Apartamento no Jardim Guanabara, Rio de Janeiro. Descrição: Apartamento com 122 m² e 2 vagas de garagem, localizado no Jardim Guanabara, Rio de Janeiro. O prédio conta com playground e salão de festas.
Apartamento em Leilão — Rua Jorge De Lima, 184, Apto 102, Jardim Guanabara, Rio de Janeiro
Rua Jorge De Lima, 184, Apto 102, Jardim Guanabara, Rio de Janeiro, RJ
Jardim Guanabara, Rio de Janeiro, RJ
Valores e datas principais
Informações do imóvel
O apartamento, na Rua Jorge De Lima, 184, Apto 102, Jardim Guanabara, Rio de Janeiro/RJ, está em leilão extrajudicial conduzido por Comprei. Avaliado em R$ 1.500.000. 1º leilão em 30/07/2027, por R$ 750.000. Em leilões extrajudiciais, a propriedade é transferida por escritura pública após a consolidação, com possibilidade de purgação da mora até esse momento. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Leilão extrajudicial de imóveis no Rio de Janeiro: como funciona →
Rua Jorge De Lima, 184, Apto 102, Jardim Guanabara, Rio de Janeiro, RJ Imóvel localizado em Jardim Guanabara, Rio de Janeiro. Descrição: O imóvel está situado na Rua Jorge de Lima, 184, Apto 102, no bairro Jardim Guanabara, na cidade do Rio de Janeiro, estado do RJ. O ambiente é destinado à captação de propostas de compra direta de bens públicos, com um prazo de 30 dias úteis para registro de propostas. O pagamento pode ser feito à vista ou parcelado, com entrada mínima de 25% do valor. É importante estar atento ao horário de encerramento das propostas, que ocorre automaticamente às 08h00 da data estipulada.
- Prazo de purgação da mora até a consolidação da propriedade
- Regularidade da notificação do devedor
- Condições para obtenção da escritura pública
Dados principais
Preencha seus dados para direcionarmos oportunidades ao seu perfil e seguir no WhatsApp.
Nossa equipe analisa riscos, documentos e estratégia antes de qualquer lance.
Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
Antes de dar lance neste imóvel, conheça o estudo de viabilidade jurídica deste imóvel e a assessoria jurídica para arrematar este imóvel.
Assessoria jurídica completa para arrematação de imóveis em leilões judiciais e extrajudiciais.
Saiba mais sobre a nossa assessoria jurídicaImóveis em Jardim Guanabara, Rio de Janeiro
Confira outros imóveis disponíveis em Jardim Guanabara, Rio de Janeiro

Apartamento em Jardim Guanabara, Ilha do Governador, Rio de Janeiro. Descrição: Apto de alto padrão com aproximadamente 180 m², composto por 4 quartos, 3 banheiros, cozinha, sala, sala de jantar e varanda. O imóvel possui direito a 3 vagas na garagem. Localizado na Rua Jorge de Lima, nº 184, Jardim Guanabara, Rio de Janeiro/RJ.

Imóvel de 30m² localizado na Ilha do Governador, Rio de Janeiro. Descrição: Sala 219 no edifício Katialline, situada na Estrada do Galeão 1285, Jardim Guanabara. O imóvel possui uma área edificada de 30m² e foi construído em 1994. A posição do imóvel é de frente. Avaliado indiretamente em R$140.000,00.

