
Casa de 101m² em Farol de São Tomé, Campos dos Goytacazes, RJ. Descrição: Imóvel duplex de frente para o mar, com 3 quartos, varanda e 2 vagas de garagem. Localizado no condomínio Village dos Abricós, em Farol de São Tomé, RJ.
Parque Jardim Aeroporto, Campos dos Goytacazes, RJ
Parque Jardim Aeroporto, Campos dos Goytacazes, RJ

O terreno de 4335m² em Parque Jardim Aeroporto, Campos dos Goytacazes/RJ, está em leilão extrajudicial conduzido por MGL. 1º leilão em 11/11/2026, por R$ 800.000. Em leilões extrajudiciais, a propriedade é transferida por escritura pública após a consolidação, com possibilidade de purgação da mora até esse momento. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Leilão extrajudicial de imóveis no Rio de Janeiro: como funciona →
Parque Jardim Aeroporto, Campos dos Goytacazes, RJ Terreno com 36.370,71 m² no Parque Jardim Aeroporto, Campos dos Goytacazes, RJ. Descrição: Terreno em leilão localizado no Parque Jardim Aeroporto, Campos dos Goytacazes, RJ, com uma área total de 36.370,71 m². O imóvel é composto por duas porções: a primeira com 4.335,10 m² e a segunda com 32.035,61 m², ambas originadas da Propriedade Denominada Sítio Maranhão. O terreno está desocupado e as propostas são sujeitas a homologação pelo prazo de 7 dias, com condições de pagamento à vista ou parcelamento em até 10 vezes. É importante ressaltar que a visitação deve ser agendada e que a descrição e imagens do imóvel são meramente informativas. A comissão do leiloeiro é de 5% sobre o valor arrematado.
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Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
Antes de dar lance neste imóvel, conheça o estudo de viabilidade jurídica deste imóvel e a assessoria jurídica para arrematar este imóvel.
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Saiba mais sobre a nossa assessoria jurídicaOutros imóveis disponíveis em Campos dos Goytacazes

Casa de 101m² em Farol de São Tomé, Campos dos Goytacazes, RJ. Descrição: Imóvel duplex de frente para o mar, com 3 quartos, varanda e 2 vagas de garagem. Localizado no condomínio Village dos Abricós, em Farol de São Tomé, RJ.
Imóvel localizado em Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro. Descrição: O imóvel está situado na Rua Professor Mesquita, nº 56, no bairro Parque Pecuária, em Campos dos Goytacazes/RJ. Trata-se de um terreno que possui duas edificações comerciais, utilizadas anteriormente como escritório, depósitos e oficinas. Além disso, há um prédio que funcionava como usina de beneficiamento de leite, atualmente em estado de abandono, e uma garagem para carros, com um local destinado ao abastecimento de veículos. O pátio do imóvel é calçado com paralelepípedo.

Imóvel industrial em Campos dos Goytacazes, RJ. Descrição: Trata-se de um extenso imóvel de uso industrial com área de 100.143 m², composto por terreno e respectivas construções. O piso da área transitável é de lajotas de cimento, enquanto o restante do terreno possui chão de terra e mato. O imóvel abriga seis construções, incluindo um centro de medição, uma guarita, um estacionamento coberto, dois andares de salas/escritórios, banheiros e um grande galpão em anexo. Além disso, há outros dois galpões com telhados anexos e uma fileira de salas, banheiros e um amplo galpão anexo, localizado em um nível abaixo da rua Alcy Ferreira, acessível por uma estrada de terra lateral. Esta parte do imóvel está atualmente arrendada para a empresa EBSE – Engenharia de Soluções Ltda.

