Imóvel comercial localizado em Campo Grande, Rio de Janeiro. Descrição: Prédio comercial com área de 433,00 m², situado na Rua Mora, nº 715, no bairro Campo Grande, Rio de Janeiro/RJ.
Apartamento de 41m² em Leilão — Estrada de Santa Eugenia N. 2000 Apto. 402, Bl 9- Res JD dos Lirios I, Campo Grande, Rio de Janeiro
Estrada de Santa Eugenia N. 2000 Apto. 402, Bl 9- Res JD dos Lirios I, Campo Grande, Rio de Janeiro, RJ
Campo Grande, Rio de Janeiro, RJ
Valores e datas principais
Informações do imóvel
O apartamento de 41m², na Estrada de Santa Eugenia N. 2000 Apto. 402, Bl 9- Res JD dos Lirios I, Campo Grande, Rio de Janeiro/RJ, está em leilão extrajudicial conduzido por RJ Leilões. Avaliado em R$ 178.476. 1º leilão em 14/12/2026, por R$ 178.476. 2º leilão em 17/12/2026, por R$ 107.086 (40% abaixo da avaliação). Em leilões extrajudiciais, a propriedade é transferida por escritura pública após a consolidação, com possibilidade de purgação da mora até esse momento. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Leilão extrajudicial de imóveis no Rio de Janeiro: como funciona →
Estrada de Santa Eugenia N. 2000 Apto. 402, Bl 9- Res JD dos Lirios I, Campo Grande, Rio de Janeiro, RJ Apartamento no Campo Grande, Rio de Janeiro. Descrição: Apartamento localizado na Estrada de Santa Eugênia, nº 2000, Apto. 402, Bloco 9, Residencial Jardim dos Lírios I, com área privativa de 40,54 m². O imóvel está situado na cidade de Rio de Janeiro, estado do RJ.
- Prazo de purgação da mora até a consolidação da propriedade
- Regularidade da notificação do devedor
- Condições para obtenção da escritura pública
Dados principais
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Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
Antes de dar lance neste imóvel, conheça o estudo de viabilidade jurídica deste imóvel e a assessoria jurídica para arrematar este imóvel.
Assessoria jurídica completa para arrematação de imóveis em leilões judiciais e extrajudiciais.
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Imóvel de 6.000m² localizado em Campo Grande, Rio de Janeiro. Descrição: Área de 6.000m² com testada para a Avenida Brasil, em Campo Grande, Rio de Janeiro. O imóvel inclui terreno e respectivas construções. Possibilidade de pagamento em até 60 vezes.
Imóvel em Campo Grande, Rio de Janeiro, com área de 15.400m². Descrição: Terreno localizado em uma área industrial desativada, situado na esquina da Avenida Brasil com a Estrada do Pedregoso, no bairro Campo Grande, Rio de Janeiro/RJ. O imóvel possui uma área total de 15.400m².

Imóvel de 6.000m² localizado em Campo Grande, Rio de Janeiro. Descrição: Área de 6.000m² com testada para a Avenida Brasil, em Campo Grande, Rio de Janeiro. O imóvel inclui terreno e respectivas construções. Possibilidade de pagamento em até 60 vezes.
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Campo Grande é um dos maiores e mais populosos bairros do Rio de Janeiro e o principal polo da Zona Oeste. Sub-centro de intensa atividade comercial — com o tradicional Calçadão, um dos maiores comércios de rua da cidade —, reúne vasta área residencial e um histórico de transformação, da antiga Cidade da Laranja do Sertão Carioca ao grande núcleo urbano de hoje. No leilão de imóveis, esse mercado amplo e diversificado oferece casas, apartamentos e lojas, e potencializa a relevância do deságio, a diferença entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça. A vantagem efetiva depende de exame jurídico prévio da matrícula, do edital e da situação do imóvel. Cada lote deve ser avaliado individualmente no Estudo de Viabilidade Jurídica.
