
Apartamento na Freguesia, Jacarepaguá, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel com 250m² localizado na Freguesia, Jacarepaguá, Rio de Janeiro.
Apartamentos em condomínio e casas em leilão judicial e extrajudicial na Freguesia, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro — sub-bairro residencial consolidado, de comércio completo, aos pés do Maciço da Pedra Branca. Cada oportunidade é precedida de leitura documental e orientação em direito imobiliário, com atenção aos débitos condominiais.

Catálogo em números
Em 31 de outubro de 2026, o catálogo reúne 18 imóveis em leilão em Freguesia: 33% judiciais e 67% extrajudiciais; o tipo mais comum são imóveis comerciais (44%).

Apartamento na Freguesia, Jacarepaguá, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel com 250m² localizado na Freguesia, Jacarepaguá, Rio de Janeiro.
Loja comercial de aproximadamente 36m² no Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel localizado na Loja 204 da galeria C, no shopping Rio Office Mall, na Estrada do Gabinal, nº 313, Freguesia Jacarepaguá, Rio de Janeiro/RJ. O espaço possui aproximadamente 36m² e é classificado como comercial. O arrematante terá a posse do imóvel livre de ônus tributários existentes antes da data da alienação. É importante verificar eventuais dívidas condominiais junto à administração do condomínio, pois estas podem impactar no preço final. O imóvel pode estar ocupado, e o arrematante será autorizado a tomar posse assim que o juiz determinar.
Loja comercial de 36m² no Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel localizado na galeria do shopping Rio Office Mall, na Estrada do Gabinal, Freguesia Jacarepaguá, Rio de Janeiro/RJ. A loja possui aproximadamente 36m² e está classificada como comercial. O arrematante terá a posse do imóvel livre de ônus tributários, e eventuais dívidas condominiais devem ser verificadas junto à administração do condomínio.

Imóvel localizado na Freguesia, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel composto pela unidade identificada por sub loja SS-165, situada na Avenida Geremário Dantas 1.400, no edifício comercial Quality Shopping.

Apartamento de 48m² localizado em Rio de Janeiro, RJ. Descrição: Imóvel com 48 m² de área construída e privativa, situado no Condomínio do Parque Gabinal I, na Freguesia (Jacarepaguá), Rio de Janeiro. O apartamento está ocupado e a visitação não está disponível. O valor avaliado é de R$ 201.000,00, com um valor alvo de R$ 156.780,00. O condomínio mensal é de R$ 720,51. O vendedor se responsabiliza por quitar os débitos de IPTU e condomínio até a data do leilão. O pagamento pode ser feito à vista ou através de financiamento em até 420 meses.

Imóvel localizado na Freguesia, Jacarepaguá, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel situado na Rua Francisca Salles, nº 945, com um terreno que mede 55,00m de frente e fundos, por 100,00m de extensão em ambos os lados. O terreno confronta pelo lado direito com propriedade de Antônio Batista e à esquerda e fundos com a Companhia de Expansão Territorial. Segundo informações, não há edificações no local, que é caracterizado por um muro na frente e mato acentuado. O imóvel está em uma boa localização, em uma rua sem saída e sem acesso a ônibus, com água, iluminação pública e esgoto, em uma região predominantemente residencial. A avaliação total do imóvel foi estipulada em R$ 3.800.000,00, com um preço mínimo de venda de R$ 1.900.000,00.

Casa em Freguesia de Jacarepaguá, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel com área total de 53,97 m² e área privativa de 53,97 m². O terreno possui 50 m². A casa conta com 2 quartos e 2 banheiros.

Casa em Rio de Janeiro, RJ. Descrição: Imóvel com área total de 306m² e área privativa de 306m². O terreno possui 358,07m². A casa conta com 2 quartos e 1 banheiro.

Apartamento na Freguesia (Jacarepaguá), Rio de Janeiro. Descrição: Apartamento com 264,00m², localizado na Rua Potiguara, nº 572, Freguesia (Jacarepaguá), Rio de Janeiro/RJ. O imóvel conta com 02 vagas de garagem. O pagamento pode ser parcelado com entrada de 25% e o restante em até 30 meses.

Apartamento em Jacarepaguá, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel localizado na Travessa Cunha Galvão, nº 205, apto 501, bloco 1, na Freguesia, Jacarepaguá, RJ. A forma de pagamento é à vista e a utilização de carta de crédito não é permitida.

Apartamento de 43m² com 2 quartos e vaga de garagem em Freguesia (Jacarepaguá), Rio de Janeiro. Descrição: O imóvel possui uma área privativa de 43 m², com 2 quartos, banheiro, sala e cozinha. Inclui uma vaga de garagem. Localizado na Rua Goianinha, em Freguesia (Jacarepaguá), o apartamento oferece diversas comodidades, como piscina, salão de festas, churrasqueira, bicicletário e playground. Nas proximidades, há shoppings, supermercados e acesso a transporte público, além da Estação de trem de Campo Grande. O IPTU e informações sobre matrícula não são relevantes para a descrição do imóvel. O pagamento é aceito à vista, com opções de financiamento disponíveis.

