
Casa de alto padrão na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel situado na Rua Ernani Vasconcelos, 115, Barra da Tijuca/RJ.
Avenida Abraham Medina, 355, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ
Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ

O apartamento de 230m² com 1 vaga de garagem, na Avenida Abraham Medina, 355, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro/RJ, está em leilão extrajudicial conduzido por Biasi Leilões. 1º leilão em 24/11/2026, por R$ 761.597. 2º leilão em 01/12/2026, por R$ 667.431 (12% abaixo do 1º leilão). Em leilões extrajudiciais, a propriedade é transferida por escritura pública após a consolidação, com possibilidade de purgação da mora até esse momento. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Leilão extrajudicial de imóveis no Rio de Janeiro: como funciona →
Avenida Abraham Medina, 355, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, RJ Apartamento na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Descrição: Apartamento localizado no "Residencial Milênio", situado na Avenida Abraham Medina, 355, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro/RJ. O imóvel é do Bloco 2, unidade 107, e possui direito a 1 vaga de garagem coberta ou descoberta. A área total do terreno é de 230,00m de frente e 195,04m de fundo, com diversas medidas laterais. O imóvel está ocupado e a desocupação será de responsabilidade do adquirente, conforme a legislação vigente. O leilão ocorrerá no dia 01 de Dezembro de 2026, com lance inicial de R$ 667.430,93.
Trechos citados literalmente da descrição do leiloeiro. Confirme na matrícula e no edital antes do lance.
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Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
Antes de dar lance neste imóvel, conheça o estudo de viabilidade jurídica deste imóvel e a assessoria jurídica para arrematar este imóvel.
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Casa de alto padrão na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel situado na Rua Ernani Vasconcelos, 115, Barra da Tijuca/RJ.
Casa de alto padrão com 681m² na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel de alto padrão com 2 pavimentos, localizado no condomínio Quintas del Lago, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. A área total do imóvel é de 681,00m². É importante verificar com o vendedor se a penhora recaiu sobre o bem todo ou sobre parte dele.

Casa com 697m² no condomínio Villagio Felicità, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel de alto padrão com 697m², construído em 2005, localizado no Condomínio Villagio Felicità, que oferece segurança 24 horas e diversas opções de lazer, como quadra poliesportiva, quadras de tênis, campo de futebol, playground, quadra de areia, mini golfe e balsa para a praia da Reserva. A entrada do condomínio é pela Avenida das Américas, uma das principais vias do bairro.

Sala comercial na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel comercial com área total de 113 m², localizado na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O imóvel possui 3 vagas de garagem e está ocupado por terceiros, sendo a desocupação responsabilidade do comprador. O valor avaliado é de R$ 1.299.000,00, com entrada de 30% e saldo em 240 parcelas.
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A Barra da Tijuca é um dos bairros de maior valorização e liquidez da Zona Oeste, com forte demanda para moradia e locação em condomínios-clube e casas em condomínios fechados. No leilão de imóveis, isso potencializa a relevância do deságio — a diferença entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça. A vantagem efetiva, contudo, depende de exame jurídico prévio da matrícula, do edital e da situação possessória, sobretudo porque o bairro concentra imóveis financiados, com origem frequente em alienação fiduciária. Cada lote deve ser avaliado individualmente no Estudo de Viabilidade Jurídica.
É indispensável analisar a matrícula atualizada, a integralidade do edital, a natureza do leilão — judicial ou extrajudicial —, eventuais ônus reais e gravames, a situação de ocupação e os débitos condominiais e tributários. Na Barra, dois pontos pedem atenção especial: o peso das taxas de condomínio e de associação de moradores, comuns nos grandes condomínios-clube e nos condomínios fechados de casas, e a forte presença de imóveis em alienação fiduciária (Lei 9.514/1997), levados a leilão extrajudicial após a consolidação da propriedade pelo credor. No leilão judicial, débitos tributários propter rem em regra sub-rogam-se sobre o preço (art. 130, parágrafo único, do CTN). Tudo isso integra o Estudo de Viabilidade Jurídica.
O deságio decorre da diferença entre o valor de avaliação e o lance mínimo admitido em segunda praça, percentual definido em cada edital e variável caso a caso. Não há percentual garantido nem estimativa de valor de mercado por imóvel: cada lote deve ser avaliado individualmente, a partir do edital e da documentação que o instrui. Na Barra, o expressivo volume de imóveis financiados levados a leilão extrajudicial costuma ampliar a oferta, o que reforça a importância do exame documental prévio.
A ocupação é circunstância endereçável também na Barra. No leilão judicial, a desocupação ordinariamente se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial — modalidade frequente no bairro, dada a presença de alienação fiduciária —, a retomada observa o procedimento da Lei 9.514/1997. O exame prévio da situação possessória, somado à verificação das taxas condominiais em aberto, permite dimensionar prazos e custos antes da decisão de lance.
Como funciona o leilão de imóveis
O ponto de partida é selecionar o imóvel de interesse na Barra — apartamento em condomínio-clube na Av. das Américas, casa em condomínio fechado ou sala comercial em centro empresarial — e submeter o edital e a matrícula à análise jurídica especializada antes de qualquer lance. A Cataldo Siston conduz a leitura documental, levanta as taxas de condomínio e de associação, esclarece a natureza do leilão e acompanha o arrematante nas etapas seguintes — habilitação, lance, auto e carta de arrematação e, quando cabível, imissão na posse.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
No município do Rio de Janeiro, a alíquota do ITBI é de 3%. A base de cálculo, na arrematação em hasta pública, tende a ser o próprio valor da arrematação — ainda que a cobrança sobre o valor de referência municipal já tenha gerado discussão, com entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. O recolhimento antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a base aplicável a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver na Barra da Tijuca
A Barra da Tijuca tem a praia mais extensa do Rio, com cerca de 18 quilômetros de orla, ponto de encontro de surfistas, ciclistas e praticantes de esportes. O bairro abriga o Parque Olímpico, legado dos Jogos de 2016, e grandes centros de compras, como o BarraShopping e o Village Mall. No entorno, o Bosque da Barra (Parque Natural Municipal Marapendi) preserva a restinga e a lagoa, e o Recreio e a Reserva, ao sul, estendem a faixa de praias. A vida ao ar livre, a infraestrutura de lazer e os condomínios planejados sustentam a demanda imobiliária do bairro.
A Barra é um bairro planejado e horizontalizado, organizado em torno da Avenida das Américas e da orla, com forte concentração de shoppings, centros empresariais, escolas, hospitais e serviços. A mobilidade se apoia no metrô (Linha 4, que liga a Barra à Zona Sul), no BRT (TransOeste, TransOlímpica e TransCarioca) e nas grandes vias expressas. Essa infraestrutura, somada à praia e aos condomínios-clube, sustenta a liquidez dos imóveis do bairro ao longo dos ciclos de mercado, fator relevante para quem arremata pensando em moradia, revenda ou locação.
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