Casa com 187m² em Jardim Guanabara, Ilha do Governador, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel com 187m² de área construída, localizado na Rua Hugo Leal, nº 96, Jardim Guanabara, Ilha do Governador, RJ. O imóvel é de tipologia residencial e se encontra em mau estado de conservação. Está situado próximo a comércio, restaurantes e serviços de transporte. O valor estimado de mercado é de R$ 540.000,00.
Comprar no Jardim Guanabara
Jardim Guanabara é o bairro mais nobre e residencial da Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio de Janeiro, situado à beira da Baía de Guanabara, com calçadão, orla, prédios de qualidade e casas, e reconhecida qualidade de vida. No leilão de imóveis, esse perfil valorizado amplia o leque de oportunidades e potencializa a relevância do deságio, a diferença entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça. A vantagem efetiva depende de exame jurídico prévio da matrícula, do edital e da situação possessória — em um bairro residencial nobre, em que vista, privacidade e sossego compõem o valor do imóvel, merece atenção específica o direito de vizinhança, além da eventual incidência de marinha na orla. Cada lote deve ser avaliado individualmente no Estudo de Viabilidade Jurídica.
É indispensável analisar a matrícula atualizada, a integralidade do edital, a natureza do leilão — judicial ou extrajudicial —, eventuais ônus reais e gravames, a situação de ocupação e os débitos condominiais e tributários. No Jardim Guanabara, bairro residencial nobre, ganha relevo o direito de vizinhança (arts. 1.277 a 1.313 do Código Civil), que disciplina as relações entre prédios e proprietários vizinhos. Destacam-se o uso anormal da propriedade (art. 1.277), que faculta fazer cessar as interferências prejudiciais à segurança, ao sossego e à saúde provocadas pela propriedade vizinha — atributos especialmente valorizados aqui —, e o direito de construir e seus limites (arts. 1.299 e seguintes), com a vedação de abrir janela, eirado, terraço ou varanda a menos de metro e meio do terreno vizinho (art. 1.301), em proteção à privacidade e contra o devassamento, bem como o regime das águas e goteiras (art. 1.300). Há, ainda, o prazo de ano e dia, a contar da conclusão da obra, para exigir o desfazimento de janela, sacada, terraço ou goteira sobre o prédio vizinho (art. 1.302). O instituto distingue-se do condomínio edilício, que rege as relações internas entre os condôminos de um mesmo edifício. No leilão, o arrematante herda a situação do imóvel perante os vizinhos, de modo que convém verificar eventuais construções em desacordo e os limites para futura edificação. Por se tratar de orla na Baía de Guanabara, parte dos imóveis pode situar-se em terreno de marinha, sujeita ao regime enfitêutico, com foro e laudêmio à União por meio da SPU (Decreto-Lei 9.760/1946; Decreto-Lei 2.398/1987); e, por integrar a Ilha do Governador, podem incidir restrições aeronáuticas de gabarito, próprias da vizinhança do aeroporto. No leilão judicial, débitos tributários propter rem em regra sub-rogam-se sobre o preço (art. 130, parágrafo único, do CTN). Tudo isso integra o Estudo de Viabilidade Jurídica.
O deságio decorre da diferença entre o valor de avaliação e o lance mínimo admitido em segunda praça, percentual definido em cada edital e variável caso a caso. Não há percentual garantido nem estimativa de valor de mercado por imóvel: cada lote deve ser avaliado individualmente, a partir do edital e da documentação que o instrui. No Jardim Guanabara, a procura por um dos endereços mais valorizados da Ilha, com orla, calçadão e qualidade de vida, tende a oferecer oportunidades em diferentes faixas, com liquidez sustentada pelo prestígio do bairro, sempre condicionadas à análise documental prévia, com destaque para a verificação do direito de vizinhança, da eventual marinha e das restrições de gabarito.
A ocupação é circunstância juridicamente endereçável também no Jardim Guanabara. No leilão judicial, a desocupação ordinariamente se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, sobretudo nos imóveis retomados por alienação fiduciária, a retomada observa o procedimento da Lei 9.514/1997. Convém não confundir a questão possessória, endereçável por essas vias, com as questões de direito de vizinhança, que dizem respeito às relações entre prédios vizinhos e à conformidade das construções. O exame prévio da matrícula, do edital e da situação possessória permite dimensionar prazos e o caminho adequado antes da decisão de lance.
Como funciona o leilão de imóveis
O ponto de partida é selecionar o imóvel de interesse no Jardim Guanabara — apartamento ou casa — e submeter o edital e a matrícula à análise jurídica especializada antes de qualquer lance. A Cataldo Siston conduz a leitura documental, verifica a cadeia dominial, a situação do imóvel à luz do direito de vizinhança, a eventual incidência de terreno de marinha na orla e de restrições aeronáuticas da Ilha, eventual garantia fiduciária e os débitos existentes, esclarece a natureza do leilão e acompanha o arrematante nas etapas seguintes — habilitação, lance, auto e carta de arrematação e, quando cabível, imissão na posse.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
No município do Rio de Janeiro, a alíquota do ITBI é de 3%. A base de cálculo, na arrematação em hasta pública, tende a ser o próprio valor da arrematação — ainda que a cobrança sobre o valor de referência municipal já tenha gerado discussão, com entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago. O recolhimento antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a base aplicável a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver no Jardim Guanabara
Jardim Guanabara é um refúgio residencial à beira da Baía de Guanabara, conhecido como a joia da Ilha do Governador. Seu calçadão e sua orla, com a Praia da Bandeira e recantos à beira-mar, convidam a caminhadas e ao lazer, com vista para a baía e para o Rio. As ruas arborizadas, as praças, como a Praça Iaiá Garcia, e o comércio de bairro de qualidade conferem um clima tranquilo e familiar. É um dos endereços mais aprazíveis da Zona Norte, com forte senso de comunidade.
O Jardim Guanabara conta com comércio de bairro completo e de boa qualidade, com lojas, mercados, restaurantes, escolas e serviços, além da proximidade dos centros comerciais de Cocotá e dos Bancários. A orla e o calçadão são o coração da vida ao ar livre do bairro. A mobilidade se apoia na Linha Vermelha e na Ponte do Galeão, que conectam a Ilha ao continente e ao Centro. Essa infraestrutura, somada ao prestígio residencial e à orla da baía, sustenta a liquidez dos imóveis ao longo dos ciclos de mercado, fator relevante para quem arremata pensando em moradia, locação ou revenda.
Newsletter sobre
Oportunidades de negócio, decisões, artigos, cases, etc.
Receba alertas e oportunidades
Conteúdo direto ao ponto — sem spam.