Apartamento em Freguesia, Jacarepaguá, Rio de Janeiro. Descrição: Unidade habitacional tipo apartamento nº 402, com 57 metros quadrados, localizada na rua Edgard Werneck, nº 710, no Condomínio Residencial Edgard Werneck. O imóvel possui 01 vaga de garagem e está situado em um prédio com portaria 24h, interfone, elevador, salão de festas, gás encanado, churrasqueira, playground e quadra poliesportiva. A unidade é de uso residencial, com varanda fechada e está ausente de pessoas. Avaliado em R$225.000,00.
Imóvel Comercial localizado em Freguesia (Jacarepaguá), Rio de Janeiro. Descrição: Loja 204, situada na Estrada do Gabinal, nº 313, no bairro Freguesia (Jacarepaguá), na cidade do Rio de Janeiro, estado do RJ. O imóvel é classificado como comercial.
Imóvel comercial localizado na Freguesia (Jacarepaguá), Rio de Janeiro. Descrição: Loja 204 da galeria C, situada na Estrada do Gabinal, nº 313, no bairro Freguesia (Jacarepaguá), Rio de Janeiro/RJ. O imóvel é classificado como comercial. Verifique com o vendedor se a penhora recaiu sobre o bem todo ou sobre parte ou fração do mesmo.

Apartamento em Jacarepaguá, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel localizado na Estrada do Gabinal, bloco 2, apto 311, na Freguesia (Jacarepaguá), Rio de Janeiro - RJ. O pagamento deve ser feito à vista e a utilização de carta de crédito não é permitida.

Imóvel comercial de 28m² localizado em Jacarepaguá, Rio de Janeiro. Descrição: Sala comercial com aproximadamente 28 m², situada na Rua Araguaia, nº 1.763, Freguesia de Jacarepaguá, Rio de Janeiro/RJ. O imóvel está em uma região com pavimentação asfáltica e saneamento, próximo ao comércio e à rede de transporte, além de estar distante de áreas de risco. Avaliado em R$ 150.000,00.

Imóvel localizado em Jacarepaguá, Rio de Janeiro. Descrição: Loja 254 situada no Quality Shopping Center, na Avenida Geremário Dantas, número 1400, bairro da Freguesia, Jacarepaguá, Rio de Janeiro. O shopping possui várias linhas de ônibus que passam na entrada principal e conta com entrada pelos fundos para o estacionamento. A loja está em um conjunto que vai da loja 249 até a loja 267 e foi avaliada em R$ 80.000,00.

