Imóvel comercial localizado em Botafogo, Rio de Janeiro. Descrição: Sala 701, situada na Rua Voluntários da Pátria, nº 126, no bairro Botafogo, Rio de Janeiro/RJ. O imóvel é classificado como comercial. É importante verificar com o vendedor se a penhora recaiu sobre o bem todo ou sobre parte ou fração do mesmo.
Apartamento em Leilão — Praia de Botafogo, nº 324, apartamento nº 708, Botafogo, Rio de Janeiro
Praia de Botafogo, nº 324, apartamento nº 708, Botafogo, Rio de Janeiro, RJ
Botafogo, Rio de Janeiro, RJ

Valores e datas principais
Informações do imóvel
O apartamento, na Praia de Botafogo, nº 324, apartamento nº 708, Botafogo, Rio de Janeiro/RJ, está em leilão judicial conduzido por Silva Leilões. Avaliado em R$ 626.471. 1º leilão em 19/11/2026, por R$ 626.471. 2º leilão em 09/12/2026, por R$ 313.236 (50% abaixo da avaliação). Em leilões judiciais, a arrematação é formalizada por carta de arrematação e a imissão na posse ocorre por mandado judicial, nos termos do art. 903 do CPC. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Leilão judicial de imóveis no Rio de Janeiro: como funciona →
Praia de Botafogo, nº 324, apartamento nº 708, Botafogo, Rio de Janeiro, RJ Apartamento em Botafogo, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel localizado na Praia de Botafogo, nº 324, apartamento nº 708, no Condomínio Praia de Botafogo. O condomínio oferece portaria 24 horas, elevador e gás encanado, proporcionando um ambiente seguro e confortável. A localização é estratégica, próxima a instituições de ensino e ao Hospital Samaritano. O apartamento está disponível com 50% de desconto e possibilidade de parcelamento.
- Regularidade do processo e eventuais recursos pendentes contra a arrematação
- Ônus e certidões da matrícula (CPC arts. 879-903)
- Prazo e condições para a carta de arrematação e a imissão na posse
Dados principais
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Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
Antes de dar lance neste imóvel, conheça o estudo de viabilidade jurídica deste imóvel e a assessoria jurídica para arrematar este imóvel.
Assessoria jurídica completa para arrematação de imóveis em leilões judiciais e extrajudiciais.
Saiba mais sobre a nossa assessoria jurídicaImóveis em Botafogo, Rio de Janeiro
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Imóvel comercial em Botafogo, Rio de Janeiro. Descrição: Prédio comercial com 9 pavimentos, localizado em Botafogo, RJ. O terreno possui 356m² e a área construída é de 2.600m².
Imóvel com 840m² em Botafogo, Rio de Janeiro. Descrição: O imóvel consiste nos 5º e 6º andares de um prédio localizado na Rua Bambina, nº 56, Botafogo, Rio de Janeiro/RJ. Cada andar possui 420m², totalizando 840m². Os andares estão adaptados para estabelecimento hospitalar e incluem o direito a 03 vagas de garagem, além de um fundo de comércio com alvará para funcionamento de hospital. O prédio conta com dois elevadores.

Imóvel de 840m² localizado em Botafogo, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel composto por dois andares, medindo 420m² cada, totalizando 840m². O 5º andar é adaptado para funcionamento como estabelecimento hospitalar, contendo 2 centros cirúrgicos e 14 suítes. O 6º andar possui leitos de CTI, 7 suítes, um quarto médico com banheiro e um quarto de enfermagem. O imóvel conta com direito a três vagas de garagem e um fundo de comércio com alvará para funcionamento de hospital. O prédio dispõe de dois elevadores.
