Imóvel em Angra dos Reis, Rio de Janeiro. Descrição: Área remanescente m-03, oriunda do desdobramento da área denominada Ybirá, oriunda do desmembramento da Fazenda Palmital, situada em Mambucaba, 4º distrito de Angra dos Reis-RJ, com 85,8685 hectares de área. Localizado no bairro Parque Mambucaba, o imóvel possui características que podem ser verificadas com o vendedor.
Rural de 86m² em Leilão — Rua da Horta, s/n, Campo da Gringa, Angra dos Reis
Rua da Horta, s/n, Campo da Gringa, Angra dos Reis, RJ
Campo da Gringa, Angra dos Reis, RJ

Valores e datas principais
Informações do imóvel
O rural de 86m², na Rua da Horta, s/n, Campo da Gringa, Angra dos Reis/RJ, está em leilão extrajudicial conduzido por Bom Valor. 1º leilão em 17/04/2027, por R$ 473.000. Em leilões extrajudiciais, a propriedade é transferida por escritura pública após a consolidação, com possibilidade de purgação da mora até esse momento. Análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar os riscos.
Leilão extrajudicial de imóveis no Rio de Janeiro: como funciona →
Rua da Horta, s/n, Campo da Gringa, Angra dos Reis, RJ Imóvel rural de 85,87 hectares em Angra dos Reis, Rio de Janeiro. Descrição: Área rural correspondente à Área Remanescente M-03, oriunda do desmembramento da Fazenda Palmital, localizada em Mambucaba, no município de Angra dos Reis/RJ. O imóvel possui uma área total de 85,8685 hectares (aproximadamente 858.685,00 m²) e perímetro de 4.531,68 metros, apresentando expressiva extensão territorial e potencial para atividades rurais, empreendimentos turísticos, ambientais ou projetos compatíveis com a legislação vigente. Localizado em uma região cercada pela Mata Atlântica, o imóvel possui grande potencial para projetos de turismo ecológico, lazer, preservação ambiental e atividades rurais. O acesso é facilitado pela Rodovia Rio-Santos (BR-101), que liga os estados do Rio de Janeiro e São Paulo. É uma excelente oportunidade para investidores que buscam uma propriedade de grande extensão em uma das regiões mais valorizadas da Costa Verde Fluminense. O imóvel será vendido no estado de conservação em que se encontra, sem garantia.
- Prazo de purgação da mora até a consolidação da propriedade
- Regularidade da notificação do devedor
- Condições para obtenção da escritura pública
Dados principais
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Em leilão de imóveis, é possível arrematar bens com desconto sobre o valor de avaliação — oportunidade real para investidores e para quem busca a casa própria. Os principais riscos são jurídicos: anulação do leilão por vícios e demora na imissão na posse. A análise do processo e da matrícula antes do lance é o que permite dimensionar esses riscos. Veja, nos vídeos abaixo, como o Cataldo Siston Advogados atua em cada uma das três etapas críticas: antes, durante e depois do leilão.
Antes de dar lance neste imóvel, conheça o estudo de viabilidade jurídica deste imóvel e a assessoria jurídica para arrematar este imóvel.
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Outros imóveis disponíveis em Angra dos Reis
Imóvel de 85,8685 hectares localizado em Angra dos Reis, Rio de Janeiro. Descrição: Área remanescente m-03, com 85,8685 hectares, desdobramento da área denominada Ybirá, desmembramento da Fazenda Palmital, situada em Mambucaba, 4º distrito de Angra dos Reis-RJ. O imóvel está localizado na R. Da Horta, s/n, Parque Mambucaba. O arrematante terá a posse do bem livre de quaisquer ônus de natureza tributária que possam existir antes da data da alienação. Em caso de imóveis ocupados, o arrematante será imitido na posse assim que autorizado pelo juiz.

Imóvel de 19.144m² localizado em Angra dos Reis, Rio de Janeiro. Descrição: Área de 19.144m² com testada de 418m para a Avenida Boulevard Marazul, situada no condomínio Porto Bracuhy. O terreno é resultado do desmembramento da Gleba 2 e está inserido em um loteamento de alto padrão, oferecendo a possibilidade de construção. A região conta com terrenos residenciais e comerciais, com metragens que variam entre 400m² e 910m², e já possui liberação para construção. O condomínio é conhecido por sua infraestrutura náutica, com canais profundos e navegáveis, além de segurança 24h e saneamento próprio. Localizado a poucas horas do Rio de Janeiro e de São Paulo, o imóvel apresenta um grande potencial construtivo e valorização patrimonial.

