Imóvel de 346,39m² localizado em Resende, Rio de Janeiro. Descrição: Lote 23 da quadra J-2, no loteamento Vila Liberdade, situado na Rua Anita Garibaldi, no bairro Liberdade, em Resende/RJ. O imóvel possui uma área total de 346,39m².
Casa de 62m² em Leilão — Rua Elmio Guimaraes, nº 45, LT 1B QD A, Jardim Beira Rio, Resende
Rua Elmio Guimaraes, nº 45, LT 1B QD A, Jardim Beira Rio, Resende, RJ
Jardim Beira Rio, Resende, RJ
Valores e datas principais
Informações do imóvel
A casa de 62m² com 2 quartos, na Rua Elmio Guimaraes, nº 45, LT 1B QD A, Jardim Beira Rio, Resende/RJ, está em leilão extrajudicial conduzido por RJ Leilões. Avaliado em R$ 303.000. 1º leilão em 14/12/2026, por R$ 303.000. 2º leilão em 17/12/2026, por R$ 353.975. Em leilões extrajudiciais, a propriedade é transferida por escritura pública após a consolidação, com possibilidade de purgação da mora até esse momento. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Leilão extrajudicial de imóveis no Rio de Janeiro: como funciona →
Rua Elmio Guimaraes, nº 45, LT 1B QD A, Jardim Beira Rio, Resende, RJ Casa em Resende, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel localizado na Rua Elmio Guimarães, nº 45, LT 1B QD A, em Resende/RJ. Possui 61,7 m² de área total e privativa, com 125,19 m² de área do terreno. O imóvel conta com 2 quartos, área de serviço, banheiro, sala e cozinha.
- Prazo de purgação da mora até a consolidação da propriedade
- Regularidade da notificação do devedor
- Condições para obtenção da escritura pública
Dados principais
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Nossa equipe analisa riscos, documentos e estratégia antes de qualquer lance.
Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
Antes de dar lance neste imóvel, conheça o estudo de viabilidade jurídica deste imóvel e a assessoria jurídica para arrematar este imóvel.
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Outros imóveis disponíveis em Resende

Apartamento de 41,32m² com 2 quartos e vaga de garagem em Resende, Rio de Janeiro. Descrição: O imóvel é um apartamento com área privativa de 41,32 m², localizado na Avenida Projetada, n. 153, Liberdade, Resende - RJ. O apartamento conta com 2 quartos, banheiro, sala, cozinha e uma vaga de garagem. O condomínio oferece diversas comodidades, incluindo piscina adulto e infantil, salões de festas, churrasqueira, quadras esportivas e parque infantil. Nas proximidades, há opções de shoppings, supermercados, restaurantes, hospitais e acesso a transporte público. O IPTU do imóvel é de 245100113040. As condições de pagamento são à vista, com a possibilidade de utilização de recursos do FGTS ou financiamento na modalidade SBPE, conforme as condições específicas do imóvel.

Apartamento de 41,32m² com 2 quartos e vaga de garagem em Resende, Rio de Janeiro. Descrição: O imóvel é um apartamento com área privativa de 41,32m², localizado na Avenida Projetada, Liberdade, Resende - RJ. Possui 2 quartos, banheiro, sala, cozinha e uma vaga de garagem. O condomínio oferece diversas comodidades, incluindo piscina adulto e infantil, salões de festas, churrasqueira, quadras esportivas e parque infantil. Nas proximidades, há shoppings, supermercados, restaurantes, hospitais e acesso a transporte público. O IPTU é de R$ 245,10. As condições de pagamento incluem opções à vista e financiamento na modalidade SBPE, com recursos do FGTS.