Imóvel de 2.502.238m² localizado em Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro. Descrição: Fazenda açucareira com área de pastagem, totalizando 2.502.238m². O imóvel inclui terreno e respectivas construções. Opção de pagamento em até 60 vezes.
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Campos dos Goytacazes é a principal cidade do Norte Fluminense e o maior município do estado do Rio de Janeiro em extensão, às margens do baixo Rio Paraíba do Sul. Berço histórico da cana-de-açúcar — com engenhos e usinas que moldaram a vasta planície da Baixada Campista — é hoje também um polo beneficiado pelos royalties do petróleo da Bacia de Campos, com economia diversificada e forte presença universitária. No leilão de imóveis, esse mercado amplo oferece oportunidades variadas — casas, apartamentos e sítios — e potencializa a relevância do deságio, a diferença entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça. A vantagem efetiva depende de exame jurídico prévio da matrícula, do edital e da situação possessória. Cada lote deve ser avaliado individualmente no Estudo de Viabilidade Jurídica.
É indispensável analisar a matrícula atualizada, a integralidade do edital, a natureza do leilão — judicial ou extrajudicial —, eventuais ônus reais e gravames, a situação de ocupação e os débitos. Em uma região de vocação agrária como Campos, um cuidado ganha especial relevo quando o imóvel é rural: a existência de arrendamento rural ou de parceria agrícola sobre a terra. Esses contratos são regidos pelo Estatuto da Terra (Lei 4.504/1964) e pelo Decreto 59.566/1966, que instituem regime protetivo ao trabalhador do campo. Dois pontos interessam diretamente ao arrematante. Primeiro, o arrendatário rural tem direito de preferência para adquirir o imóvel arrendado, em igualdade de condições com terceiros (art. 92, § 3º, do Estatuto da Terra). Segundo, o contrato de arrendamento observa prazos mínimos legais e, sobretudo quando registrado, pode ser oponível ao adquirente, de modo que o arrendatário permaneça na posse e na exploração da terra até o termo do ajuste. Por isso, ao arrematar imóvel rural na região, é essencial investigar a existência e os termos de eventual arrendamento ou parceria. Soma-se a isso que, por ser a arrematação forma de aquisição originária, o arrematante recebe o bem livre dos encargos do antigo proprietário, sub-rogando-se os débitos no produto da arrematação (art. 130, parágrafo único, do CTN). Tudo isso integra o Estudo de Viabilidade Jurídica.
O deságio decorre da diferença entre o valor de avaliação e o lance mínimo admitido em segunda praça, percentual definido em cada edital e variável caso a caso. Não há percentual garantido nem estimativa de valor de mercado por imóvel: cada lote deve ser avaliado individualmente, a partir do edital e da documentação que o instrui. Em Campos dos Goytacazes, a diversidade do estoque — de imóveis urbanos na cidade a sítios e áreas rurais na planície canavieira — tende a produzir avaliações e faixas de deságio variadas, sempre condicionadas à análise documental prévia e, no caso de imóveis rurais, à verificação de eventual arrendamento ou parceria.
A ocupação merece atenção também em Campos, e com uma particularidade no meio rural: é preciso distinguir o mero ocupante daquele que explora a terra na condição de arrendatário ou parceiro, com direitos próprios. No leilão judicial, a desocupação do ocupante sem título ordinariamente se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, sobretudo nos imóveis retomados por alienação fiduciária, a retomada observa o procedimento da Lei 9.514/1997. Por ser a arrematação forma de aquisição originária, o arrematante recebe o bem livre dos encargos do antigo proprietário, sub-rogando-se os débitos no produto da arrematação. O exame prévio da matrícula, do edital e da situação possessória — inclusive de eventual contrato agrário — é determinante antes da decisão de lance.
Como funciona o leilão de imóveis
O ponto de partida é selecionar o imóvel de interesse em Campos dos Goytacazes — casa, apartamento ou sítio — e submeter o edital, a matrícula e a situação possessória à análise jurídica especializada antes de qualquer lance. A Cataldo Siston conduz a leitura documental, verifica a cadeia dominial e a ocupação, investiga, no caso de imóveis rurais, a existência de arrendamento ou parceria e os direitos do ocupante, identifica os ônus e os débitos, e acompanha o arrematante nas etapas seguintes — habilitação, lance, auto e carta de arrematação e, quando cabível, imissão na posse.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
O ITBI é tributo de competência municipal. Como o imóvel situa-se em Campos dos Goytacazes, incide a legislação do município de Campos dos Goytacazes, cuja alíquota e base de cálculo seguem normas próprias, distintas das do município do Rio de Janeiro — razão pela qual a alíquota vigente deve ser confirmada junto à Prefeitura de Campos dos Goytacazes antes do lance. Quanto à base de cálculo na arrematação em hasta pública, há entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago, isto é, o valor da arrematação. O recolhimento antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a alíquota e a base aplicáveis a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver em Campos
Campos dos Goytacazes carrega a história do açúcar fluminense. Os antigos engenhos e usinas, o casario do Centro e instituições centenárias evocam a opulência do ciclo da cana que moldou a Baixada Campista. A cidade tem vida cultural intensa, com teatros e a tradição do carnaval e das festas populares, e oferece, no distrito do Farol de São Tomé, acesso ao litoral e às praias do norte do estado. Cortada pelo Rio Paraíba do Sul e cercada pela vasta planície e pela Lagoa Feia, uma das maiores lagoas do país, Campos une patrimônio histórico, cultura e a paisagem singular do norte fluminense.
Campos dos Goytacazes é o grande polo econômico do Norte Fluminense. À tradição agroindustrial da cana-de-açúcar somaram-se os royalties do petróleo da Bacia de Campos, que impulsionaram investimentos, serviços e um comércio robusto, concentrado no Centro e em bairros como a Pelinca. A cidade abriga importantes universidades e centros de pesquisa, é servida pela rodovia BR-101 e funciona como referência regional em saúde, educação e serviços para todo o norte do estado. Essa economia diversificada — agroindústria, energia, comércio e ensino — sustenta a liquidez dos imóveis ao longo dos ciclos de mercado, fator relevante para quem arremata pensando em moradia, investimento, locação ou revenda.
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