Terreno de 19.144,19 m² em Bracuí, Angra dos Reis, Rio de Janeiro. Descrição: Terreno localizado no exclusivo Condomínio Porto Bracuí, em Angra dos Reis/RJ, com área total de 19.144,19 m², sem edificações e coberto por vegetação arbórea e arbustiva. O terreno apresenta parte em aclive e está situado de frente para a Avenida Boulevard Marazul. O condomínio oferece segurança 24 horas, infraestrutura náutica completa, canais navegáveis, marinas secas e molhadas, estacionamento e ampla infraestrutura de lazer. É uma excelente oportunidade para implantação de empreendimento residencial de luxo, condomínio exclusivo, pousada ou investimento imobiliário em uma das regiões mais valorizadas do litoral fluminense. O imóvel será vendido no estado de conservação em que se encontra, sem garantia.
Comprar em Angra dos Reis
Angra dos Reis é uma das principais cidades da Costa Verde, conhecida pelo mar de ilhas, pelas praias e pela forte vocação de veraneio, com casas, apartamentos e imóveis em condomínio voltados à segunda residência e ao turismo. No leilão de imóveis, isso amplia o leque de oportunidades e potencializa a relevância do deságio — a diferença entre a avaliação do edital e o lance mínimo de segunda praça. A vantagem efetiva, contudo, depende de exame jurídico prévio especialmente cuidadoso, pois a região concentra imóveis em orla, em ilha e em áreas de proteção ambiental. Cada lote deve ser avaliado individualmente no Estudo de Viabilidade Jurídica. Por se tratar de imóvel em Angra dos Reis, o registro e a tributação municipal seguem regras próprias do município.
É indispensável analisar a matrícula atualizada, a integralidade do edital, a natureza do leilão — judicial ou extrajudicial —, eventuais ônus reais e gravames, a situação de ocupação e os débitos condominiais e tributários. Em Angra dos Reis, alguns pontos exigem atenção redobrada: os imóveis de orla, que com frequência envolvem área de marinha, com regime de aforamento e foro à União; os imóveis em ilha, como na Ilha Grande, que podem situar-se em unidades de conservação, com restrições ambientais e de uso, particularidades de acesso e cadeia dominial a examinar com rigor; a presença de condomínios de veraneio, com taxas de condomínio e de associação; e a circunstância de o imóvel situar-se em município com registro e tributação próprios. No leilão judicial, débitos tributários propter rem em regra sub-rogam-se sobre o preço (art. 130, parágrafo único, do CTN); no extrajudicial, regido pela Lei 9.514/1997, a disciplina pode variar conforme o edital. Tudo isso integra o Estudo de Viabilidade Jurídica.
O deságio decorre da diferença entre o valor de avaliação e o lance mínimo admitido em segunda praça, percentual definido em cada edital e variável caso a caso. Não há percentual garantido nem estimativa de valor de mercado por imóvel: cada lote deve ser avaliado individualmente, a partir do edital e da documentação que o instrui. Em Angra dos Reis, a diversidade de imóveis — de apartamentos no centro a casas de veraneio e imóveis de orla — oferece oportunidades em diferentes faixas, mas a análise documental prévia é ainda mais relevante diante das particularidades de marinha, ilha e proteção ambiental.
A ocupação é circunstância juridicamente endereçável também em Angra dos Reis. No leilão judicial, a desocupação ordinariamente se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, a retomada observa o procedimento da Lei 9.514/1997. O exame prévio da situação possessória — atento, na região, às particularidades de imóveis de orla e de ilha — permite dimensionar prazos e o caminho adequado antes da decisão de lance.
Como funciona o leilão de imóveis
O ponto de partida é selecionar o imóvel de interesse em Angra dos Reis — casa de veraneio, apartamento no centro ou imóvel em condomínio próximo às praias — e submeter o edital e a matrícula à análise jurídica especializada antes de qualquer lance. A Cataldo Siston conduz a leitura documental, verifica a cadeia dominial, eventual área de marinha, situação de ilha e de unidade de conservação, as taxas de condomínio e de associação e as regras municipais de Angra dos Reis, esclarece a natureza do leilão e acompanha o arrematante nas etapas seguintes — habilitação, lance, auto e carta de arrematação e, quando cabível, imissão na posse.