Sala comercial de 28,97 m² na Freguesia (Jacarepaguá), Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel comercial com área total de 28,97 m², localizado na Freguesia (Jacarepaguá), Rio de Janeiro/RJ. O imóvel está ocupado por terceiros e a desocupação será de responsabilidade do comprador. A venda é condicional, sujeita à aprovação do vendedor.
Conte o que você busca: nossa equipe acompanha os editais abertos na Freguesia e em todo o Rio de Janeiro e pode orientar a próxima oportunidade de leilão de imóveis.
Em um vale aos pés do Maciço da Pedra Branca, a Freguesia é um dos sub-bairros mais consolidados e familiares de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, com forte vocação residencial, comércio completo e grande número de condomínios. No leilão de imóveis, o estoque é diversificado e a demanda por moradia, consistente.
Para o investidor e para quem busca um bairro residencial bem servido na Zona Oeste, a combinação de infraestrutura, escolas, comércio e procura constante é estratégica: o ativo bem localizado mantém liquidez consistente. Um imóvel adquirido por valor inferior ao da avaliação só se converte em vantagem efetiva, porém, após o exame da situação jurídica — análise conduzida sob a ótica do direito imobiliário antes de qualquer lance.
Na Freguesia, formada por grande número de condomínios, ganha relevo o regime da dívida condominial: a cota condominial é obrigação propter rem, isto é, adere ao imóvel e acompanha o adquirente (art. 1.345 do Código Civil), constitui título executivo extrajudicial (art. 784, X, do CPC), que autoriza a penhora e o leilão da própria unidade, e figura como exceção à impenhorabilidade do bem de família (art. 3º, IV, da Lei 8.009/1990) — razão pela qual muitos imóveis residenciais são levados a leilão justamente por dívida de condomínio. No leilão judicial, os débitos propter rem, condominiais e tributários, em regra sub-rogam-se sobre o preço da arrematação, de modo que o bem tende a ser entregue livre ao arrematante; ainda assim, é imperativo ler o edital quanto à eventual assunção de débitos anteriores, pois o Superior Tribunal de Justiça discute a responsabilidade do arrematante por débitos condominiais pretéritos quando o edital é omisso. No extrajudicial, a atenção ao edital é redobrada. Também pedem atenção a convenção, o fundo de reserva e o rateio dos condomínios e a frequência de inventários. Cada origem impõe a leitura do edital, da matrícula e da cadeia dominial para dimensionar ônus, ocupação e prazos. É esse trabalho técnico que separa a aparência de oportunidade da oportunidade real.
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A Freguesia é um dos sub-bairros mais consolidados e familiares de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, em um vale aos pés do Maciço da Pedra Branca, com forte vocação residencial, comércio completo e grande número de condomínios. No leilão de imóveis, esse perfil amplia o leque de oportunidades e potencializa a relevância do deságio, a diferença entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça. A vantagem efetiva depende de exame jurídico prévio da matrícula, do edital e da situação possessória — em bairro de muitos condomínios, merece atenção especial o tratamento dos débitos condominiais. Cada lote deve ser avaliado individualmente no Estudo de Viabilidade Jurídica.
É indispensável analisar a matrícula atualizada, a integralidade do edital, a natureza do leilão — judicial ou extrajudicial —, eventuais ônus reais e gravames, a situação de ocupação e os débitos condominiais e tributários. Na Freguesia, formada por grande número de condomínios, ganha relevo o regime da dívida condominial: a cota condominial é obrigação propter rem, isto é, adere ao imóvel e acompanha o adquirente (art. 1.345 do Código Civil), constitui título executivo extrajudicial (art. 784, X, do CPC), que autoriza a penhora e o leilão da própria unidade, e figura como exceção à impenhorabilidade do bem de família (art. 3º, IV, da Lei 8.009/1990) — razão pela qual muitos imóveis residenciais são levados a leilão justamente por dívida de condomínio. No leilão judicial, os débitos propter rem, condominiais e tributários, em regra sub-rogam-se sobre o preço da arrematação, de modo que o bem tende a ser entregue livre ao arrematante; ainda assim, é imperativo ler o edital quanto à eventual assunção de débitos anteriores, pois o Superior Tribunal de Justiça discute a responsabilidade do arrematante por débitos condominiais pretéritos quando o edital é omisso. No extrajudicial, a atenção ao edital é redobrada. Também pedem atenção a convenção, o fundo de reserva e o rateio dos condomínios e a frequência de inventários. Tudo isso integra o Estudo de Viabilidade Jurídica.
O deságio decorre da diferença entre o valor de avaliação e o lance mínimo admitido em segunda praça, percentual definido em cada edital e variável caso a caso. Não há percentual garantido nem estimativa de valor de mercado por imóvel: cada lote deve ser avaliado individualmente, a partir do edital e da documentação que o instrui. Na Freguesia, a forte demanda residencial e a diversidade de imóveis — de apartamentos em condomínio a casas — tendem a oferecer oportunidades em diferentes faixas, com liquidez sustentada pela infraestrutura do bairro, sempre condicionadas à análise documental prévia, com destaque para o levantamento dos débitos condominiais e o seu tratamento no edital.
A ocupação é circunstância juridicamente endereçável também na Freguesia. No leilão judicial, a desocupação ordinariamente se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, sobretudo nos imóveis retomados por alienação fiduciária, a retomada observa o procedimento da Lei 9.514/1997. Em imóveis levados a leilão por dívida de condomínio, é relevante verificar quem ocupa a unidade e a que título. O exame prévio da situação possessória permite dimensionar prazos e o caminho adequado antes da decisão de lance.
Como funciona o leilão de imóveis
O ponto de partida é selecionar o imóvel de interesse na Freguesia — apartamento em condomínio ou casa — e submeter o edital e a matrícula à análise jurídica especializada antes de qualquer lance. A Cataldo Siston conduz a leitura documental, verifica a cadeia dominial, o levantamento e o tratamento dos débitos condominiais no edital, a convenção de condomínio, eventual garantia fiduciária e os demais débitos existentes, esclarece a natureza do leilão e acompanha o arrematante nas etapas seguintes — habilitação, lance, auto e carta de arrematação e, quando cabível, imissão na posse.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
No município do Rio de Janeiro, a alíquota do ITBI é de 3%. A base de cálculo, na arrematação em hasta pública, tende a ser o próprio valor da arrematação — ainda que a cobrança sobre o valor de referência municipal já tenha gerado discussão, com entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. O recolhimento antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a base aplicável a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver na Freguesia
A Freguesia preserva a memória e o verde de Jacarepaguá. A Igreja de Nossa Senhora do Loreto, uma das mais antigas do Rio, e o Largo da Freguesia guardam o ar de antiga freguesia colonial. O Maciço da Pedra Branca, com o maior parque urbano em floresta do país, oferece trilhas, cachoeiras e contato com a natureza a poucos minutos. Shopping centers, praças e um comércio completo, somados à tranquilidade residencial, fazem do bairro um endereço de qualidade de vida na Zona Oeste.
A Freguesia é um polo comercial e de serviços de Jacarepaguá, com shopping centers, supermercados, escolas, hospitais e um intenso comércio de rua ao longo de vias como a Estrada dos Três Rios e a Rua Geremário Dantas. A mobilidade se apoia em corredores viários e linhas de ônibus que ligam o bairro à Barra, à Taquara e ao centro de Jacarepaguá. Essa infraestrutura completa, somada à forte vocação residencial, sustenta a liquidez dos imóveis ao longo dos ciclos de mercado, fator relevante para quem arremata pensando em moradia, locação ou revenda.
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