É indispensável analisar a matrícula atualizada, a integralidade do edital, a natureza do leilão — judicial ou extrajudicial —, eventuais ônus reais, a situação de ocupação e os débitos. Um ponto que merece atenção, frequente em um bairro de grande estoque residencial e de imóveis de família como Campo Grande, é a copropriedade — quando o bem pertence a mais de um titular e é indivisível. Na execução movida contra apenas um dos coproprietários, a penhora recai sobre o bem todo, mas o equivalente à quota-parte do coproprietário ou do cônjuge alheio à execução recai sobre o produto da alienação (art. 843, caput, do CPC). A esse coproprietário ou cônjuge não executado a lei reserva a preferência na arrematação, em igualdade de condições (art. 843, § 1º), e veda a expropriação por preço inferior ao da avaliação quando o valor obtido for incapaz de resguardar a sua quota-parte, calculada sobre o valor da avaliação (art. 843, § 2º). Situação correlata é a da extinção de condomínio: sendo a coisa indivisível e não querendo os consortes adjudicá-la a um só, mediante indenização, ela é vendida e o apurado é repartido, preferindo-se, na venda, em condições iguais de oferta, o condômino ao estranho (art. 1.322 do Código Civil). Para quem arremata sem ser coproprietário, isso significa que um titular do próprio bem pode ter preferência, em igualdade de condições, e que existe um piso de preço em favor da quota alheia à execução, o que limita o deságio nessas hipóteses. Identificar se o imóvel está em copropriedade, se é indivisível, quem são os demais titulares e como se dá a preferência integra o Estudo de Viabilidade Jurídica.
O deságio decorre da diferença entre o valor de avaliação e o lance mínimo admitido em segunda praça, percentual definido em cada edital e variável caso a caso. Não há percentual garantido nem estimativa de valor de mercado por imóvel: cada lote deve ser avaliado individualmente, a partir do edital e da documentação que o instrui. Em Campo Grande, a amplitude do estoque — de casas e apartamentos residenciais a lojas no eixo comercial do Calçadão e da Avenida Cesário de Melo — tende a produzir avaliações e faixas de deságio variadas. Cabe notar que, tratando-se de bem indivisível em copropriedade, há piso legal de preço em favor da quota do coproprietário alheio à execução (art. 843, § 2º, do CPC), o que pode restringir o desconto. Tudo permanece condicionado à análise documental prévia e à verificação da situação registral e dominial do bem.
A ocupação é circunstância juridicamente endereçável também em Campo Grande. No leilão judicial, a desocupação do ocupante ordinariamente se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, sobretudo nos imóveis retomados por alienação fiduciária, a retomada observa o procedimento da Lei 9.514/1997. Quando o imóvel é objeto de copropriedade, convém ainda verificar se há coproprietário ou cônjuge não executado a quem a lei assegura preferência na arrematação, em igualdade de condições. Por ser a arrematação forma de aquisição originária, o arrematante recebe o bem livre dos encargos e obrigações patrimoniais do antigo proprietário, sub-rogando-se os débitos no produto da arrematação. O exame prévio da matrícula, do edital e da situação possessória e dominial permite dimensionar prazos e o caminho adequado antes da decisão de lance.
Como funciona o leilão de imóveis
O ponto de partida é selecionar o imóvel de interesse em Campo Grande — casa, apartamento ou loja — e submeter o edital e a matrícula à análise jurídica especializada antes de qualquer lance. A Cataldo Siston conduz a leitura documental, verifica a cadeia dominial e a situação possessória, examina se o bem está em copropriedade — e quem, entre os titulares, detém eventual preferência —, identifica os ônus e os débitos, e acompanha o arrematante nas etapas seguintes: habilitação, lance, auto e carta de arrematação e, quando cabível, imissão na posse.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
No município do Rio de Janeiro, a alíquota do ITBI é de 3%. A base de cálculo, na arrematação em hasta pública, tende a ser o próprio valor da arrematação — ainda que a cobrança sobre o valor de referência municipal já tenha gerado discussão, com entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. O recolhimento antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a base aplicável a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver em Campo Grande
Campo Grande pulsa no ritmo do seu comércio e da sua gente. O Calçadão é o coração do bairro — um dos maiores polos de comércio de rua do Rio —, ladeado por praças, igrejas históricas e o casario que lembra a antiga vila do Sertão Carioca. Nos arredores, o Maciço do Mendanha eleva encostas de mata atlântica com trilhas e cachoeiras, refúgio verde às portas da cidade. Da memória rural da Cidade da Laranja à efervescência urbana atual, Campo Grande combina tradição, natureza próxima e a vitalidade de um grande centro popular.
Campo Grande é o principal polo da Zona Oeste e um dos maiores centros urbanos do município do Rio de Janeiro. Seu comércio, ancorado no Calçadão e na Avenida Cesário de Melo, atende a uma vasta população própria e dos bairros vizinhos, somando-se a shoppings como o West Shopping e o Park Shopping Campo Grande. A mobilidade apoia-se na estação de trem da SuperVia, no BRT TransOeste e em importantes eixos viários, articulando o bairro com o restante da cidade. Essa densidade populacional e econômica sustenta a liquidez dos imóveis residenciais e comerciais, fator relevante para quem arremata pensando em moradia, investimento, locação ou revenda.
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