que diz respeito ao domínio: são planos distintos. O exame prévio da situação possessória permite dimensionar prazos e o caminho adequado antes da decisão de lance.
Como funciona o leilão de imóveis
O ponto de partida é selecionar o imóvel de interesse em São Conrado — apartamento de alto padrão ou casa — e submeter o edital e a matrícula à análise jurídica especializada antes de qualquer lance. A Cataldo Siston conduz a leitura documental, verifica a cadeia dominial, a eventual condição de terreno de marinha e a natureza do direito — domínio útil ou ocupação —, os encargos de foro, taxa de ocupação e laudêmio perante a SPU, a convenção e as despesas de condomínio, eventual garantia fiduciária e os débitos existentes, esclarece a natureza do leilão e acompanha o arrematante nas etapas seguintes — habilitação, lance, auto e carta de arrematação e, quando cabível, imissão na posse.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
No município do Rio de Janeiro, a alíquota do ITBI é de 3%. A base de cálculo, na arrematação em hasta pública, tende a ser o próprio valor da arrematação — ainda que a cobrança sobre o valor de referência municipal já tenha gerado discussão, com entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. O recolhimento antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a base aplicável a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver em São Conrado
São Conrado encanta pela natureza exuberante e pela orla. A Praia de São Conrado, ponto de pouso das asas-delta e parapentes que decolam da Rampa da Pedra Bonita, é um dos cartões-postais do voo livre carioca. A Pedra da Gávea, com suas trilhas, e a Floresta da Tijuca emolduram o bairro, enquanto o Gávea Golf and Country Club guarda um dos campos mais tradicionais do país. A proximidade do Leblon e da Gávea, pelos túneis, e da Barra, pelo Joá, soma sofisticação e contato com a natureza em um cenário único entre a montanha e o mar.
São Conrado combina o requinte de um bairro residencial de alto padrão a um polo de comércio e serviços de grife, com destaque para o seu shopping de luxo, restaurantes e hotelaria à beira-mar. A mobilidade se apoia na Auto-Estrada Lagoa–Barra e nos túneis que ligam o bairro ao Leblon e à Gávea, além da cênica Avenida Niemeyer e do Elevado do Joá rumo à Barra. Essa infraestrutura, somada ao prestígio e à escassez de imóveis na orla, sustenta a liquidez ao longo dos ciclos de mercado, fator relevante para quem arremata pensando em moradia, locação ou revenda.
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