Estudo de Viabilidade Jurídica é a análise técnica aprofundada realizada pelo Cataldo Siston Advogados mediante contratação formal do cliente, antes da participação em leilão de imóveis. Compreende o estudo de todo o processo ou procedimento que levou o imóvel a ser leiloado, a análise da matrícula, do edital, dos débitos de IPTU e condomínio, e dos riscos de vícios processuais e procedimentais. É elaborado especificamente para cada cliente, conduzido pelos advogados especialistas do escritório e revisado por comitê interno antes da entrega. Método proprietário consolidado em mais de 1.300 arrematações em 20 anos.
Atuar no Judiciário é atividade privativa de advogado regularmente inscrito na OAB, conforme art. 1º da Lei 8.906/1994. Mas mesmo entre advogados, leilão de imóveis exige especialização — cada imóvel chega à expropriação por uma trajetória processual única, e cada modalidade segue legislação própria. O advogado especialista combina três camadas: diagnóstico do caso concreto, leitura completa do processo originário e domínio da legislação aplicável. Não há manual genérico — cada caso é um caso, e a profundidade técnica que determina desfechos favoráveis vem de décadas de prática forense em arrematações concluídas.
A escolha depende do perfil do investidor e da estratégia de aquisição. Imóveis ocupados costumam ser arrematados por preços ainda mais atrativos, justamente porque afastam parte dos interessados. A imissão na posse, quando bem conduzida tecnicamente, é procedimento previsto em lei e tem caminho processual definido — seja por mandado de imissão em leilão judicial, seja por ação petitória nos termos do art. 30 da Lei 9.514/97 em leilão extrajudicial. O escritório define a estratégia jurídica adequada para cada caso, considerando situação concreta de ocupação, vara responsável e prazo desejado pelo cliente.
Em vídeo dedicado no canal, identificamos quatro riscos principais que merecem atenção do investidor: dívidas anteriores à arrematação como IPTU atrasado e taxas condominiais; impugnação à arrematação por questões processuais que podem passar despercebidas sem análise técnica; demora na imissão na posse, especialmente em casos de ocupação resistente; e situações específicas de usufruto vitalício, em que terceiro tem direito de uso por toda a vida. Não se trata de ter medo do leilão, mas sim de entrar com informação e segurança jurídica para transformar a oportunidade em lucro. Cada risco tem instrumento técnico de mitigação preventiva no Estudo de Viabilidade Jurídica.
A arrematação pode ser invalidada, considerada ineficaz ou tornada sem efeito nas hipóteses do art. 903 do CPC — entre elas vício na intimação, preço vil ou nulidade no procedimento —, observados os prazos legais. Trata-se de matéria técnica, examinada caso a caso à luz dos autos e do edital. A análise prévia reduz a probabilidade de surpresas e orienta a conduta caso alguma irregularidade seja identificada.
A desistência da arrematação é admitida apenas em hipóteses excepcionais. Em leilão judicial, o arrematante poderá desistir se for demonstrado vício processual relevante após o lance ou se houver ônus sobre o imóvel não mencionado no edital. Em leilão extrajudicial, a desistência só é cabível diante de grave irregularidade no edital de leilão. Fora dessas hipóteses excepcionais, a arrematação é definitiva. Por isso, o Estudo de Viabilidade Jurídica antes do lance é determinante — ele identifica essas situações antes que o cliente assuma compromisso financeiro.
Varia conforme a ocupação e a natureza do leilão. Estando o imóvel desocupado, a posse tende a ser mais célere após a expedição da carta de arrematação. Estando ocupado, no leilão judicial a desocupação se viabiliza por mandado de imissão na posse em favor do arrematante (art. 903 do CPC); no extrajudicial, observa-se o procedimento da Lei 9.514/1997. Os prazos dependem do caso concreto e do andamento processual.