Comprar em Botafogo
Botafogo é um dos bairros de maior dinamismo da Zona Sul, hoje polo de tecnologia, gastronomia e vida cultural, com forte demanda de jovens profissionais para moradia e locação. No leilão de imóveis, isso potencializa a relevância do deságio — a diferença entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça. A vantagem efetiva, contudo, depende de exame jurídico prévio da matrícula, do edital e da situação possessória, em um bairro que combina prédios antigos charmosos e lançamentos recentes. Cada lote deve ser avaliado individualmente no Estudo de Viabilidade Jurídica.
É indispensável analisar a matrícula atualizada, a integralidade do edital, a natureza do leilão — judicial ou extrajudicial —, eventuais ônus reais e gravames, a situação de ocupação e os débitos condominiais e tributários. Em Botafogo, dois perfis convivem e pedem leituras distintas: os prédios antigos, com convenções e taxas condominiais a conferir, e os imóveis novos financiados, com origem frequente em alienação fiduciária (Lei 9.514/1997), levados a leilão extrajudicial. No leilão judicial, débitos tributários propter rem em regra sub-rogam-se sobre o preço (art. 130, parágrafo único, do CTN). Tudo isso integra o Estudo de Viabilidade Jurídica.
O deságio decorre da diferença entre o valor de avaliação e o lance mínimo admitido em segunda praça, percentual definido em cada edital e variável caso a caso. Não há percentual garantido nem estimativa de valor de mercado por imóvel: cada lote deve ser avaliado individualmente, a partir do edital e da documentação que o instrui. Em Botafogo, a alta demanda de locação e a valorização recente do bairro tendem a tornar o deságio especialmente relevante, pois o ativo costuma manter liquidez consistente.
A ocupação é circunstância frequente e juridicamente endereçável. No leilão judicial, a desocupação ordinariamente se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, a retomada observa o procedimento da Lei 9.514/1997. O exame prévio da situação possessória permite dimensionar prazos e o caminho adequado antes da decisão de lance.
Como funciona o leilão de imóveis
O ponto de partida é selecionar o imóvel de interesse em Botafogo — apartamento próximo à enseada, à Rua Voluntários da Pátria ou ao metrô Botafogo — e submeter o edital e a matrícula à análise jurídica especializada antes de qualquer lance. A Cataldo Siston conduz a leitura documental, confere a convenção de condomínio nos prédios antigos e a origem fiduciária nos imóveis novos, esclarece a natureza do leilão e acompanha o arrematante nas etapas seguintes — habilitação, lance, auto e carta de arrematação e, quando cabível, imissão na posse.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
No município do Rio de Janeiro, a alíquota do ITBI é de 3%. A base de cálculo, na arrematação em hasta pública, tende a ser o próprio valor da arrematação — ainda que a cobrança sobre o valor de referência municipal já tenha gerado discussão, com entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. O recolhimento antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a base aplicável a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver em Botafogo
Botafogo tem como cartão-postal a enseada em curva, com a Praia de Botafogo emoldurada pelo Pão de Açúcar — uma das vistas mais clássicas do Rio. O bairro abriga o Rio Sul e o Botafogo Praia Shopping, uma efervescente cena de bares e restaurantes em ruas como a Nelson Mandela e a Voluntários da Pátria, e equipamentos culturais. Da Urca vizinha parte o bondinho do Pão de Açúcar. A combinação de orla, vida cultural, gastronomia e polo de tecnologia faz de Botafogo um dos bairros mais procurados por quem busca morar perto do trabalho.
Botafogo é um bairro completo e em plena valorização, com forte comércio e serviços concentrados na Rua Voluntários da Pátria e nos shoppings Rio Sul e Botafogo Praia Shopping, além de uma densa rede de bares, restaurantes e empresas de tecnologia. A mobilidade é privilegiada: a estação Botafogo da Linha 1 e 2 do metrô, ampla oferta de ônibus e acesso rápido ao Centro e ao restante da Zona Sul. Essa infraestrutura, somada à enseada e à vida cultural, sustenta a liquidez dos imóveis do bairro, fator relevante para quem arremata pensando em moradia, revenda ou locação.
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