Casa em Muriqui, Mangaratiba, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel residencial localizado na Vila Iracema, Muriqui, Mangaratiba, RJ. A casa possui uma área total construída de 233,92 metros quadrados e é composta por dois quartos, uma sala, cozinha, banheiro, varanda e área de serviço. O terreno designado como lote 2, quadra 10, mede 788,00 metros quadrados, com 15,00 metros de frente para a Rua 11 de Junho e está situado a cerca de 30 metros da Praia de Muriqui.
Casa de 234m² em Leilão — Rua 11 de Junho, 48, Vila Muriqui, Mangaratiba
Rua 11 de Junho, 48, Vila Muriqui, Mangaratiba, RJ
Vila Muriqui, Mangaratiba, RJ

Valores e datas principais
Informações do imóvel
A casa de 234m² com 2 quartos, na Rua 11 de Junho, 48, Vila Muriqui, Mangaratiba/RJ, está em leilão judicial conduzido por Leilões JA. Avaliado em R$ 1.400.000. 1º leilão em 16/11/2026, por R$ 700.000. Em leilões judiciais, a arrematação é formalizada por carta de arrematação e a imissão na posse ocorre por mandado judicial, nos termos do art. 903 do CPC. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Leilão judicial de imóveis no Rio de Janeiro: como funciona →
Rua 11 de Junho, 48, Vila Muriqui, Mangaratiba, RJ Casa de praia em Muriqui, Mangaratiba/RJ. Descrição: Imóvel residencial localizado na Rua 11 de Junho, 48, Vila Muriqui, Mangaratiba, RJ. A casa possui dois quartos, uma sala, cozinha, banheiro, varanda e área de serviço, com área total construída de 233,92 metros quadrados. O terreno mede 788,00 metros quadrados e está situado a cerca de 30 metros da Praia de Muriqui.
- Regularidade do processo e eventuais recursos pendentes contra a arrematação
- Ônus e certidões da matrícula (CPC arts. 879-903)
- Prazo e condições para a carta de arrematação e a imissão na posse
Dados principais
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Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
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Casa de 69m² na Praia do Saco, Mangaratiba, Rio de Janeiro. Descrição: Imóvel geminado com área total de 69.18 m², localizado na Praia do Saco, em Mangaratiba, RJ. O imóvel está ocupado por terceiros, e a desocupação será de responsabilidade do comprador. A venda é condicional, sujeita à aprovação do vendedor.

Imóvel de 1.315,64m² localizado em Mangaratiba, Rio de Janeiro. Descrição: A Unidade 16 do Condomínio Vistamar, situada no Bairro Marilisa, possui uma área total de 1.315,64m², com fração de 5,498/1000. O imóvel está localizado na parte alta do condomínio, em uma área de difícil acesso e distante das construções. A unidade faz frente para a Rua com 15,00m, e possui confrontações com a Área Verde II, unidade 17 e unidade 15. O imóvel está avaliado em R$ 90.000,00.