Custos, pagamento e dívidas
A regra muda conforme a modalidade. Em leilão judicial, o produto da arrematação geralmente quita as dívidas garantidas pela penhora, conforme art. 908 do CPC, e o imóvel é entregue ao arrematante livre de ônus na maior parte dos casos. Em leilão extrajudicial regido pela Lei 9.514/97, dívidas anteriores de IPTU, condomínio e Taxa de Incêndio podem se transferir ao arrematante por sub-rogação. O Estudo de Viabilidade Jurídica realiza levantamento direto junto a administradoras, prefeituras e cartórios, quantificando previamente todos os passivos transferíveis para que o lance seja calibrado com precisão.
O ITBI é tributo de competência municipal. Como o imóvel situa-se em Angra dos Reis, incide a legislação do município de Angra dos Reis, cuja alíquota e base de cálculo seguem normas próprias, distintas das do município do Rio de Janeiro — razão pela qual a alíquota vigente deve ser confirmada junto à Prefeitura de Angra dos Reis antes do lance. Quanto à base de cálculo na arrematação em hasta pública, há entendimento do Superior Tribunal de Justiça favorável ao valor efetivamente pago, isto é, o valor da arrematação. O recolhimento antecede a lavratura da carta de arrematação ou da escritura. Convém confirmar a alíquota e a base aplicáveis a cada lote antes do lance.
As condições constam do edital. No leilão judicial, o pagamento é à vista ou, quando admitido, parcelado nos termos do CPC, cabendo até proposta de parcelamento (art. 895). No extrajudicial, observa-se o regramento da Lei 9.514/1997 e as condições do edital. Somam-se ao lance a comissão do leiloeiro e os tributos de transmissão. Ler as regras de pagamento antes de ofertar evita descompasso no cronograma financeiro.
Em regra, 5% sobre o valor da arrematação — percentual usualmente fixado no edital e devido pelo arrematante além do valor do lance. A comissão não se confunde com os honorários advocatícios nem com os tributos de transmissão. O valor exato e a forma de pagamento devem ser conferidos no edital de cada leilão.
Sim, em leilões da Caixa Econômica Federal, o FGTS pode ser utilizado se o imóvel atender aos requisitos do Sistema Financeiro de Habitação — teto atual de R$ 1,5 milhão. Em outros leilões extrajudiciais, a possibilidade depende da instituição credora e das condições estipuladas no edital. Em leilões judiciais, o pagamento é à vista ou parcelado conforme regras do CPC, sem utilização de FGTS. Cada caso deve ser avaliado antes do lance — o Cataldo Siston Advogados verifica essa elegibilidade no Estudo de Viabilidade Jurídica.
Em regra, imóveis em leilão judicial ou extrajudicial não podem ser visitados internamente, diferentemente de uma compra e venda tradicional. O comprador tem acesso à descrição do edital, fotos quando disponíveis e pode visitar o entorno do imóvel para conhecer a vizinhança. Por isso, recomenda-se reservar cerca de 5% do valor da arrematação para eventuais reformas. A análise técnica realizada pelo escritório no Estudo de Viabilidade Jurídica complementa essas informações com diligência presencial sempre que viável e levantamento documental do estado registral e da situação de ocupação do bem.
Viver em Angra dos Reis
Angra dos Reis é o portal do mar de ilhas da Costa Verde, com cerca de 365 ilhas e centenas de praias e enseadas de águas cristalinas. A Ilha Grande, com a Vila do Abraão, a Lagoa Azul e a Praia de Lopes Mendes, é seu maior cartão-postal, hoje em grande parte protegida em unidades de conservação. Passeios de escuna, mergulho, marinas e a vizinhança da Serra da Bocaina compõem o cenário. No continente, o centro histórico preserva igrejas coloniais, e praias como Praia do Jardim, Bonfim e Frade concentram boa parte das casas e condomínios de veraneio.
Angra dos Reis combina um centro urbano estruturado, com comércio, serviços, hospitais e o terminal de barcas para as ilhas, e uma orla extensa pontuada por marinas, pousadas e condomínios de veraneio rumo a Mangaratiba e a Paraty. A mobilidade se apoia na Rodovia Rio–Santos (BR-101), que liga a cidade ao Rio e a São Paulo, e no transporte marítimo para a Ilha Grande e demais ilhas. Essa infraestrutura, somada ao apelo turístico e às praias, sustenta a liquidez dos imóveis ao longo dos ciclos de mercado, fator relevante para quem arremata pensando em moradia, veraneio, revenda ou locação por temporada.
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