Apartamento em Resende, Rio de Janeiro. Descrição: Apartamento localizado na Rua Projetada N. 153, Apto. 204, Bloco 11, no Reserva Vila Jardim, em Resende/RJ. O imóvel possui 62,91 m² de área total e 41,32 m² de área privativa, com 2 quartos, banheiro, sala, cozinha e 1 vaga de garagem.
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Resende é uma das principais cidades do Sul Fluminense, no Médio Paraíba, situada aos pés da Serra da Mantiqueira, na divisa com São Paulo e Minas Gerais. Sede da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e de um pujante polo automotivo e industrial — com montadoras e indústrias de grande porte —, alia tradição militar, força industrial e o turismo de serra de Visconde de Mauá. No leilão de imóveis, esse mercado diversificado oferece oportunidades variadas — casas, apartamentos e galpões — e potencializa a relevância do deságio, a diferença entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça. A vantagem efetiva depende de exame jurídico prévio da matrícula, do edital e da natureza do procedimento. Cada lote deve ser avaliado individualmente no Estudo de Viabilidade Jurídica.
É indispensável analisar a matrícula atualizada, a integralidade do edital e a natureza do procedimento — e aqui um ponto ganha especial relevo em uma cidade de forte base industrial como Resende. Imóveis e ativos empresariais por vezes são alienados não no bojo de uma execução comum, mas no de uma recuperação judicial ou de uma falência, regidas pela Lei 11.101/2005, que estabelece regra própria e particularmente protetiva ao adquirente. Na recuperação judicial, quando o plano aprovado envolve a alienação de filial ou de unidade produtiva isolada, o objeto da alienação fica livre de qualquer ônus e não há sucessão do arrematante nas obrigações do devedor, inclusive as de natureza tributária (art. 60, parágrafo único). Na falência, a alienação de ativos observa a mesma diretriz, e o objeto é transferido livre de qualquer ônus, sem sucessão do arrematante nas obrigações do devedor, inclusive as tributárias, as trabalhistas e as decorrentes de acidentes de trabalho (art. 141, II), realizando-se por leilão e demais modalidades legais (art. 142). Ressalva-se que essa ausência de sucessão não beneficia o arrematante que seja sócio, parente ou agente do devedor, justamente para coibir fraudes (art. 141, § 1º). Trata-se de proteção ainda mais ampla do que a da execução comum — na qual, por ser a arrematação forma de aquisição originária, o arrematante já recebe o bem livre dos encargos do antigo proprietário, sub-rogando-se os débitos no produto (art. 130, parágrafo único, do CTN). Identificar corretamente a natureza do procedimento é, portanto, decisivo, e integra o Estudo de Viabilidade Jurídica.
O deságio decorre da diferença entre o valor de avaliação e o lance mínimo admitido em segunda praça, percentual definido em cada edital e variável caso a caso. Não há percentual garantido nem estimativa de valor de mercado por imóvel: cada lote deve ser avaliado individualmente, a partir do edital e da documentação que o instrui. Em Resende, a diversidade do estoque — de imóveis residenciais a galpões e ativos industriais — tende a produzir avaliações e faixas de deságio variadas, sempre condicionadas à análise documental prévia e à correta identificação da natureza do procedimento de alienação.
A ocupação é circunstância juridicamente endereçável também em Resende. No leilão judicial, a desocupação do ocupante ordinariamente se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, sobretudo nos imóveis retomados por alienação fiduciária, a retomada observa o procedimento da Lei 9.514/1997. Por ser a arrematação forma de aquisição originária, o arrematante recebe o bem livre dos encargos e obrigações do antigo proprietário, sub-rogando-se os débitos no produto da arrematação — e, nas alienações regidas pela Lei 11.101/2005, a ausência de sucessão é ainda mais ampla. O exame prévio da matrícula, do edital e da situação possessória permite dimensionar prazos e o caminho adequado antes da decisão de lance.
Como funciona o leilão de imóveis
O ponto de partida é selecionar o imóvel de interesse em Resende — casa, apartamento ou galpão — e submeter o edital e a matrícula à análise jurídica especializada antes de qualquer lance. A Cataldo Siston conduz a leitura documental, identifica a natureza do procedimento — execução comum, recuperação judicial ou falência —, verifica a cadeia dominial e a situação possessória, mapeia os ônus e os débitos e o regime de sucessão aplicável, e acompanha o arrematante nas etapas seguintes — habilitação, lance, auto e carta de arrematação e, quando cabível, imissão na posse.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
O ITBI é tributo de competência municipal. Como o imóvel situa-se em Resende, incide a legislação do município de Resende, cuja alíquota e base de cálculo seguem normas próprias, distintas das do município do Rio de Janeiro — razão pela qual a alíquota vigente deve ser confirmada junto à Prefeitura de Resende antes do lance. Quanto à base de cálculo na arrematação em hasta pública, há entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago, isto é, o valor da arrematação. O recolhimento antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a alíquota e a base aplicáveis a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver em Resende
Resende encanta pela combinação de montanha, história e tradição militar. A poucos quilômetros do Centro, Visconde de Mauá — compartilhada com a vizinha Itatiaia e com Minas Gerais — é um refúgio de serra na Mantiqueira, com cachoeiras, o Rio Preto e um clima ameno que atrai visitantes o ano todo, nas imediações do Parque Nacional do Itatiaia e do pico das Agulhas Negras. No Centro histórico, o casario e as praças remontam à cidade nascida em 1801, e a presença da Academia Militar das Agulhas Negras imprime à cidade uma identidade singular. Natureza, patrimônio e vida de serra convivem no alto vale do Paraíba do Sul.
Resende é um polo econômico de destaque no Sul Fluminense. Abriga um importante complexo automotivo e industrial, com montadoras de veículos e indústrias de grande porte que dinamizam o emprego e a logística regional, além da Academia Militar das Agulhas Negras, referência na formação de oficiais do Exército. A cidade é servida pela Rodovia Presidente Dutra (BR-116), eixo entre Rio e São Paulo, e desfruta do fluxo do turismo de serra de Visconde de Mauá. Essa base diversificada — indústria, instituição militar, comércio e turismo — sustenta a liquidez dos imóveis ao longo dos ciclos de mercado, fator relevante para quem arremata pensando em moradia, investimento, locação ou revenda.
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