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Mangaratiba é uma das cidades da Costa Verde, na Baía de Sepetiba, de águas calmas, com ilhas próximas, praias de veraneio e a presença marcante de grandes condomínios-resort. No leilão de imóveis, isso amplia o leque de oportunidades — casas e apartamentos no Centro, nos distritos de praia e em condomínios — e potencializa a relevância do deságio, a diferença entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça. A vantagem efetiva depende de exame jurídico prévio especialmente cuidadoso, pois a cidade concentra imóveis de orla, em condomínios de veraneio e em áreas de proteção ambiental. Cada lote deve ser avaliado individualmente no Estudo de Viabilidade Jurídica. Por se tratar de imóvel em Mangaratiba, o registro e a tributação municipal seguem regras próprias do município.
É indispensável analisar a matrícula atualizada, a integralidade do edital, a natureza do leilão — judicial ou extrajudicial —, eventuais ônus reais e gravames, a situação de ocupação e os débitos condominiais e tributários. Em Mangaratiba, alguns pontos exigem atenção: a forte presença de condomínios e de grandes empreendimentos-resort de veraneio, com taxas de condomínio e de associação a conferir; os imóveis de orla, na Baía de Sepetiba, que com frequência envolvem área de marinha, com regime de aforamento e foro à União; a vizinhança ou inserção em áreas de proteção ambiental, como a Área de Proteção Ambiental e a Reserva Ecológica de Mangaratiba, além de manguezais e remanescentes de Mata Atlântica, com restrições de uso e construção; e a circunstância de o imóvel situar-se em município com registro e tributação próprios. No leilão judicial, débitos tributários propter rem em regra sub-rogam-se sobre o preço (art. 130, parágrafo único, do CTN); no extrajudicial, regido pela Lei 9.514/1997, a disciplina pode variar conforme o edital. Tudo isso integra o Estudo de Viabilidade Jurídica.
O deságio decorre da diferença entre o valor de avaliação e o lance mínimo admitido em segunda praça, percentual definido em cada edital e variável caso a caso. Não há percentual garantido nem estimativa de valor de mercado por imóvel: cada lote deve ser avaliado individualmente, a partir do edital e da documentação que o instrui. Em Mangaratiba, a diversidade de imóveis — de apartamentos no centro a casas de veraneio e unidades em condomínios-resort — oferece oportunidades em diferentes faixas, mas a análise documental prévia é ainda mais relevante diante das particularidades de área de marinha, de condomínio e de proteção ambiental.
A ocupação é circunstância juridicamente endereçável também em Mangaratiba. No leilão judicial, a desocupação ordinariamente se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, a retomada observa o procedimento da Lei 9.514/1997. O exame prévio da situação possessória — atento, na cidade, à presença de condomínios de veraneio e de imóveis de orla — permite dimensionar prazos e o caminho adequado antes da decisão de lance.
Como funciona o leilão de imóveis
O ponto de partida é selecionar o imóvel de interesse em Mangaratiba — apartamento no Centro, casa de veraneio em Itacuruçá ou em Muriqui, ou unidade em condomínio-resort — e submeter o edital e a matrícula à análise jurídica especializada antes de qualquer lance. A Cataldo Siston conduz a leitura documental, verifica a cadeia dominial, as taxas de condomínio e de associação, eventual área de marinha, restrições de proteção ambiental e as regras municipais de Mangaratiba, esclarece a natureza do leilão e acompanha o arrematante nas etapas seguintes — habilitação, lance, auto e carta de arrematação e, quando cabível, imissão na posse.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
O ITBI é tributo de competência municipal. Como o imóvel situa-se em Mangaratiba, incide a legislação do município de Mangaratiba, cuja alíquota e base de cálculo seguem normas próprias, distintas das do município do Rio de Janeiro — razão pela qual a alíquota vigente deve ser confirmada junto à Prefeitura de Mangaratiba antes do lance. Quanto à base de cálculo na arrematação em hasta pública, há entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago, isto é, o valor da arrematação. O recolhimento antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a alíquota e a base aplicáveis a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver em Mangaratiba
Mangaratiba abre-se para a Baía de Sepetiba e para a Baía da Ilha Grande, com águas calmas e ilhas como Itacuruçá e Guaíba. As praias de Muriqui, Ibicuí e do Saco, e o distrito de Conceição de Jacareí, de onde partem barcas para a Ilha Grande, são procurados para o veraneio e os passeios de barco. O centro histórico guarda a memória do antigo porto do café do período imperial, e os manguezais e remanescentes de Mata Atlântica, protegidos em reservas, abrigam rica biodiversidade. A tranquilidade da baía e a vocação de veraneio definem o seu caráter.
Mangaratiba combina o comércio e os serviços do Centro e dos distritos de praia, voltados ao veraneio e ao turismo, com a presença de grandes condomínios-resort. A mobilidade se apoia na Rodovia Rio–Santos (BR-101), que liga a cidade ao Rio, a Itaguaí e a Angra dos Reis, e no transporte marítimo para a Ilha Grande, a partir de Conceição de Jacareí. Essa infraestrutura, somada às praias, às ilhas e ao apelo de veraneio, sustenta a liquidez dos imóveis ao longo dos ciclos de mercado, fator relevante para quem arremata pensando em veraneio, moradia, revenda ou locação por temporada.
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